quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A terceira idade começa aos 60 anos

Texto do Professor Galopim de Carvalho publicado hoje na revista Visão Solidária.
Se, como se ouve dizer, a terceira idade começa aos 60 anos, tenho de admitir que, embora sem me ter dado conta disso, entrei na classe etária dos chamados idosos, corria o ano de 1991. Há, pois, pouco mais de vinte anos que sou um idoso na condição inexorável de envelhecer. Mas ser idoso aos 60 anos, profissionalmente realizado, com saúde, e ter sido alvo das atenções e da respeitabilidade que, infelizmente, nem toda a gente tem, mas que eu, muito felizmente, pude desfrutar, foi bom. Foi, mesmo, muito bom. Só que o tempo não pára e as artérias envelhecem mesmo. Com elas envelheceu o corpo mas não a mente, para meu bem e dos que ainda beneficiam do meu trabalho.
Continua aqui.

4 comentários:

José Batista disse...

E os que beneficiam do seu trabalho beneficiam muito. Muito mesmo, caríssimo Professor.

Um grandíssimo obrigado por isso.
E por podermos contar sempre com a sua pronta ajuda.
Já nem falo do exemplo, a todos os títulos.

Imperatriz Sissi disse...

Sempre julguei que fosse aos 65...
E numa época em que os 30 são os novos 20 e os 40 os novos 30, isso não será mais relativo do que nunca?

Cláudia da Silva Tomazi disse...

Bem, haja! Professor Galopim de Carvalho com todo gôsto, esclarecido e saudável.

J. F. Guimarães disse...

Porquê aos 60 e não aos 70?
Rotulagem nem sempre ajuda. Contudo, não é com a idade que se fica mais experiente, logo com mais conhecimento, logo com mais acesso à sabedoria?
Já li artigos deveras interessantes de fontes que merecem alguma credibilidade, onde afirmavam que o homem há milhares de anos vivia por vezes centenas de anos. Porque será que hoje se vive tão pouco tempo e por vezes as últimas décadas de vida são preenchidas com qualidade de vida miserável?

QUANDO ESTOU SENTADO, FRENTE AO COMPUDAOR, NÃO TENHO IDADE.

Por A. Galopim de Carvalho  São raros os meus familiares, amigos e colegas de trabalho que continuam a resistir à gadanha do tempo. Já quase...