As eleições autárquicas de 2013 vão ser, quer se queira quer não, eleições nacionais. Esse fenómeno vai ser particularmente notório nas grandes cidades como Lisboa, Porto e Coimbra, mas também o será em muitas terras pequenas. Colocado pertante a possibilidade de expressar nas urnas a sua profunda insatisfação, mostrando um cartão vermelho a um governo que, com uma ou outra honrosa excepção, se tem revelado bastante incompetente, o eleitorado não hesitará. Resta só ver a intensidade do vermelho que vai ser mostrado.
Coimbra é um pouco o espelho do país, pelo que o efeito nacional se vai sentir localmente. E assim o "dinossauro" que o PS apresenta vai provavelmente voltar, decerto mais por demérito do governo do país do que por mérito próprio.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
"A escola como plataforma do comércio"
Artigo de opinião do Professor Mário Frota, especialista em Direito do Consumo, publicado no jornal As Beiras de hoje, 12 de Maio de 20...
-
Perguntaram-me da revista Visão Júnior: "Porque é que o lume é azul? Gostava mesmo de saber porque, quando a minha mãe está a cozinh...
-
A falácia do espantalho , uma das mais utilizadas pelos que que não conseguem sequer compreender os temas em debate, basicamente consiste em...
-
Outro post convidado de Rui Baptista: Transformou-se num lugar-comum atribuir às gerações posteriores a responsabilidade pela perdição do mu...
4 comentários:
Já mudou de opinião desde que teorizou sobre as greves anti-govcerno?
Chamar dinossauro a um senhor que já foi presidente da Câmara é bem pior do que dizer, ou escrever, porra. No melhor pano cai a nódoa.
E o senhor Dinossauro teve direito a carta de amor da esposa outra vez, como da última em que foi copiosamente derrotado?
Tudo bem - as eleições autárquicas têm uma "leitura nacional", que até o próprio Passos Coelho reconheceu. Parece que é assim em todo o mundo.
Mas fica então a pergunta:
Em que eleições é que me autorizam a escolher quem melhor gira a minha terra? Será nas legislativas? Nas europeias? Ou nas presidenciais?!
-
Quando os eleitores do Porto deram a maioria (e que maioria!) a um candidato apoiado por um partido do Governo estavam a apoiar este? Eu conheço bem o Porto (por sinal nasci lá), e garanto que não.
-
Resumindo e concluindo: se esta gente se propõe pegar no voto que dou para A e dizem que, afinal, o dei para B, prefiro votar em branco - embora correndo o risco de me virem dizer que, afinal, voto em Aguiar branco!
Enviar um comentário