O natal era um ramo de azevinho
E arbustos
redolentes enraizados
Nas
ruínas de pedra de um musgoso muro.
O
natal era um ramo de azevinho,
O
verdor das ervas húmidas, sob um nimbo,
E o coração no caminho de volta ao mundo.
Acabo de ler um texto de Rui Bebiano, historiador e professor, publicado no jornal As Beiras de hoje, que vejo de grande interesse para ...
Sem comentários:
Enviar um comentário