quinta-feira, 30 de julho de 2009

MAIL-ART: A (RE)VOLUÇÃO DE DARWIN


Informação recebida do Museu da Ciência - Coimbra

No âmbito das comemorações do bicentenário do aniversário do nascimento de Charles Darwin e dos 150 anos do aniversário da publicação da sua obra mais importante A origem das espécies, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra lança o desafio aos artistas de Mail-Art de todo o mundo, no sentido de nos enviarem trabalhos inspirados na figura de Darwin ou na teoria da origem e evolução das espécies. Saiba mais sobre esta inicitiva e consulte os trabalhos já recebidos.

Até 31 de Dezembro 2009.

7 comentários:

  1. A REDUÇÃO DE INFORMAÇÃO GENÉTICA

    Os criacionistas afirmam que a evolução das espécies não aconteceu, não necessariamente porque prefiram explicações religiosas a todo o custo, mas porque existem boas razões teológicas, hermenêuticas e científicas para reconhece que a Bíblia é, efectivamente, Palavra de Deus e que, por isso a sua autoridade deve ser reconhecida.

    Quando se reconhece a autoridade da Palavra de Deus obtém-se uma grelha interpretativa que funciona como critério de verdade e guia de pesquisa, permitindo compreender o que se observa e fazer previsões sobre o que se espera observar.

    A Bíblia ensina que todos os seres vivos foram criados de forma inteligente, reproduzindo-se de acordo com a sua espécie.

    O conceito bíblico de espécie está mais perto do de género ou família, traduzindo um determinado potencial genómico.

    A existência de um Criador Comum inteligente para todas as espécies permite compreender, não apenas as semelhanças e as diferenças que encontramos entre elas (estamos a falar de um Criador Comum para todas elas), mas também a dependência da vida de informação codificada, sendo que a informação codificada é a marca, por excelência, da inteligência e da racionalidade.

    No entanto, a Bíblia também diz que depois do pecado humano toda a criação ficou sujeita à corrupção e à morte.

    Esta afirmação permite compreender porque é que os genomas estão a perder informação genética.

    Isso foi recentemente observado em estudos sobre o Cromossoma Y (que está a perder genes) e foi novamente confirmado no estudo de muitos maníferos.

    Esses estudos confirmam a trajectória descendente da informação.

    Ou seja, as mutações e a selecção natural degradam e eliminam informação genética pré-existente, dando origem a genomas de menor dimensão e com menor variedade e funcionalidade.

    Por esse motivo, o que nós vemos na natureza não é evolução (criando informação genética nova e mais complexa), mas corrupção (eliminando e degradando a informação genética pré-existente).

    A corrupção observada é exactamente o contrário da evolução de partículas para pessoas.

    Esta realidade permite compreender que os fósseis e as camadas de sedimentos não são evidência de evolução (na verdade não existe evidência de evolução gradual no registo fóssil!) mas sim da ocorrência de um dilúvio global, com uma causa fortemente teológica e proporções cataclísmicas globais, por causa do pecado do ser humano. Assim se compreendem bem as evidências de catastrofismo na coluna geológica (que explica a emergência do neo-catastrofismo) e a descoberta repetida de tecidos moles, hemoglobina, vasos sanguíneos, etc., em ossos de dinossauros (T Rex e Hadrossauros) não fossilizados.


    Veja-se o estudo:

    After Dinosaurs, Mammals Rise But Their Genomes Get Smaller

    ScienceDaily (July 29, 2009)

    Aí se diz: “The depressed numbers of very young LTRs, Lynch says, strongly suggests a contraction in overall genome sizes of the lineages of the mammals the scientists studied.”

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  2. Mas será que estes criacionistas ainda não perceberam que estão enganados no local das suas campanhas?
    Além disso, como pretendem fazer comparações entre religião (por natureza dogmática e que procura dados para corrobar uma ideia) e ciência (por natureza céptica e que perante os dados retira ideias)?
    As teorias científicas têm uma natureza intrínseca: não são definitivas; estão sujeitas a revisão e a melhoramento, melhoramento esse proporcionado por novos dados. Mas esse melhoramento não é feito por desistência do género "isto está difícil, é um deus" e ponto final. Porquê ficar pela explicação mais fácil e básica? porque é que não devemos embarcar, enquanto espécie humana, na procura de respostas em vez de nos contentarmos com um deus?
    Como a diferença é substancial (de método) porque não ir para um speaker's corner pregar todo esse mambo-jambo?

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  3. A redução de informação genética acontece. mas não como os criacionistas dizem.

    Acontece cada vez que se estingue outra especie ou população especificos.

    As mutações aumentam sempre a informação.

    Porque?

    Imaginem uma população onde existe alelos A e B para caracteristica X.

    Em um individuo, B sofre uma mutação, e passa a ser C, com uma sequencia ligeiramente diferente.

    Nessa população, graças a esse individuo passamos então a ter os alellos A, B e C.

    A informação disponivel no patrimonio genetico da população para a caracteristica X aumentou em 50%.

    Um exemplo real:

    O cromossoa Y é parte do cromossoma X.

    O cromossoma X perdeu um braço (com delecção multipla de genes) e nasceu o Y.

    Passamos a ter então informação para distinguir machos e femeas, quando antes esta não existia.

    Temos mais informação.

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  4. "Esta afirmação permite compreender porque é que os genomas estão a perder informação genética.

    Isso foi recentemente observado em estudos sobre o Cromossoma Y (que está a perder genes) e foi novamente confirmado no estudo de muitos maníferos. ",

    Se o cromossoma y está a desaparecer significa este fenómeno que o mesmo está a mais na natureza e o cromossoma x é mais forte e aperfeiçoado que o y?
    Não será uma questão de géneros?!, Feminino (X X ) e masculino (Y X)?!
    Não terá o y algum defeito ou falha?!

    Para pensar , não?

    Cumpts,
    Madalena Madeira

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  5. Madalena Madeira:

    "Não terá o y algum defeito ou falha?!"

    Só se a reprodução sexuada lhe parecer uma falha. No entanto visiono que foi esse o processo da sua própria criação.

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  6. João,

    Sim! da criação de todos nós , mas como somos todos deusezinhos, quem sabe um dia ( visionou que sim)aboliremos o cromossma y da criação , ou então tornamo-o mais aperfeiçoado , limamos o que está incorrecto geneticamente.

    Cumpts,
    Madalena Madeira

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