terça-feira, 13 de janeiro de 2009

INTELECTUAIS


Informação recebida da Editorial Guerra e Paz:

Paul Johnson, "Intelectuais", Guerra e Paz, 2009, tradução: Rui Santana Brito, 496 pp.

Sobre o livro:

Um intelectual é um indivíduo que se sente qualificado e impelido a formular e promover doutrinas que visam o desenvolvimento da Humanidade, muitas vezes em oposição às normas vigentes. O programa desta obra assenta na resposta à seguinte formulação: terão os intelectuais sido coerentes, nas suas vidas, com as ideias que defendiam? Paul Johnson constata que não e põe a nu a contradição de muitas das figuras intelectuais cujas obras influenciaram o mundo e marcaram a sua geração e as gerações seguintes. Assim, Rousseau, que propunha a criação de um estado paternalista, que se ocupasse das necessidades básicas dos cidadãos e da sua educação desde tenra idade, abandonou os seus cinco filhos em orfanatos. Marx não sabia o que era pagar um salário, pois nunca o fez, apesar de ser essa a sua obrigação perante a sua fiel criada. À semelhança destes, são analisados casos de outros notáveis do pensamento mundial como Hemingway, Sartre, Tolstoi ou Bertrand Russell.Um fascinante olhar sobre a natureza humana e as suas contradições.

Sobre o autor:

Paul Johnson é um dos mais importantes historiadores e jornalistas britânicos da actualidade. Nascido a 2 de Novembro de 1928 em Manchester, tornou-se conhecido nos anos 50 como jornalista e editor da revista New Statesman. Foi educado em Stonyhurst, famoso colégio católico inglês onde também estudou Arthur Conan Doyle. Autor de uma prolífica obra que abrange temas como a história, a filosofia ou a religião, destacando-se títulos como a História do Cristianismo (1977) e a História dos Judeus (1987), leituras obrigatórias sobre esses temas, e ainda Ireland: A Concise History from the Twelfth Century to the Present Day (1981), A History of the American People (1997), Modern Times: The World from the Twenties to the Nineties (2001), O Renascimento: História Breve (2002) ou Criadores (2006).

Sem comentários:

Enviar um comentário

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.