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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

CIÊNCIA E MÚSICA NO CICLO DE TERTÚLIAS "CIÊNCIA AO LUAR"


No âmbito do programa CIÊNCIA VIVA NO VERÃO EM REDE, dia 6 de Setembro pelas 21h00, realiza-se a terceira tertúlia do ciclo "Ciência ao Luar", na esplanada do Café Santa Cruz (Praça 8 de Maio, Coimbra), dedicada ao tema MÚSICA, com as participações de Manuel Rocha e Rui Vilão e moderação de Carlos Fiolhais.

Organização do Rómulo Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra.



ENTRADA LIVRE
Público-alvo: Público em geral




segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

UM DUETO CÓSMICO

Crónica publicada no Diário de Coimbra



Há música no silêncio do espaço.

“Argumentavam os Jónios (na antiguidade clássica) que o universo pode ser conhecido porque exibe uma ordem interna: há constantes na natureza que permitem desvendar os seus segredos. A natureza não é completamente imprevisível; há regras a que até ela tem de obedecer. A este carácter ordenado e admirável do universo chamou-se «cosmos»”. Este é um excerto do livro “Cosmos”, de Carl Sagan. De salientar esta regularidade harmoniosa que foi detectada na Natureza e que potenciou a ciência e a matemática mas também a arte. Com dúvida metódica fomos indagando experimentalmente o universo onde existimos. E pela ciência obtivemos conhecimentos espantosos, e úteis, sobre como funciona o mundo onde existimos.

Quando tivemos ciência e tecnologias suficientes, enviamos naves para o espaço numa demanda exploratória do Sistema Solar. Quais repórteres cósmicos, sondas como as Voyager 1 e 2 (da NASA), lançadas em 1977, têm enviado nos últimos 37 anos milhões de dados sobre o Universo. Equipadas com os instrumentos de análise mais avançados à época do seu lançamento, permitiram um conhecimento mais profundo sobre a natureza e constituição de Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno, e as suas luas. E ainda hoje, muito depois de terem terminado as respectivas tarefas científicas, continuam a explorar o universo e a informar-nos sobre o que encontram.

A uma distância de mais de 100 vezes a distância da Terra ao Sol (a Voyager 1, a mais de 125 esta distância, até já saiu do nosso Sistema Solar e navega em direcção às estrelas) as duas sondas continuam a enviar dados novos todas as semanas. Este mar de informação inspirou o físico Domenico Vicinanza, também com formação em música, a tratar os dados enviados pelas sondas através de uma técnica conhecida por “sonificação” de dados (resultante do projecto Géant, uma rede de dados europeia de alta velocidade, que liga 50 milhões de utilizadores de mais de 10 000 instituições de investigação e ensino em 40 países). Consiste a técnica em transformar grande quantidade de dados, de uma proveniência específica, em som audível, e é cada vez mais utilizada para descobrir padrões e regularidades que, de outra forma, não seriam facilmente detectáveis. Permite encontrar a agulha no palheiro, encontrar ordem onde antes só havia o caos aparente.

No caso que aqui nos interessa, Vicinanza começou por seleccionar 320 mil dados enviados nos últimos 36 anos por cada uma das duas sondas Voyager. Esses dados correspondem a medições da contagem de protões realizadas, de hora a hora, pelos detectores de raios cósmicos de cada sonda. Os dados de cada uma das Voyager sobre o ambiente cósmico foram, a seguir, transformados em duas melodias. Por fim, o cientista músico atribuiu à melodia vinda de cada sonda uma textura instrumental distinta: um piano para uma, e cordas para a outra. No final, juntou-as e obteve um dueto que ilustra em cerca de 5 minutos (pode ouvi-la aqui) 36 anos de raios cósmicos detectados pelas Voyager em simultâneo.

Espantosamente, a peça obtida, qual relato sonóro do espaço sideral, oferece-nos um dueto musical de padrões harmoniosos assim tornados audíveis para usufruto da nossa sensibilidade, numa revelação artística da ordem cósmica do Universo.


António Piedade

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

105 horas de Educação Musical

Texto da nossa leitora Dina Soares, que o De Rerum Natura agradece:

Como professora de Música no Ensino Básico, debrucei-me sobre o mais recente “ranking das escolas” (Ranking Expresso/Sic, coordenado por Cátia Nunes, integrou 450 agrupamentos de escolas e secundárias não agrupadas. In Caderno Destacável do jornal Expresso, de 13 de Outubro de 2012), tendo-me detido nos dados relativos às públicas.

Uso o plural propositadamente pois basta olhar para os dados obtidos para se perceber a diversidade.

Como se sabe, neste estudo cruzaram-se as variáveis sociais e económicas dos alunos com os resultados dos exames nacionais. O que sempre pareceu óbvio, pôde agora ser comprovado pela investigação: as médias obtidas pelas escolas correlacionam-se com essas variáveis.

Outra das novidades que apresentou foi a inclusão dos resultados dos exames nacionais do 6.º ano (que se realizaram pela primeira vez no ano lectivo transacto) às disciplinas de Português e Matemática. Está escrito no referido Caderno (página XIV) que “a grande maioria das mais de 1100 escolas onde se realizaram provas acabou por atingir a positiva”, havendo grupos que se destacam pelos resultados positivos que conseguiram alcançar.

Nesses grupos encontramos três escolas de música nos primeiros trinta lugares. Ainda que de uma forma empirista, pois não investiguei com preceitos científicos esta questão, estou convencida que as vantagens da aprendizagem musical se estendem a outras áreas disciplinares. Foi, pois, com contentamento que li a opinião da directora do secundário artístico do Conservatório Calouste Gulbenkian, Ana Maria Caldeira: os lugares que estas escolas ocupam não são por acaso, “as oito horas semanais de música fazem mesmo a diferença nos resultados finais… o ensino artístico ajuda os estudantes nas tarefas da escola, tornando-os mais organizados e concentrados… sabem estar em silêncio e atentos quando mais é preciso” (in Caderno... pág. XIV). E acrescentou que há sempre muitos candidatos para poucas vagas que essas escolas podem oferecer.

Vejamos, agora,  à luz da recente reorganização curricular, qual o lugar que a Educação Musical ocupa nas escolas públicas que não as do ensino artístico.

No 1.º Ciclo, continua incluída no grupo das Expressões, dividindo o seu tempo com a Expressão Plástica, a Expressão Dramática e a Expressão Físico-Motora. É também a área que os professores afloram mais à superfície, explorando, na melhor das hipóteses, algumas canções, por vezes com batimentos rítmicos corporais e danças de roda. Relativamente às Actividades de Enriquecimento Curricular, uma vez que estas não são obrigatórias, não me deterei nelas.

No 2.º Ciclo, essa reorganização trouxe novidades: se até ao ano lectivo transacto as escolas podiam optar por atribuir 90 minutos ou 135 minutos à Educação Musical, actualmente vemo-la limitada a 90 minutos (com as excepção das escolas de ensino artístico). Ainda se consegue, apesar de tudo, que todos os alunos dos 5.º e 6.º anos usufruam desta disciplina!

No 3.º Ciclo, a reorganização não poupou a Educação Musical, tendo-a praticamente banido destes três anos terminais do ensino…

Ou seja, esta área disciplinar é ministrada por docentes devidamente qualificados, mas resume-se a dois anos de escolaridade (5.º e 6.º). Com 90 minutos semanais, havendo 35 semanas de aulas, por ano lectivo, na melhor das hipóteses serão 6.300 minutos, ou seja, 105 horas! (sem contar com feriados ou faltas do docente).

Cento e cinco horas de aulas de Educação Musical é tudo o que os nossos alunos podem usufruir ao longo da sua escolaridade, nas escolas públicas!

Se a minha conjectura está certa, se existem vantagens da educação musical para desenvolver competências transversais de aprendizagem, então, há razões sérias para nos preocuparmos.

Dina Maria Soares

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ORQUESTRAS DE SOPROS E DE CORDAS

Informação chegada ao De Rerum Natura.



A FECHAR O CICLO “SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA”, DAS QUINTAS DO CONSERVATÓRIO, FICAMOS HONROSAMENTE EM CASA, COM A APRESENTAÇÃO DAS JOVENS E ENTUSIASMANTES ORQUESTRAS DE SOPROS E DE CORDAS COMPOSTAS POR ALUNOS DA ESCOLA DE MÚSICA DE COIMBRA. 

Bilhetes à venda no Conservatório de Música de Coimbra:
3.ª e 4.ª feira – 18h00 - 20h00 / 5.ª – a partir das 16h00.

Preço dos bilhetes:
3,00 € / 2,00 € 
(sócios A2C2; estudantes E.S. Quinta das Flores e Conservatório de Música de Coimbra).

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Em Abril, cravos mil

Informação chegada ao De Rerum Natura.

QUINTAS DO CONSERVATÓRIO:
CONCERTO DE CRAVO

19 DE ABRIL | 21H30

Em Abril, cravos mil!

Com os conceituados executantes de cravo, Cândida Matos e Júlio Dias, escutaremos música barroca, com os comentários de Paulo Estudante. Composições de Tomkins, Carlston, Farnaby, D.Scarlatti, J.P. Rameau, Gaspar Le Roux e os incontornáveis J.S. Bach e Carlos Seixas

Sobre Cândida Matos

Iniciou os seus estudos musicais com o piano, tendo estudado com Mário de Sousa Santos, Joel Canhão, Campos Coelho, Tereza Vieira e Olga Pratts.
Posteriormente dedicou-se ao cravo, tendo sido estudante convidada de Ton Koopman no Sweelinck Conservatorium Amsterdam, Holanda. Realizou masterclasses com os cravistas Robert Wooley, Jacques Ogg, Hans Knut, Kenneth Weiss e Ketil Hausgand. Presentemente integra ainda o Ensemble D. João V, o Duocembalo e o Ensemble Facsimile, agrupamentos dedicados à interpretação da Música Barroca em instrumentos da época.
Desde o ano de 2000, é Professora de Cravo na Escola de Música do Conservatório Nacio-nal de Lisboa. Concluiu recentemente o Mestrado em Cravo na Escola Superior de Música de Lisboa, projecto artístico sobre as Peças de Carácter de C. P. E. Bach.

Sobre Júlio Galvão Dias

Licenciado em Cravo pela Escola Superior de Música do Porto na classe da Prof. Ana Mafalda Castro. Estudou também com Jacques Ogg, e participou em master-classes com Ketil Hausgand e Ilton Wjuniski.
Ao longo dos anos tem efectuado concertos a solo ou integrado em grupos de música anti-ga por todo o país. Participou como solista ou integrado em grupos de música de câmara em festivais Tem colaborado com orquestras e actuado também como solista Participou em diversas produções de ópera como Dido e Eneias (produção doTeatro S.Carlos), Ottone (prod. da Casa da Música), as Bodas de Fígaro (prod. do Teatro da Trindade). Actualmente desempenha funções docentes no Conservatório de Música de Coimbra e na Escola Superior de Música do Porto.

Sobre Paulo Estudante

Doutorado em História da Música e Musicologia pela Université Paris IV-Sorbonne e a Universidade de Évora. Ainda na Université Paris IV-Sorbonne obtém a licenciatura e o /Diplôme d'Etudes Approfondies/(DEA) em Musicologia. Docente da Universidade de Coimbra, centra a sua investigação no património musical português anterior ao século XIX, nomeadamente em torno do fundo musical da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra assim como das práticas instrumentais na música sacra ibérica durante os séculos XVI e XVII.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

CRÓNICAS DA IDADE MÍDIA

Informação chegada ao De Rerum Natura.

No Conservatório de Música de Coimbra, hoje, quinta-feira, 12 de Abril, à noite.

Com RUBEN de CARVALHO e IOLANDA FERREIRA


A música da história, a história que fez música, a música que fez história... Ou simplesmente uma hora de conversa e curiosidades entre pessoas que gostam de história... E de música... São milhares os acontecimentos da história do século XX que estão directamente associados à música.

Descubra curiosidades sobre temas e gravações, compositores e intérpretes.

Recorde entrevistas, sons de reportagem, concertos, verdadeiros tesouros documentais que marcaram a sociedade contemporânea.

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A ENTRADA É LIVRE

sábado, 31 de março de 2012

Quintas do Conservatório: Cantos à Morte

Informação chegada ao De Rerum Natura:

No dia 5 de Abril às 21h30, no Conservatório de Música de Coimbra.
CONFERÊNCIA CANTOS À MORTE, POR LUÍS DO AMARAL ALVES

A entrada é livre.


Revisitam-se grandes obras dos compositores Johannes Ockeghem, Tomás Luis de Victoria, Heinrich Schtuz, Henry Purcell, Johann Sebastien Bach, Wolfang Amadeus Mozart, Robert Schumann, Johannes Brahms, Giuseppe Verdi, Gabriel Fauré, Kurt Weill, Benjamin Britten, Gyorgy Ligeti. De comum entre elas, a celebração da morte através da música.
A acompanhar ilustrações da apropriação da morte pelas artes plásticas contemporâneas e sinopses históricas da evolução da cultura ocidental nos domínios da literatura, dot eatro, da ciência, da geopolítica.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Concertos no Conservatório

Informação chegada ao De Rerum Natura.

Na próxima quinta-feira, dia 15, pelas 21.30 realiza-se outro belíssimo concerto no auditório do Conservatório de Música de Coimbra com Paulo Soares na guitarra portuguesa e Rui Poço na guitarra clássica. As peças serão de Artur Paredes, Carlos Paredes, Otávio Sérgio e do próprio Paulo Soares.

Paulo Soares, concertista internacional de guitarra, compositor, autor de 2 livros da série
Método e guitarra portuguesa, foi o primeiro professor de guitarra portuguesa, a nível nacional.
Natural de coimbra, aqui começou a leccionar no conservatório, em 1997 e, mais tarde, no Conservatorio de Música do Porto (2002).

Bilhetes à venda no Conservatório de Música de Coimbra, 4.ª feira das 18h às 20h ou 5.ª feira a partir das 16h até à hora do espetáculo. É possível fazer reservas.

sexta-feira, 9 de março de 2012

BACH NA FLORESTA (UM ANÚNCIO JAPONÊS)



"Impossível não ver, ouvir e desfrutar até o final, o fantástico comercial japonês do celular Touch Wood, cujo case – politicamente correto – é feito de madeira. A agência montou uma espécie de xilofone gigante no meio da floresta, e a ação se desenrola ao som de Jesus bleibet meine Freude da cantata nº 147 (Herz und Mund und Tat und Leben) de Johann Sebastian Bach. O aparelho, fabricado pela Sharp, é parte da Coleção Primavera-Verão 2011 lançada pela NTT DoCoMo - umas das operadoras de celulares no Japão - que apresenta 28 modelos. Além dele, os mais interessantes são: o celular Lynx 3D com tela de 3,8 polegadas, capaz de exibir imagens em três dimensões sem a necessidade de uso de óculos especiais, e o celular SH-04C que imita um biscoito. O Touch Wood SH-08C é feito de madeira, possui câmera de 5 megapixel e tela de 3,4 polegadas sensível ao toque. Detalhe: serão vendidos apenas 15 mil aparelhos para clientes da DoCoMo."

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Uma Semente na Sinfonia da Vida



Crónica para a imprensa regional:

Na semana em que a Universidade de Coimbra comemora 722 anos desde a sua fundação, o mote para esta crónica parte de uma semente.

Com o sentido musical imerso na “Dança com Pássaros” de António Pinho Vargas (Prémio Universidade de Coimbra 2012), a semente de que parto é aquela que cientistas conseguiram fazer germinar e desenvolver em planta florida da espécie Silene stenophylla.

Esta semente aguardava há trinta mil anos pelas condições propícias à sua germinação. Congelada em tocas, de hibernação de esquilos, encontradas hoje entre os 20 a 40 metros de profundidade em territórios do nordeste da Sibéria, “aguardava” por mão humana. O trabalho efectuado por uma equipa de investigadores liderada pelos russos S. Yashina e D. Gilichinsky foi publicado on line, no passado dia 21 de Fevereiro, na prestigiada revista Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS).

Não deixa de ser estimulante a esperança de paz na imagem de uma planta florida, fruto do trabalho efectuado por cientistas da Academia das Ciências Russa, possa ser hoje divulgado ao mundo numa revista da Academia das Ciências Norte Americana! E pensar que um outro frio teria impedido que isto fosse possível há um instante atrás - 30 anos - comparado com os trinta mil anos de espera por condições apropriadas para iniciar o programa inscrito no genoma aninhado naquela semente! Este facto faz das plantas da espécie S. stenophylla os mais antigos organismos multicelulares actualmente viáveis, fósseis vivos renascidos!

Esta semente ressoa imediatamente em harmónicos da importância incalculável que existe no Banco de Sementes do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Iniciado há 240 anos por um dos mais dinâmicos e ilustres directores do Jardim Botânico, o Professor Júlio Henriques (1838-1928), o Banco de Sementes é o maior em Portugal e reúne hoje cerca de 50% das espécies nativas da Flora Portuguesa, algumas delas ameaçadas de extinção.

Em 1868, Júlio Henriques funda igualmente o catálogo dessas sementes intitulado Index Seminum et Sporarum, o qual continua até hoje a ser publicado e actualizado anualmente. Numa percepção avançada para a época, diríamos hoje, da necessidade em garantir a preservação da biodiversidade floral através da recolha e armazenamento de sementes, aquele ilustre botânico e naturalista intensifica a troca de plantas com os principais Jardins Botânicos de todo o mundo, como por exemplo os da “distante” Austrália. De facto, o Banco de Sementes é uma das muitas riquezas do Jardim Botânico e jóia do património da vida protegida no seio da Universidade de Coimbra, catalisador de um ímpar e singular intercâmbio científico que nos permite ter hoje sementes de espécies que se encontram em risco de extinção no seu local nativo.

Este facto impregna o jardim com fragrâncias de migrações futuras de alguma das sementes que preserva com o maior respeito pela biodiversidade do planeta.

Tal como o maravilhamento contagiante da música de António Pinho Vargas nos convida a migrações até novos horizontes de descobertas, novos destinos para um conhecimento sustentado, qual semente paciente que pode fazer renascer a esperança de um novo sorriso a florir junto da aparência do fim.

António Piedade

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A Ciência dos Belos Sons – De Beethoven aos Beatles e muito mais


Informação editorial recebida da Bizâncio:

Novo Título: Como Funciona a Música
Subtítulo: A Ciência dos Belos Sons – De Beethoven aos Beatles e muito mais
Autor: John Powell

Colecção: Musicalmente, 6
ISBN: 978-972-53-0494-5
Págs.: 304
Preço: Euros 9,50
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Um livro notável sobre a ciência e a arte da música. Uma jornada fascinante através da música.

Alguma vez, ao ouvir uma música fabulosa, se interrogou porque tem uma vontade súbita de dançar? Ou de chorar? Sempre teve curiosidade em perceber como sabem os músicos o que tocar a seguir quando estão a improvisar? E porque soam certas notas tão bem e outras são tão dissonantes? Descubra as respostas nesta jornada acerca de como funciona a música.

John Powell, compositor de formação clássica e professor de Física, decidiu escrever este livro divertido, um extraordinário guia indolor sobre a música, quando descobriu que todos os que conhecia sobre o assunto lhe provocavam grandes dores de cabeça.

sábado, 24 de dezembro de 2011

BACH NA SÉ NOVA DE COIMBRA



Oratório de Natal de Bahc pelo Coro e Orquestra Clássica do Centro na Sé Nova de Coimbra em Dezembro do ano passado, antes que o actual passe também. A música de Bach nunca passa.

sábado, 17 de dezembro de 2011

JAZZ PARA VACAS



Há quem pregue aos peixes e há quem toque para as vacas. Os músicos são norte-americanas e as vacas são francesas. Mas a música é universal.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

VOZES EM FAVOR DO PULMÃO



Aconteceu ópera no dia 18 de Novembro passado, na Gare do Oriente em Lisboa, um evento organizado pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia.

sábado, 1 de outubro de 2011

O DOUTOR ATÓMICO

Como hoje é o Dia Mundial da Música deixo aqui um excerto da ópera "Doctor Atomic", de John Adams, representado há cerca de dois anos em S. Francisco, sobre a vida do físico Robert Oppenheimer.


Doctor Atomic: San Francisco production from Brandon Noonan on Vimeo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011