quinta-feira, 22 de setembro de 2011

RELIGIÃO, PORQUÊ?


Informação recebida do grupo teatral "A Barraca":

RELIGIÃO, PORQUÊ? é o titulo aliciante de um livro da autoria de um médico – um prático da vida terrena – que se preocupou em estudar “a irracionalidade das crenças, dos misticismos, dos fanatismos, das superstições”.

É uma obra extensa, rigorosa, que retrata as guerras religiosas que têm martirizado a Humanidade e homenageia as “machadadas demolidoras vibradas por Charles Darwin e Karl Marx sobre velhas concepções do Deus criador e do dualismo com os seus dois mundos, o natural e o sobrenatural”.

De notar ainda que o autor – Manuel Souto Teixeira – revela um belíssimo gosto e aguda intenção satírica com os seus desenhos que ilustram a obra.

APRESENTAÇÃO : BAR da BARRACA, 4 de OUTUBRO, 19,30

7 comentários:

Anónimo disse...

Esta capa faz lembrar a cena da cruz na "Vida de Brian", dos Monty Python. "Stop worshiping me and get me out of here, you bastards!".

Muito bom.

Anónimo disse...

E viveram felizes para sempre desde o Danúbio ao Pacífico (toda uma área liberta da religião sobre a pregação de Marx), sem guerras martirizantes da humanidade.
Isto é o que se dá quando se vai ao baú das velharias no sótão do avô jacobino.
Xico

António Pedro Pereira disse...

Xico:
E viveram felizes para sempre EM TODO O RESTO DO MUNDO PARA ALÉM DO ESPAÇO ENTRE o Danúbio E O Pacífico (toda uma área liberta DAS MONSTRUOSAS IDEIAS ANTI-RELIGIOSAS DA pregação de Marx), sem guerras martirizantes da humanidade.
Isto é o que se dá quando se vai ao baú das «NOVIDADES» no sótão DOS AVÓS ANTI-JACOBINOS.
Está a ver como os argumentos são facilmente reversíveis?
Devemos sempre discutir com base nos textos, nunca nos pré-textos (ou pré-conceitos = preconceitos).

Cláudia S. Tomazi disse...

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão e langanimidade, suportando-vos mutuamente, se algum tiver razão de queixa contra o outro.

Cláudia disse...

* Cl 3,12

Anónimo disse...

Caro António Pedro,
Não fui eu quem disse que as guerras que martirizam o mundo são religiosas. Desde Tróia que se sabe que não é assim, embora literariamente é sempre mais giro ver Atena contra Apolo. Foi só contra esse preconceito que reagi: "que o mundo sem religião seria mais pacífico". O mundo seria mais pacífico, sem homens e sem mulheres! É que não gosto de preconceitos.
Xico

Anónimo disse...

Olhar a religião apenas pelo prisma das guerras e esquecer o seu valor na educação e o seu papel caritativo por todo o mundo é deturpar a verdade.

Desde do "translation movement" do califa Al-Ma'mun até a criação da Universidade pela Igreja Católica. Ou mesmo a caridade dos monges, freiras, presbíteros e leigos na construção de hospitais, escolas, orfanatos e creches, impirados na caridade divina. Todas essas razões estão longe de ser maléficas à sociedade e representam a importância da religiosidade.

A fé religiosa é imprenscindível para a evolução e manutenção da sociedade.

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