I)
Ipomeia,
muro.
Poema, rumor, sopro.
Choupos, ar puro.
Riso, amor.
Mãos, alba do corpo.
Ventre,
flor.
Amo
esta chuva que vou perder.
E o corpo dele próprio mais perto,
Como
se fosse todo um deserto
Que em vida nunca mais fosse arder.
No passado dia 29 de Abril, saiu no jornal Público (ver aqui ) mais um texto, muitíssimo lúcido, da professora Maria do Carmo Vieira sobr...
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