quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Ó meu pobre coração, perdes tudo

Ó meu pobre coração, perdes tudo.

Não sabes tu inventar outra rua.

E por ela fluísse o ar mais puro,

A boca e a palavra sempre nua.

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Num artigo saído no jornal Público já há alguns dias (ver aqui ),  António Carlos Cortez, professor, escritor e cronista, apresenta a sua op...