O natal era um ramo de azevinho
E arbustos
redolentes enraizados
Nas
ruínas de pedra de um musgoso muro.
O
natal era um ramo de azevinho,
O
verdor das ervas húmidas, sob um nimbo,
E o coração no caminho de volta ao mundo.
Não ouvi o que Paulo Guinote refere ter ouvido na rádio acerca da famigerada literacia financeira, mas confio no registo que fez ( aqui ): ...
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