O natal era um ramo de azevinho
E arbustos
redolentes enraizados
Nas
ruínas de pedra de um musgoso muro.
O
natal era um ramo de azevinho,
O
verdor das ervas húmidas, sob um nimbo,
E o coração no caminho de volta ao mundo.
A linhas tantas, diz André Carmo, professor da Universidade de Évora, num artigo publicado na revista Visão de 8 de Outubro (páginas 86-87),...
Sem comentários:
Enviar um comentário