Ó meu pobre coração, perdes tudo.
Não sabes tu inventar outra rua.
E por ela fluísse o ar mais
puro,
A boca e a palavra sempre nua.
Sobre a mensagem de Natal do Primeiro-Ministro , escreveu um professor, Agostinho Silveira : O senhor primeiro ministro acabou de dizer aqui...
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