As mais de 5.000 galáxias visíveis na imagem ocupam uma área do céu que, a partir da terra, é um retângulozinho com o lado maior inferior a um décimo do diâmetro da lua. Assim, não nos é racionalmente possível ter uma verdadeira ideia da dimensão do universo. Pelo que, em temos cosmológicos, e relativamente a nós próprios, é legítimo que perguntemos, como tantos já fizeram: - O "que" somos? - "Quem" somos? - De "onde viemos"? - Para "onde" vamos? - Qual é o nosso "papel" no planeta e no universo? E se pensarmos nos ensinamentos geniais de Darwin, concluímos que o mecanismo que nos fez evoluir até ao presente depende do... acaso. O que não deixa de ser... desconcertante.
Vale que a necessidade de pão, relação, prazer e cuidados com o hoje e o amanhã, nosso e dos "nossos", nos obriga ao pragmatismo com que vivemos um dia após outro...
A vidinha, portanto.
O que molda o conceito de nobreza à nossa (mutável...) condição.
1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome. 2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas". 3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.
As mais de 5.000 galáxias visíveis na imagem ocupam uma área do céu que, a partir da terra, é um retângulozinho com o lado maior inferior a um décimo do diâmetro da lua.
ResponderEliminarAssim, não nos é racionalmente possível ter uma verdadeira ideia da dimensão do universo.
Pelo que, em temos cosmológicos, e relativamente a nós próprios, é legítimo que perguntemos, como tantos já fizeram:
- O "que" somos?
- "Quem" somos?
- De "onde viemos"?
- Para "onde" vamos?
- Qual é o nosso "papel" no planeta e no universo?
E se pensarmos nos ensinamentos geniais de Darwin, concluímos que o mecanismo que nos fez evoluir até ao presente depende do... acaso.
O que não deixa de ser... desconcertante.
Vale que a necessidade de pão, relação, prazer e cuidados com o hoje e o amanhã, nosso e dos "nossos", nos obriga ao pragmatismo com que vivemos um dia após outro...
A vidinha, portanto.
O que molda o conceito de nobreza à nossa (mutável...) condição.
Enfim, uns pobres muito anchos, por vezes.