
É uma já corriqueira mas sempre triunfante notícia dos nossos tempos: planetas e mais planetas. E, de novo, a missão Kepler, da NASA, a dar novos mundos ao mundo. Desta vez são 6 novos planetas que giram à volta da estrela Kepler 11. O surpreendente nesta descoberta é que 5 desses planetas têm órbitas extremamente próximas da estrela, algo que ainda não tinha sido observado e que promete reformular as teorias sobre a migração planetária no início da formação dos sistemas planetários, como afirmou Marco Montalto, investigador do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP).
A missão Kepler continua, assim, não apenas a aumentar quantitativamente o nosso Catálogo de Planetas ExtraSolares (a propósito, a The Planetary Society tem uma edição online desse registo), mas, também, a desafiar algumas das ideias consensuais sobre o nascimento e evolução dos planetas. Fazer Ciência, portanto.
A missão Kepler continua, assim, não apenas a aumentar quantitativamente o nosso Catálogo de Planetas ExtraSolares (a propósito, a The Planetary Society tem uma edição online desse registo), mas, também, a desafiar algumas das ideias consensuais sobre o nascimento e evolução dos planetas. Fazer Ciência, portanto.
