I)
Ó eterno amor, amor de morrer,
Da aurora ainda a pose rememoro.
Eu acordava só com o teu rosto
E o coração de um pássaro a bater.
II)
Afasta minhas lágrimas,
criança.
Eu ainda aqui estou,
Porque o céu também se alcança.
Num artigo saído no jornal Público já há alguns dias (ver aqui ), António Carlos Cortez, professor, escritor e cronista, apresenta a sua op...
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