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5 comentários:
Por muito poético que seja dizer que somos filhos das estrelas e que todos somos pó das estrelas e que as estrelas morreram para que possamos existir,não gostei da expressão utilizada pelo orador nem do título do artigo.
caro anónimo isto não é um questão de gosto... as coisas são como são ;)
Pedro Pereira
Pedro, tenho de discordar, :). As coisas não são como são, tudo depende sempre da perspectiva. Para mais, como bem sabemos, a realidade é uma ilusão; nesta perspectiva, as coisas não são como são, elas são, simplesmente e cada individuo percepciona-as de acordo com a sua perspectiva. Portanto, ao fim e ao cabo, tudo é uma questão de gosto eheheh.
Discussão semântica? Talvez! Mas tb é uma questão de semântica dizer "esqueçam Jesus" ehehe. E da semântica ainda podemos gostar ou desgostar ehehe.
Já agora, deixem-me fazer novamente um pequeno protesto eheheh: não é possível arranjar os videos legendados (mesmo que em inglês)? É que alguns de nós, curiosos, podem ser hard of hearing :).
A propósito de realidade e ilusão...
Há cerca de 6 anos atrás, ouvi falar de um artigo publicado num jornal francês sobre a possibilidade da finitude do universo e de qual seria a sua forma. Essa forma do universo é que criaria a ilusão de que o universo não tem fim. Um colega facultou-me o tal artigo científico, em frânces. Li, mas senti alguma dificuldade em percebê-lo na totalidade. Apesar disso, continuo a achar o tema muito interessante. Deixo uma sugestão, porque não tratar este tema de uma forma acessível, proximamente.
Em relação ao título deste artigo, enfim...
Publicidade enganosa.
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