Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
"A escola como plataforma do comércio"
Artigo de opinião do Professor Mário Frota, especialista em Direito do Consumo, publicado no jornal As Beiras de hoje, 12 de Maio de 20...
-
Perguntaram-me da revista Visão Júnior: "Porque é que o lume é azul? Gostava mesmo de saber porque, quando a minha mãe está a cozinh...
-
A falácia do espantalho , uma das mais utilizadas pelos que que não conseguem sequer compreender os temas em debate, basicamente consiste em...
-
Outro post convidado de Rui Baptista: Transformou-se num lugar-comum atribuir às gerações posteriores a responsabilidade pela perdição do mu...
1 comentário:
Peço desculpa à senhora D. Filomena Mónica, mas não sabia que a escola dava - ou passava (passa?) - telenovelas.
Mas é que concordo mesmo com ela, a escola não é para telenovelas (já basta a má novela em que a mesma escola se está tornando por via de tanta coisa que não cabe aqui). A escola é para ensinar a pensar, sim. E ensinar a pensar não é apenas papaguear. Não recuso no entanto a necessidade da memorização e o seu uso disciplinado. Somos seres históricos e sem memória não se faz a história de coisa nenhuma. Compreendemos historicamente também. Portanto, ensinar a pensar faz-se também memorizando, mas não apenas.
Eu pensava até que a escola ensinasse dentro do binómio conhecimento- pensamento crítico/criativo; que fosse esta a via por onde os meus filhos seguiram e a que, mãe pouco atenta, assisti mais do que participei - há-de ter sido a escola a colaborar no processo de me surgirem na medida em que os anos corriam, cada vez mais eles mesmos. Como mãe estou grata à escola que os ajudou a formar criticamente e muito mais que eu os informou.
Enviar um comentário