O natal era um ramo de azevinho
E arbustos
redolentes enraizados
Nas
ruínas de pedra de um musgoso muro.
O
natal era um ramo de azevinho,
O
verdor das ervas húmidas, sob um nimbo,
E o coração no caminho de volta ao mundo.
Num artigo saído no jornal Público já há alguns dias (ver aqui ), António Carlos Cortez, professor, escritor e cronista, apresenta a sua op...
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