segunda-feira, 17 de maio de 2010

E se...

Revendo um certo grupo de pessoas ligadas à educação o processo que constitui as Provas de Aferição e detendo-se nos seus muitos itens de dificuldade mínina, alguém fez a pergunta que incomoda: e se, mesmo assim, os resultados forem baixos?

Se isso acontecer, significa tão-somente que não conseguimos melhorar as aprendizagens básicas, mesmo com todas as medidas e planos nacionais a decorrer.

Aguardemos...

2 comentários:

maria disse...

Cara Helena , não conseguem nada porque desdenham de latim e matemática. a preparação do trabalho requer lógica. até na cozinha , coisa mais corriqueira. é muito diferente preparar tudo antes de por ao lume , lavar e arrumar enquanto está ao lume , do que fazer tudo encima do joelho. em portugal não sabem aproveitar o tempo. não planificam as tarefas. de aí estatisticas em que tugas trabalham imensas horas e rendem népia.
trabalhei comm tugas , acabei o trabalho sempre horas antes e percebi que o problema deles é não perceberem que quando se trabalha...trabalha . não é para ir ao café. e para acabar cedo ? antes de dormir , a malta tem de fazer um mapa do que tem de fazer. e tão bom...horas antes do agendado , os formigas podem cigarrar ´sem complexos de culpa.

Fartinho da Silva disse...

Se isso acontecer será culpa... dos professores!

A receita é já conhecida há muito... os resultados é que não se alteram...!

Como dizia o meu avô: "Se pedires 100 a um aluno ele trabalha para 60; se pedires 10, trabalha para 6. Por isso, escola fácil implica vida difícil!"

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