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terça-feira, 13 de julho de 2010

MOTRICIDADE HUMANA



Um dos nossos leitores chamou-nos à atenção para este "número" de variedades, datado de 1944, das Ross Sisters, intitulado "Solid Potato Salad". Como neste blogue temos falado de motricidade humana, recomendamos aos leitores que vejam o que acontece ao fim de um minuto de actuação das três irmãs...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

BOUNCE - INSANE IN THE BRAIN



A companhia britânica Bounce vai apresentar no Auditório dos Oceanos no Casino de Lisboa de 18 a 30 de Maio uma adaptação em "street dance" de "Voando sobre um Ninho de Cucos". A 29 de Abril celebra-se o Dia Mundial da Dança.

domingo, 16 de agosto de 2009

Hand in Hand

No belíssimo blogue da fadista Aldina Duarte, encontra-se, com regularidade, poesia e fotografia criteriosamente seleccionada e articulada, mas também se encontram outras expressões artísticas.

Na última visita que fiz encontrei um filme extraordinário que se intitula Hand in Hand e que afirma e confirma a importância da educação de excelência.

A coreografia é de Zhao Limin e a performance de Ma Li e Zhai XlaoWell.

Para o ver, pode o leitor carregar aqui.

terça-feira, 29 de abril de 2008

"E ela dança"

“Às vezes, quando a casa estava adormecida à noite,
ela dançava pela sala fora (…).
E ela dançará.
Ao longo das sílabas dos poemas,
como dançava na minha infância.”
Miguel Sousa Tavares


No dia de hoje, em que se comemora essa arte magnífica que é a da dança, lembro-me de um poema - Por delicadeza - e de um quadro - O baile - de duas senhoras que representam duas outras artes magníficas: Sophia de Mello Breyner Anderson e Paula Rego.

Bailarina fui
Mas nunca dancei
Em frente das grades
Só três passos dei

Tão breve o começo

Tão cedo negado

Dancei no avesso
Do tempo bailado

Dançarina fui
Mas nunca bailei
Deixei-me ficar
Na prisão do rei


Onde o mar aberto
E o tempo lavado?
Perdi-me tão perto
Do jardim buscado

Bailarina fui

Mas nunca bailei
Minha vida toda
Como cega errei

Minha vida atada
Nunca a desate

Como Rimbaud disse
Também eu direi:

«Juventude ociosa
Por tudo iludida
Por delicadeza
Perdi a minha vida»


(Citação de Miguel SousaTavares in Jornal Público, 12 de Junho de 1999).