terça-feira, 28 de setembro de 2010

"AS PEDRAS E AS PALAVRAS", POR GALOPIM DE CARVALHO

Vale a pena ler o texto "As pedras e as palavras" no blogue do geólogo e grande divulgador científico Galopim de Carvalho (blogue onde também se encontram saborosas receitas alentejas): aqui.

7 comentários:

  1. Solicita-se mão-de-obra para este começo de soneto... em homenagem a Galopim de Carvalho:

    As pedras, os calhaus que enchem os montes,
    são metaforicamente os alfarrábios
    que constituem, para muitos sábios,
    sobre a história da terra as suas fontes.

    JCN

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  2. Texto sensacional. Obrigado pela referência.

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  3. José Batista da Ascenção28 de setembro de 2010 às 22:34

    Por isso saber lê-las é preciso
    Assim como precisa é a escola
    Que do entusiasmo faça mola
    Para as decifrar com tento e siso

    Nota: Professor JCN, apenas me permiti este atrevimento na intenção de que, perante a pobreza dos versos(?!) que acrescentei, os ignore e se despache a concluir o soneto. Bem vê que eu até gostaria de colaborar. Prova-o o (meu) esforço. Mas o Senhor não permitirá vergonhas, tanto mais que está em causa a consideração, a ternura e o carinho que sentimos pelo Professor Galopim de Carvalho.

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  4. Muito estimado e cultíssimo Amigo, Dr. José Batista da Ascenção:

    Com as afeiçoadas pedras que juntou às minhas tendo em vista levantar poeticamente um monumento de homenagem ao Prof. Galopim de Carvalho, primoroso lavrante da palavra, esbocei ao meu jeito este texto, que espero não desmereça a sua benevolente aprovação:

    SABOREANDO PEDRAS

    As pedras, os calhaus que enchem os montes,
    são, por assim dizer, os alfarrábios
    que contituem, para certos sábios,
    sobre a história da terra as suas fontes.

    São livros de uma imensa biblioteca
    enm caractéres que nem toda a gente
    consegue soletrar minimamente
    numa leitura de expressão correcta.

    Já para os cientistas na matéria
    favas contadas são sua leitura
    numa interpretação segura e séria.

    Comprazem-se, além disso, a folhear
    essa peculiar... literatura
    como um epicurista ante um manjar!

    JOÃO DE CASTRO NUNES

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  5. José Batista da Ascenção30 de setembro de 2010 às 15:32

    Caríssimo Professor João de Castro Nunes

    Que poderia eu dizer,senão que está muito bem, muitíssimo bem.
    Agora só falta oferecê-lo ao Professor Galopim de Carvalho. Isso pode ser feito indo ao "blogue" dele (ver ligação acima) e dando-lhe conhecimento, por exemplo na caixa de comentários do texto que, em boa hora, ele afixou.
    Tenho a certeza de que ele apreciará.

    Só mais uma pequena (grande) coisa: bem gostaria que a minha cultura correspondesse à bondade com que me olha. Ou à honra que sinto por me ter chamado Amigo. Bem Haja.

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  6. Muito estimado e admirado Amigo, Dr. José Batista da Ascensão:

    Na linha da sua gratíssima sugestão, acabo de colocar no blogue do Prof. Galopim de Carvalho o soneto que, a dois, lhe dedicámos. Gostará? JCN

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  7. Estimado Amigo João de Castro Nunes:

    Agora é que eu não sei que lhe diga. Como pode o meu nome figurar sob um poema que não saberia compôr? Ainda por cima em primeiro lugar?
    Em matéria de poesia, a única coisa de que me sinto capaz é de senti-la e apreciá-la. E de dedicá-la. Mas com respeito pelos autores. E mais não peço.
    Por isso lá deixei no blogue do Professor Galopim de Carvalho uma pequena confissão, que considero de elementar justiça.
    Imensamente grato.

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