Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Do século das crianças ao século de instrumentalização das crianças
Muito em virtude do Movimento da Educação Nova, iniciado formalmente em finais de 1890 e, em especial, do trabalho de Ellen Key, o século XX...
-
Perguntaram-me da revista Visão Júnior: "Porque é que o lume é azul? Gostava mesmo de saber porque, quando a minha mãe está a cozinh...
-
Outro post convidado de Rui Baptista: Transformou-se num lugar-comum atribuir às gerações posteriores a responsabilidade pela perdição do mu...
-
Por A. Galopim de Carvalho Provavelmente já havia torradeiras eléctricas, mas nós ainda as não conhecíamos, e a manteiga-de-vaca era um dos...
1 comentário:
Fui professora de matemática durante 40 anos no ensino oficial. Nas minhas aulas, até ao 9º ano nunca entrou uma única máquina de calcular, apenas autorizei o seu uso a partir do 2º período do 10º ano. Verifiquei que o uso da calculadora levou ao esquecimento dos cálculos mais básicos (a prática das tabuadas) e à inexistência de cálculo mental com as operações adição, divisão, multiplicação de números inteiros e também à falta de sentido crítico relativamente aos resultados obtidos. Devia ser proibido o uso de calculadora até ao 10º ano. Quanto a mim, apenas serve para desenvolver a cabeça dos dedos das mãos. Licenciei-me em 1963 em Ciências Matemáticas pela Universidade de Coimbra - nunca trabalhei com máquina de calcular e nunca me senti menos capaz e menos rápida a atingir os resultados comparativamente com outros colegas da disciplina por esse facto.
Maria Fernanda M. C. Nascimento Costa
Enviar um comentário