Um colega fez-me chegar este artigo de investigadores alemães que mostra como uma universidade da Arábia Saudita consegue posição nos rankings: contrata, pagando bem, por uma semana ao ano, investigadores altamente cotados, que pertencem primariamente a outras instituições. Em Portugal também existe este problema de "pertença" a duas, três e por vezes mais instituições (basta ver os papers), ninguém sabendo por vezes qual é a verdadeira instituição desses investigadores.
Os autores usaram a lista dos cientistas mais citados segundo a Thomson-Reuters. Em Portugal, no meio de milhares e milhares de cientistas mundiais, há apenas dois e nenhum é da área da biomedicina, a área que a FCT pretende escandalosamente favorecer. Lembro que é um físico da Universidade do Minho, que pertence a um centro chumbado pela FCT, e um engenheiro do Instituto Superior Técnico, que a FCT chumbou numa primeira fase.
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