quinta-feira, 7 de abril de 2011

Anda com uma cara, o infeliz!

Noutro tempo, noutro contexto, Quino, pela voz da Liberdade, traduzia a nossa tragédia. Que infelizmente está longe de ser só nossa (clicar aqui para ver melhor). Eis o diálogo entre a pequena Liberdade e a Mafalda:

Mafalda: O teu papá, Liberdade, em quem pensa votar nas próximas eleições?

Liberdade
: Cala-te... anda com uma cara o infeliz!

Mafalda: Ah! Ainda não se decidiu por nenhum candidato?

Liberdade
: Sim, decidiu-se e anda com uma cara o infeliz!

Mafalda: Porquê? Pensa que esse candidato vai peder?

Liberdade: Não, pensa que vai ganhar, e anda com uma cara o infeliz!

Mafalda: Não compreendo,o teu papá Liberdade: sabe em quem votar nas próximas eleições, pense que esse candidato vai ganhar... e não está satisfeito?
Liberdade: Não, anda com uma cara o infeliz!

Mafalda: Mas... porquê? Talvez suponha que não vão deixar o candidato governar?

Liberdade: Às vezes supõe isso, e então anda com uma cara!... Outras vezes supões que sim, que o vão deixar governar e também anda com uma cara, o infeliz!

Mafalda: Mas raio não se lembrou de votar num dos outros?

Liberdade: Lembrou-se, e anda com uma cara, o infeliz!

5 comentários:

Sara Raposo disse...

Boa tarde:

A imagem está num formato demasiado pequeno e não é legível.
Cumprimentos.

Anónimo disse...

Deve ser bonito (senão não seria apresentado por quem apresenta) mas não consigo ler nada.

Leonardo de Oliveira Martins disse...

Achei em melhor resolução nesse blog, aqui:
http://3.bp.blogspot.com/_GW6ex37pm9g/TT1yuArrNyI/AAAAAAAAC4c/6hkpPJoa0ak/s1600/mafalda%2Belei%25C3%25A7%25C3%25B5es.jpg

(links em blogues são como referências em artigos, meus caros...)

Helena Damião disse...

Caros leitores
Muito obrigada pela vossa informação e pelo link. Para melhor se compreender a ideia resolver transcrer o diálogo.
Maria Helena Damião

J.Pedro Henriques disse...

Boa noite,
"Clickando" na imagem ela aumenta de tamanho

J.Pedro

UM TIPO DE CENSURA DE LIVROS AINDA SEM DESIGNAÇÃO

Não sabemos ao certo, mas podemos colocar a hipótese, muito plausível, de a censura da expressão humana, nas suas mais diversas concretizaçõ...