O natal era um ramo de azevinho
E arbustos
redolentes enraizados
Nas
ruínas de pedra de um musgoso muro.
O
natal era um ramo de azevinho,
O
verdor das ervas húmidas, sob um nimbo,
E o coração no caminho de volta ao mundo.
No passado dia 29 de Abril, saiu no jornal Público (ver aqui ) mais um texto, muitíssimo lúcido, da professora Maria do Carmo Vieira sobr...
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