Transcreve-se excerto do artigo com o título de cima da professora Maria do Carmo Vieira publicado no último "JL Educação" (7 a 20 de Maio):
"A manter-se em funcionamento a brilhante equipa do Ministério da Educação, cujo canto 'a capella', mal ensaiado, encalha nas vozes do secretário de Estado adjunto da Educação e do secretário de Estado da Educação, são de esperar iniciativas tendentes a melhorar ainda mais rapidamente as estatísticas do ensino. As afirmações de que 'temos um sistema extremamente exigente e selectivo, que exclui uma parte significativa dos jovens (...) ' (Jorge Pedreira in Público, de 5/12/2007) e de que 'é um facto real que os países que não têm repetência, ou que têm taxas baixas, apresentam melhores resultados escolares medidos em termos de aprendizagem' (Valter Lemos, in Públicom, de 16/12/2007) parecem confirmar aquele objectivo. Assim, há que acabar com a exigência e, em simultâneo, a repetência, para que melhore o aproveitamento dos alunos. O êxito será então garantido se os alunos portugueses não se submeterem aos testes do PISA."
terça-feira, 13 de maio de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
E SE VOLTÁSSEMOS À DOCIMOLOGIA, OU SEJA, À CIÊNCIA DOS EXAMES?
Em texto que antes publiquei sobre a infindável tragicomédia em que se tornou a classificação dos exames nacionais, disse que ela não se d...
-
A falácia do espantalho , uma das mais utilizadas pelos que que não conseguem sequer compreender os temas em debate, basicamente consiste em...
-
Perguntaram-me da revista Visão Júnior: "Porque é que o lume é azul? Gostava mesmo de saber porque, quando a minha mãe está a cozinh...
-
Na Antiguidade, entre os Gregos e os Romanos, as máscaras eram utilizadas no teatro e serviam para caracterizar a personagem que ali se que...
1 comentário:
ora essa te sido a estratégia de todos os governos referentes à educação, veja-se o caso dos mumeros de licenciados só para contar para as estatisticas da OCDE.
Portugal no seu melhor..
Enviar um comentário