O natal era um ramo de azevinho
E arbustos
redolentes enraizados
Nas
ruínas de pedra de um musgoso muro.
O
natal era um ramo de azevinho,
O
verdor das ervas húmidas, sob um nimbo,
E o coração no caminho de volta ao mundo.
"Como vou confiar num ministro da educação que descredibiliza os meus professores e que não entrega os meus resultados? (…) As nossas n...
Sem comentários:
Enviar um comentário