Ó meu pobre coração, perdes tudo.
Não sabes tu inventar outra rua.
E por ela fluísse o ar mais
puro,
A boca e a palavra sempre nua.
Por regra, naquilo que escrevo, não recorro a acontecimentos ou apontamentos pessoais sobretudo se envolvem terceiros, mas neste caso julgo ...
Sem comentários:
Enviar um comentário