"AS PEDRAS E AS PALAVRAS", POR GALOPIM DE CARVALHO
Vale a pena ler o texto "As pedras e as palavras" no blogue do geólogo e grande divulgador científico Galopim de Carvalho (blogue onde também se encontram saborosas receitas alentejas): aqui.
Vale a pena ler o texto "As pedras e as palavras" no blogue do geólogo e grande divulgador científico Galopim de Carvalho (blogue onde também se encontram saborosas receitas alentejas): aqui.
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De Rerum Natura
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10:06
Labels: blogosfera, geologia
O blog que partilha o título com o poema de Lucrécio fala também de várias coisas do mundo, procurando expor a sua natureza. Parte da realidade do mundo (o nosso mundo, feito de átomos e espaço vazio) para discutir o empreendimento humano da descoberta do mundo, que é a ciência, e as profundas implicações que essa descoberta tem para a nossa vida no mundo.
Solicita-se mão-de-obra para este começo de soneto... em homenagem a Galopim de Carvalho:
ResponderEliminarAs pedras, os calhaus que enchem os montes,
são metaforicamente os alfarrábios
que constituem, para muitos sábios,
sobre a história da terra as suas fontes.
JCN
Texto sensacional. Obrigado pela referência.
ResponderEliminarPor isso saber lê-las é preciso
ResponderEliminarAssim como precisa é a escola
Que do entusiasmo faça mola
Para as decifrar com tento e siso
Nota: Professor JCN, apenas me permiti este atrevimento na intenção de que, perante a pobreza dos versos(?!) que acrescentei, os ignore e se despache a concluir o soneto. Bem vê que eu até gostaria de colaborar. Prova-o o (meu) esforço. Mas o Senhor não permitirá vergonhas, tanto mais que está em causa a consideração, a ternura e o carinho que sentimos pelo Professor Galopim de Carvalho.
Muito estimado e cultíssimo Amigo, Dr. José Batista da Ascenção:
ResponderEliminarCom as afeiçoadas pedras que juntou às minhas tendo em vista levantar poeticamente um monumento de homenagem ao Prof. Galopim de Carvalho, primoroso lavrante da palavra, esbocei ao meu jeito este texto, que espero não desmereça a sua benevolente aprovação:
SABOREANDO PEDRAS
As pedras, os calhaus que enchem os montes,
são, por assim dizer, os alfarrábios
que contituem, para certos sábios,
sobre a história da terra as suas fontes.
São livros de uma imensa biblioteca
enm caractéres que nem toda a gente
consegue soletrar minimamente
numa leitura de expressão correcta.
Já para os cientistas na matéria
favas contadas são sua leitura
numa interpretação segura e séria.
Comprazem-se, além disso, a folhear
essa peculiar... literatura
como um epicurista ante um manjar!
JOÃO DE CASTRO NUNES
Caríssimo Professor João de Castro Nunes
ResponderEliminarQue poderia eu dizer,senão que está muito bem, muitíssimo bem.
Agora só falta oferecê-lo ao Professor Galopim de Carvalho. Isso pode ser feito indo ao "blogue" dele (ver ligação acima) e dando-lhe conhecimento, por exemplo na caixa de comentários do texto que, em boa hora, ele afixou.
Tenho a certeza de que ele apreciará.
Só mais uma pequena (grande) coisa: bem gostaria que a minha cultura correspondesse à bondade com que me olha. Ou à honra que sinto por me ter chamado Amigo. Bem Haja.
Muito estimado e admirado Amigo, Dr. José Batista da Ascensão:
ResponderEliminarNa linha da sua gratíssima sugestão, acabo de colocar no blogue do Prof. Galopim de Carvalho o soneto que, a dois, lhe dedicámos. Gostará? JCN
Estimado Amigo João de Castro Nunes:
ResponderEliminarAgora é que eu não sei que lhe diga. Como pode o meu nome figurar sob um poema que não saberia compôr? Ainda por cima em primeiro lugar?
Em matéria de poesia, a única coisa de que me sinto capaz é de senti-la e apreciá-la. E de dedicá-la. Mas com respeito pelos autores. E mais não peço.
Por isso lá deixei no blogue do Professor Galopim de Carvalho uma pequena confissão, que considero de elementar justiça.
Imensamente grato.