segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Neanderthal: um beco sem saída da evolução?

Reconstrução tridimensional de um crânio Neanderthal efectuada no Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária em Leipzig.

Durante muito tempo pensou-se que o Neanderthal foi um degrau na evolução do homem, isto é que a árvore filogenética do homem seguiu uma linha entre o Australopithecus, Homo habilis, Homo erectus, Homo sapiens neanderthalensis e o Homo sapiens sapiens. Hoje em dia acredita-se que o Neanderthal é um ramo paralelo, sem sucesso, da evolução dos descendentes do Homo heidelbergensis, que seguiram duas linhas de evolução diferentes, determinadas pelo meio ambiente, respectivamente na Europa e em África.

Os hominídeos que viviam no Hemisfério Sul enfrentaram uma seca terrível. E os que evoluiram no norte tiveram de se adaptar a um frio glacial, com temperaturas de -30ºC. Para isso, isto é para resistir a um frio extremo, o Neanderthal desenvolveu características físicas específicas, tinha braços e pernas curtos e era mais robusto e baixo do que o homem moderno. Media cerca de 1,60m e enquanto o Homo erectus tinha um volume craniano médio de 1000 cm3, o Neanderthal apresentava um volume de 1450 cm3 e o Sapiens de 1300 cm3. De igual forma, o pescoço, cujas dimensões aumentaram do Australopithecus ao Homo erectus, era muito curto no Neanderthal voltando a ser longo no sapiens .

Estas e outras evidências experimentais levaram os antropólogos a classificar o Neanderthal como um ramo paralelo da evolução. Com o aperfeiçoamento da datação de ossos através do carbono-14, descobriu-se que o Homo erectus (um ramo extinto do Homo Ergaster), o Homo sapiens e o homem de Neanderthal foram contemporâneos, o que levantou novas questões, nomeadamente se houve cruzamento genético entre ambas as espécies e sobre as razões da extinção do Neanderthal.

As descobertas no Vale do Lis, especialmente o fóssil conhecido como «menino do Lapedo», permitiram a uma equipa de cientistas em que se inclui o português Zilhão sugerir que houve cruzamento do Neanderthal com o sapiens. As conclusões da equipa de Zilhão foram corroboradas por outra equipa de cientistas que, num trabalho mais recente, analisou os fósseis encontrados na caverna Petera Muierii (caverna da velha mulher) na Roménia. Os autores afirmam ter existido mistura do sapiens com o Neanderthal e como tal consideravam que a hipótese de que o Neanderthal é um beco sem saída evolutivo deveria ser abandonada.

Mas a maioria dos cientistas da área contesta esta hipótese e existem muitas dúvidas sobre se o menino do Lapedo é de facto um híbrido de sapiens e Neanderthal. O director do departamento de genética do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária, em Leipzig, Alemanha, Svante Pääbo, é um dos cépticos em relação a esta hipótese e em 1997 publicou na Cell (artigo em formato pdf) um artigo em que analisa ADN mitocondrial de um exemplar descoberto em 1856 no vale de Neander, perto de Düsseldorf. Pääbo concluiu na altura que não houve qualquer contribuição Neanderthal para o ADN mitocondrial dos humanos modernos.

Em Agosto de 2006, o Max Planck para a Antropologia Evolucionária iniciou um projecto de colaboração com a 454 Life Sciences Corporation em Branford, USA, com o objectivo de sequenciar o genoma do Neanderthal. Depois da sequenciação do genoma do chimpanzé, este projecto pretendia contribuir para o esclarecimento da evolução do homem e de algumas controvérsias evolutivas.

Os primeiros resultados foram publicados em simultâneo em 17 de Novembro de 2006 nas revistas Science e Nature. Mais de um milhão de pares de bases de ADN fossilizado foi analisado usando técnicas diferentes e embora apenas uma pequena parte do genoma Neanderthal tenha sido descodificada os resultados preliminares pareciam concordantes.

No entanto, algumas das conclusões eram intrigantes e contraditórias. O estudo na Science indicava que ambas as espécies partilharam um ancestral comum há aproximadamente 706 000 anos e que a separação das populações ancestrais respectivas aconteceu há cerca de 370 000 anos, antes do aparecimento dos homens anatomicamente modernos. O artigo indicava ainda que não havia qualquer contribuição do ADN Neanderthal no homem moderno. O estudo na Nature sugeria uma separação mais recente e continha alguns dados que pareciam confirmar uma mistura considerável de ADN Neanderthal no ADN do homem moderno.

Há três meses, um artigo na PLoS Genetics desvenda o mistério ao sugerir que os resultados contraditórios são resultado de contaminação.

Os autores reanalisaram os dados publicados pensando que as diferenças reportadas poderiam ser devidas aos diferentes métodos usados na análise. O trabalho publicado na Science assentou na clonagem de ADN nuclear Neanderthal em bactérias e subsequente sequenciação desse ADN; a equipa que publicou na Nature sequenciou directamente ADN amplificado Na reanálise, os autores descobriram que os dados da Nature continham sequências que pareceriam ser muito recentes o que indicava que algo de errado se passava com esses dados. De facto, usando apenas os dados da Nature, estimava-se que a separação humanos-Neanderthal teria acontecido há cerca de 35 000 anos, o que é totalmente inconsistente com o registo fóssil. Usando os dados da Science para calcular esta separação, os dados da Nature sugeriam elevados níveis de cruzamento genético entre humanos e Neanderthals; os dados da Science por sua vez sugeriam que não houve qualquer mistura.

A reanálise dos dados apontava para uma única conclusão: contaminação com ADN moderno do ADN analisado. Essa conclusão foi confirmada divindo as sequências publicadas na Nature de acordo com o tamanho dos fragmentos analisados. O ADN antigo tem grande probabilidade de se encontrar degradado e fragmentado de forma que sequências longas e pouco degradadas são provavelmente provenientes de contaminação. E de facto, as sequências com menos de 100 pares de bases são concordantes com os dados da Science enquanto as discrepâncias se encontram em sequências maiores. Ou seja, os fragmentos maiores não são do especimen Neanderthal mas são muito provavelmente de humanos modernos.

Os autores indicam que é necessário mais trabalho na análise das sequências obtidas mas que é relativamente simples distinguir o ADN Neanderthal do proveniente de contaminação com base nas dimensões dos fragmentos. Embora as controvérsias que rodeiam o Neanderthal não estejam totalmente esclarecidas, este trabalho é um excelente exemplo de como a ciência procura os erros e se auto-corrige. E de como podemos aprender com os nossos erros!

36 comentários:

  1. A conclusão parece correcta e pertinente.
    “Podemos aprender com os nossos erros!”

    Mas é pena não se ir mais longe. Devia também questionar-se o paradigma usado para deslindar a contradição. O modelo eufemisticamente apelidado de “mainstream” não se questiona a si próprio, isto é, se deve pôr em causa os próprios métodos para desfazer esta contradição.

    O cientista que confronta e não dialoga com modelos epistemológicos e paradigmas diferentes, não pondo em causa as suas próprias bases em que assenta (paradigma) está condenado a moer durante muito mais tempo os seus erros e desastres.

    A postura epistemológica mais profícua é aquela que, preservando os factos empíricos científicos que não estão em contradição com o resto do que se sabe, rejeitando os erros demonstrados pelos factos, deixa em aberto ao diálogo com outros paradigmas aquilo que ainda não foi provado.

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  2. Tenho dúvidas quanto à representatividade estatistica das amostras fossilizadas na tipagem da população respectiva, e nunca encontrei qualquer trabalho nessa área.
    Tendo deles conhecimento poderia a Palmira deixar-me alguma sugestão ?

    Obrigada.

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  3. Os criacionistas bíblicos entendem que os Neandertais são verdadeiros seres humanos, descendentes de Adão e Eva.

    Os Neandertais estão totalmente dentro dos parâmetros da variabilidade típica da espécie humana pós-diluviana, que é compatível com a existência de pigmeus, aborígenes, zulus, “modernos”, etc.

    Em sentido convergente, embora ainda refém do paradigma evolucionista, têm militado os sucessivos estudos do evolucionista Erik Trinkaus.

    Existem mais semelhanças entre os Neandertais e os povos do nordeste da Sibéria do entre os povos da África subsaariana e o “homem moderno”, com excepção dos chineses.

    Do mesmo modo, as diferenças entre Neandertais e Siberianos são menores do que as que existem entre aborígenes e outros grupos do “homem moderno” .

    Esqueletos recolhidos na Roménia mostram um mosaico de características típicas de Neandertais e “homens modernos”, como recentemente sublinhou Erik Trinkaus e a sua equipa.

    Um mosaico semelhante foi encontrado, por esta mesma equipa, em Portugal, no Lagar Velho.

    A evidência recolhida permite concluir que os mesmos sepultavam cerimonialmente os seus mortos, dominavam o fogo tocavam instrumentos musicais.

    Existe evidência de coexistência de Neandertais e homens modernos no médio oriente, e do fabrico de armas e utensílios de pedra idênticos e igualmente sofisticados.

    Do mesmo modo, existe evidência de sepultamento conjunto de Neandertais e homens “modernos”.

    Os Neandertais são verdadeiros seres humanos, que estiveram sobre grande pressão ambiental na sequência da Idade do Gelo pós-diluviana.

    É evidente que a ocorrência de um cataclismo global como o dilúvio torna inúteis e sem sentido todas as extrapolações que se queira fazer com base no Carbono 14.

    Do mesmo modo, o dilúvio global criou condições de contaminação de isótopos e decaimento radioactivo acelerado dos mesmos, pelo que também por aí os métodos de datação por isótopos caem por terra. Existem muitas evidências que corroboram este entendimento.

    O recente fiasco com as datações fraudulentas de Neandertais propostas pelo antropólogo alemão Reiner Protsch von Zienten, deveria colocar a Palmira Silva de sobreaviso.

    Uma boa parte das diferenças genéticas entre o mtDNA dos Neandertais e o do homem “moderno” ocorrem em “mutational hotspots”, que são locais em que podem ocorrer muitas mutações num curto espaço de tempo, não tendo por isso qualquer significado estatístico do ponto de vista do genoma.

    Além disso, há que ter em conta o risco de contaminação do DNA, como a Palmira Silva bem sugere.

    A referência a hipotéticos ancestrais comuns há cerca de 700 mil anos é pura interpretação de semelhanças e diferenças genéticas.

    Trata-se de uma "reconstrução evolucionista" da história, puramente especulativa e interpretativa, sem qualquer base historiográfica.

    A interpretação não pode ser confundida com os factos observados.

    Não existe nenhuma evidência directa de o ancestral comum tenha realmente existindo.

    Isso mesmo se depreende da nova corrente evolucionista, proposta pelo anatomista de Harvard Aaron Filler, que diz que afinal os chimpanzés e os orangutangos é que “evoluíram” a partir de hominídios erectos, atirando por terra o que se vinha ensinando como verdadeiro desde há 150 anos.

    A Bíblia diz que toda a espécie humana se dividiu, em diferentes subgrupos, depois da dispersão posterior ao dilúvio e a Babel, adaptando-se a condições ambientais profundamente alteradas por este cataclismo.

    De resto, não deixa de ser interessante o facto de mesmo os aborígenes da Austrália praticarem a circuncisão, uma prática que Deus instituiu na sua aliança com Abraão (Génesis 16,17).

    À luz da Bíblia, macacos sempre foram e são macacos, e seres humanos sempre foram e são seres humanos. A evidência observável é totalmente consistente com este entendimento.

    O problema da Palmira Silva é ainda não ter percebido que o problema não é a evidência.

    O problema é o paradigma evolucionista com base no qual a evidência é interpretada.

    Aí os mistérios e as contradições são mais do que muitos. Esse paradigma é que está absolutamente errado.

    Uma vez afastado esse paradigma e adoptado o criacionismo bíblico, que nos foi revelado pelo próprio Criador, toda a evidência começa a fazer todo o sentido.

    Se continuarem no velho paradigma, terão certamente muitos mais erros para corrigir. Talvez então percebam que o problema é mesmo com o paradigma.

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  4. O Jónatas já aprendeu quantos cromossomas têm os humanos? Já sabe que são 46 não dois?

    Podemos considerar inútil tentar argumentar com o Jónatas mas temos de admirar a total falta de vergonha na cara do senhor.

    Eu depois de ter escrito aquelas asneiras de palmatória tinha pelo menos um período de nojo.

    O Jónatas não! Aqui está ele, impávido e sereno a debitar pérolas atrás de pérolas de disparates do mesmo cariz sem o menor problema.

    Sim senhor, casca grossa e ignorância são coisas que não faltam ao Jónatas/perspectiva!

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  5. Caro Jónatas:
    A sua falta de perspectiva devia levá-lo a um período de nojo antes de voltar aqui - depois das últimas tristes intervenções, em que a cada erro de palmatória respondeu com silêncio, devia pensar no que diz e onde o diz, pois as Instituições a que pertence merecem algum respeito.

    Gosto de saber que os teólogos agora podem intervir na Ciência - será que os cientistas também poder ir ao Templo para discutir teologia ou ensinar ciência aos teólogos...?

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  6. Para a criatura perspectiva deixo o vídeo de Eddie Izzard sobre o Neanderthal.

    http://www.youtube.com/watch?v=-AAhd2Z2MkE

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  7. Os evolucionistas acusam os criacionistas de ignorância, erros de palmatória, sem mais.

    Generalidades...

    Nunca se fundamentam as acusações, nem se esclarece quais os erros de palmatória.

    Parece que não lhes interessa que os criacionistas respondam. Será que têm medo das respostas?

    Os cientistas naturalistas são sempre bem vindos ao templo.

    Mas já que os cientistas naturalistas não vão ao templo, o templo vem aos cientistas.

    Na verdade, este blogue é que provocou, quando começou a criticar os criacionistas.

    Foi este blogue que chamou os criacionistas à discussão. Os criacionistas virão sempre que o criacionismo for relevante.

    Importa ter presente que o único que presenciou a origem do Universo, da Vida e do Homem foi Deus.

    Nenhum cientista estava lá para observar, registar e medir.

    Nenhum cientista carregou no cronómetro quando Deus criou o Universo, para medir rigorosamente a sua idade.

    Daí que sobre essas questões os cientistas devam começar por ouvir a Deus.

    Se começam com as suas especulações partindo do princípio de que Deus não existe, erram.

    E erram em grande. Erram acerca da idade da Terra, da idade das rochas, da idade dos fósseis, dos supostos relógios moleculares, etc.

    Erram quando comparam DNA com detergente, como fez a Palmira Silva, ou quando dizem que o facto de as moscas darem moscas prova a evolução, como fez o Ludwig Krippahl.

    O modelo evolucionista está cheio de erros.

    A Lucy foi despromovida a macaca extinta, e os Neandertais são cada vez mais considerados como verdadeiros homens.

    Em ambos os casos se corrobora a verdade de que sempre existiram macacos e homens. Ontem, como hoje, são espécies que existem em simultâneo.


    Mas há mais.

    Que a evidência conclusiva de evolução de um primata para o ser humano era simplesmente inexistente mostram-no as correntes evolucionistas mais recentes.

    Estas, sustentadas entre outros por Aaron Filler, formado em Harvard, vêm agora defender que, afinal, e contra o que se ensinou nos últimos 150 anos, foram os chimpanzés e os orangotangos que "evoluíram" a partir de hominídios que andavam erectos.

    Trata-se da chamada "revolução do bi-pedalismo" através da qual se pretende deitar por terra tudo o que até agora tem sido ensinado.

    Ora, se a "evidência" é compatível com as ideias contrárias de que o homem evoluiu do "macaco" e de que o "macaco" evoluiu do homem, então muito provavelmente ela é compatível com a ideia de que nem aconteceu uma coisa nem outra.

    Sobre estas novas correntes,
    (veja-se: http://www.eurekalert.org/pub_releases/2007-10/plos-nfs100907.php)

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  8. Estimado Pedro.

    Os criacionistas sabem muito bem que o ser humano recebe 23 cromossomas de cada progenitor, o que permite a reprodução de acordo com a sua espécie, tal como a Bíblia diz.

    Se em algum momento se falou em 2 cromossomas (o que apesar de tudo não foi aqui demonstrado) isso só pode ter sido o resultado de uma mutação (erro de digitação), que corrompeu a informação.

    Na verdade, as mutações fazem mesmo isso. Elas destroem informação pré-existente.

    Os nossos posts não estão livres de erros de digitação. Estes tanto podem afectar letras como algarismos.

    Para mais informações sobre o criacionismo,

    www.creationwiki.org
    www.answersingenesis.org
    www.creationontheweb.org

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  9. Estimado Fernando Martins:

    Quando os criacionistas discordam dos evolucionistas, não se limitam a dizer a falar em erros de palmatória ou ignorância.

    Antes procuram apresentar os argumentos aduzidos e os contra-argumentos. Isto, respeitosamente e sem insultar.

    Vejamos:


    Palmira Silva

    1) Ao tentar conciliar a lei da entropia com a evolução, e pensando com isso desferir um golpe letal nos criacionistas, defendeu a analogia entre a estrutura ordenada dos cristais de gelo e a informação complexa e especificada do DNA.

    Esqueceu-se apenas que se tivéssemos DNA do tamanho de um cubo de gelo de um refrigerante vulgar teríamos aí possivelmente armazenada a informação genética suficiente para especificar cerca de 50 biliões de pessoas, coisa que, nem de perto nem de longe se passa com um cubo de gelo, o qual é sempre um cubo de gelo, pelo menos até se derreter ou, partindo-se, dar origem a dois ou mais cubos de gelo.

    2) Tem criticado os criacionistas por os mesmos terem certezas absolutas. Para ela, não existem certezas absolutas, o que põe o problema de saber como é que ela pode ter a certeza absoluta de que as suas críticas ao criacionismo estão certas.

    Para a Palmira todo o conhecimento começa na incerteza e acaba na incerteza. As premissas são incertas e as conclusões também.

    Mas a Palmira parece ter a certeza de que isso é assim.

    Diferentemente, os criacionistas entendem que o conhecimento baseado na revelação de um Deus omnisciente e omnipotente é um excelente ponto de partida e de chegada para o verdadeiro conhecimento.

    Para a Bíblia o mundo foi criado por um Deus racional, de forma racional para ser compreendido racionalmente por pessoas racionais. Os criacionistas propõem modelos científicos falíveis, mas, partindo da revelação de Deus, estão convictos de que existe a possibilidade de certeza no princípio e no fim.

    Jesus disse: eu sou o Alfa e o Ómega, o princípio e o fim.

    3) Criticou a noção de dilúvio global (presente na bíblia e corroborada por relatos semelhantes em praticamente todas as culturas da antiguidade) com a ideia de que a água nunca chegaria a cobrir o Evereste, esquecendo que é uma catástrofe das proporções do dilúvio que melhor permite explicar a origem do Evereste e o facto de nos seus diferentes estratos e no seu cume se encontrarem fósseis de moluscos.


    Ludwig Krippahl

    1) Defendeu que a mitose e a meiose são modos de criação naturalística de DNA, quando na verdade apenas se trata de processos de cópia da informação genética pré-existente no DNA quando da divisão das células.

    Por sinal, trata-se de uma cópia extremamente rigorosa, equivalente a 282 copistas copiarem sucessivamente toda a Bíblia e enganarem-se apenas numa letra.

    De resto, o processo de meiose corrobora a verdade bíblica de que todas as criaturas se reproduzem de acordo com a sua espécies, tal como Génesis 1 ensina.

    2) Defendeu a evolução comparando a hereditariedade das moscas (que se reproduzem de acordo com a sua espécie) com a hereditariedade da língua (cuja evolução é totalmente dependente da inteligência e da racionalidade.)

    Em ambos os casos não se vê que é que isso possa ter que ver com a hipotética evolução de partículas para pessoas, já que em ambos os casos não se explica a origem de informação genética.

    3) Defendeu que todo o conhecimento científico é empírico, embora sem apresentar qualquer experiência científica que lhe permitisse fundamentar essa afirmação.

    Assim sendo, tal afirmação não se baseia no conhecimento, segundo os critérios definidos pelo próprio Ludwig, sendo, quando muito, uma profissão de fé.

    Na verdade, não existe qualquer experiência ou observação científica que permita explicar a causa do hipotético Big Bang ou demonstrar a origem acidental da vida a partir de químicos inorgânicos.

    Ora, fé por fé, os criacionistas já têm a sua fé: na primazia da revelação de Deus.


    Paulo Gama Mota

    1) Defendeu há alguns meses atrás a teoria da evolução com o argumento de que sem ela não haveria telemóveis! É verdade!

    Não se percebe neste argumento o que é que os telemóveis têm que ver com a hipotética criação de informação genética nova através de mutações e selecção natural.

    Por outro lado, esquece-se que os telemóveis são o produto de design inteligente, nunca podendo ser utilizados para tentar legitimar a evolução aleatória do que quer que seja, e muito menos de seres cuja complexidade excede largamente a dos telemóveis ou de qualquer outro mecanismo criado pela inteligência humana.

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  10. Caro douto Jónatas "perspectiva":

    Quando é que corrige a asneirada de 1ª sobre estalactites que aqui colocou num comentário a um post e a que uns alunos meus de 9º Ano acharam tanta graça que estivemos a rir durante quase um quarto de hora?

    E quando deixa de dizer asneiras sobre a Ciência? Se acha que a Ciência está errada, deixe de usar aquilo que ela lhe trás, como a Internet, os carros, os electrodomésticos, a televisão, etc. É que dizer que a Ciência é boa só quando nos diz o que queremos parece-me deontologicamente reprovável...

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  11. impressionantes os golpes de rins do Jónatas.

    Quase tão impressionante como a facilidade com que ele mente...

    Recordo ao Jónatas o que escreveu ontem no post da Evolução e encefalização:

    "No entanto, convém lembrar que os chimpanzés têm mais 12% de DNA do que os seres humanos, tendo 23 cromossomas ao passo que os seres humanos têm 2 (excluindo, em ambos os casos, os cromossomas sexuais)."

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  12. E porque não lê e responde aos comentários sobre as suas patranhas em posts anteriores...?

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  13. "Jesus disse: eu sou o Alfa e o Ómega, o princípio e o fim."

    Pois disse, mas também disse:

    "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus"

    Tente perceber que isso também se aplica à ciência - não é assim tão difícil, pois a esmagadora maioria das Igrejas Cristãs já o percebeu.

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  14. Realmente reparei no erro! É evidentemente um lapso!

    De facto aparece escrito:

    "No entanto, convém lembrar que os chimpanzés têm mais 12% de DNA do que os seres humanos, tendo 23 cromossomas ao passo que os seres humanos têm 2 (excluindo, em ambos os casos, os cromossomas sexuais"

    Bem, só posso dizer obrigado por chamarem a atenção. Confesso que não repararia.

    É evidente que onde está 2 deve estar 22 (na medida em que não se contava o cromossoma sexual".

    Já agora gostava de que me dissessem o que querem saber sobre estalactites e estalagmites.

    Depois veremos se realmente continuam a ter vontade de rir.

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  15. Fernando Martins diz:

    "Se acha que a Ciência está errada, deixe de usar aquilo que ela lhe trás, como a Internet, os carros, os electrodomésticos, a televisão, etc."

    Em matéria de internet, carros, electrodomésticos, televisão, etc., os criacionistas não têm qualquer querela com os evolucionistas, tanto mais que se trata aí de objectos que são o resultado de uma criação inteligente!

    Eles nada têm que ver com evolução aleatória. Todos esses objectos não existiriam sem inteligência e informação.

    O mesmo sucede com o DNA, de longe muito mais complexo do que qualquer destes objectos.

    Qual é realmente a sua dúvida?

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  16. Estimado Fernando Martins:

    A sua dúvida tem a ver com possibilidade de formação rápida de estalactites e estalagmites?

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  17. Estimado Fernando Martins:

    Dar a Deus o que é de Deus significa atribuir ao Criador o que é do Criador.

    Se Deus é o Criador, então devemos dizer que o Universo, a Vida e o Homem são o produto do Criador e não do acaso.

    Atribuir o Universo ao acaso é tirar a Deus o que é de Deus.

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  18. Jónatas:

    Os humanos têm 46 cromossomas, não 23!

    Apenas os gâmetas, que são haplóides, têm 23 cromossomas.

    Já agora a borboleta tem 380 cromossomas e a Samambaia 1200 :)

    Não disfarçe tão mal a sua porfunda ignorância.

    Fique lá com a sua fé mas não a misture em ciência. A sua ignorância é tão grande que não percebe que tem de facto querelas com toda a ciência "materialista" e "ateia", dos telemóveis produzidos com a física que nega com as suas patetadas criacionistas aos medicamentos produzidos com a biologia que nega na sua totalidade.

    As palermices em que acredita não estão em total contradição apenas com a evolução: são completa e absolutamente com toda a ciência, química, física, biociências, antropologia, geofísica, etc...

    Todas, todinhas! Só alguém muito burro e muito ignorante não percebe isso!!!

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  19. As palermices em que acredita não estão em total contradição apenas com a evolução: são completa e absolutamente incompatíveis com toda a ciência, química, física, biociências, antropologia, geofísica, etc...

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  20. Caro Jónatas:

    Não sabe o que escreveu antes sobre estalactites...? Quer que lhe explique onde colocou a baboseira sobre o assunto e porque motivo esse comentário é uma desonestidade intelectual muito comum nos textos criacionistas...?

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  21. "Dar a Deus o que é de Deus significa atribuir ao Criador o que é do Criador."

    E dar a César?

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  22. "Em matéria de internet, carros, electrodomésticos, televisão, etc., os criacionistas não têm qualquer querela com os evolucionistas, tanto mais que se trata aí de objectos que são o resultado de uma criação inteligente!"

    Uma criação inteligente da ciência e dos cientistas que, no seu todo, usam o que sabem do Universo para descobrir essas coisas...

    Sabia que a Tectónica das Placas, que diz como mudaram os continentes e oceanos nos últimos milhões de anos (e que pressuponho que esteja em desacordo com o pensamento criacionista...) tem permitido a descoberta da esmagadora maioria das grandes jazidas de combustíveis fósseis e de metais que lhe permitem viver como actualmente vive? Se acha mal que os cientistas usem a ciência actual, TOTALMENTE EM DESACORDO COM TEORIAS CRIACIONISTAS, para lhe manter o seu nível de vida, seja coerente e rejeite a Ciência (no seu todo, tipo Amish) ou assuma a incoerência...

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  23. Estimada Rita:

    Os seres humanos têm 46 cromossomas porque herdam 23 de cada progenitor. É evidente.

    Há que interpretar o que se diz dentro do contexto.

    O mais importante é ter em conta a quantidade de informação genética contida nos cromossomas, que constitui um testemunho da existência de um Criador.

    Essa informação existia na mente de Deus antes de ser codificada e miniaturizada para ser armazenada no DNA.

    A presença de informação codificada é sempre um sinal da presença de inteligência.

    O mais significativo é o evolucionismo não ter uma explicação viável para a origem do DNA.

    O DNA da batéria Escheria Coli pesa cerca de 10^-13g, contendo em média 4 milhões de nucleótidos, contendo 8x10^6 bits de informação.

    Considerando que a divisão celular demora cerca de 20 minutos e que a velocidade de reconhecimento das letras é aproximadamente mil vezes mais rápida, isso significa que a velocidade de leitura de informação numa bactéria é de
    6,67 x 10^6 bits por segundo!

    Esta realidade é inteiramente consistente com a crença em que foi Deus, e não o acaso, que criou o DNA.

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  24. Estimado Fernando Martins:

    Os electrodomésticos não evoluem nem é preciso acreditar na evolução para os construir.

    Basta acreditar nas capacidades da inteligência e da informação.

    Muitos dos engenheiros que constroem electrodomésticos nunca estudaram a fundo a evolução.

    Se a estudassem, certamente concluiriam que não funciona.

    O facto de os electrodomésticos terem sido criados por design inteligente não prova que as espécies evoluiram a partir de químicos abióticos.

    Os engenheiros sabem que na construção de máquinas complexas e integradas nada pode ser deixado ao acaso.

    A criação inteligente de electrodomésticos por cientistas no presente, com base em inteligência e informação, nada têm que ver com a suposta evolução de partículas para pessoas ao longo de milhões de anos cuja existência não pode ser directamente confirmada por ninguém.

    O Fernando Martins confunde ciência operacional, que trabalha com o observável, o repetível, o mensurável, etc., com a ciência das origens, que é uma reconstituição do passado não observado, não repetível e não passível de reprodução laboratorial.

    Do mesmo modo, a tectónica de placas também não prova a evolução. Convém não esquecer isso.

    A tectónica de placas é um modelo contestado mesmo por alguns geólogos não criacionistas.

    Além disso, existem geólogos criacionistas que construiram modelos de tectónicas de placas catastróficas para explicar o dilúvio.

    No entanto, também há outros geólogos criacionistas que duvidam do da plausibilidade do modelo, e propõem a tese das hidroplacas.

    Em todo o caso, convém lembrar que o dilúvio foi uma ocorrência sem paralelo na história da Terra (com uma forte componente teológica) cuja compreensão só é possível com o recurso a modelos extremamente complexos.

    A construção de modelos para o dilúvio é uma tarefa interdisciplinar, que tem que fazer uso, para além da geologia, da hidrodinâmica, da termodinâmica, astronomia, vulcanologia, matemática, etc.,etc.,

    Uma coisa é certa. Um modelo do dilúvio global é tudo menos uniformitarista.

    Ele parte do princípio de que os processos hoje observados estão longe de ser a chave para compreender o passado, ao contrário do que erroneamente pensava Charles Lyell, o pai da geologia moderna.

    Os criacionistas nada têm contra a ciência.

    Apenas dizem que não existe nenhuma evidência científica conclusiva da evolução, tudo se baseando em especulação e interpretação.

    O post da Palmira sobre os Neandertais é um exemplo.

    O paradigma evolucionista pura e simplesmente não funciona.

    Os Neandertais são verdadeiros seres humanos, ao passo que a Lucy era uma verdadeira “macaca” (no sentido vulgar do termo).

    Um outro exemplo, é o do Toumai que chegou a ser apresentado como um exemplo de um elo intermédio.

    Trata-se de um crânio do tamanho de o de um chimpanzé descoberto no Chade, em 2001.

    Na altura fez furor entre os evolucionistas. Se calhar até se falou dele neste blogue, mas não temos a certeza.

    Todavia, hoje aumenta o coro daqueles paleontologistas, na sua maioria evolucionistas, que reconhecem que, afinal, também não passava de um macaco.

    Na verdade, muitos dos supostos ancestrais dos seres humanos apresentados pelos cientistas evolucionistas acabam por não passar de exemplares de macacos extintos!

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  25. Caro "perspectiva":

    Está a confundir uma série de coisas (não se preocupe que não é necessário perceber de tudo mas para falar de ciência é preciso perceber alguma coisa pois o copy & past faz maravilhas mas não faz milagres). Vou tentar explicá-las de modo que alguém com formação em Direito as entenda...


    "Os electrodomésticos não evoluem nem é preciso acreditar na evolução para os construir."

    O termo evolução, que o senhor tanto teme, pode perfeitamente aplicado, no sentido evolucionista lato, aos electrodomésticos (se quiser sugiro uns textos de S. J. Gould para perceber melhor...).


    "Muitos dos engenheiros que constroem electrodomésticos nunca estudaram a fundo a evolução."

    Engana-se um bocadinho, pois a evolução tecnológica é uma área de ensino importante para as Engenharias... Para perceber o funcionamento de um motor começa-se por explicar a evolução desde os primórdios do mesmo (o mesmo que se faz mno estudo de línguas antigas ou no estudo de uma cena de crime pela Polícia técnica...). E a base é a mesma - aquela palavra de que não gosta.


    "O facto de os electrodomésticos terem sido criados por design inteligente não prova que as espécies evoluiram a partir de químicos abióticos."

    Claro que não, mas os mesmos princípios que norteiam a sua variação aoi longo do tempo podem ser aplicados a outras áreas (criminologia, meteorologia, linguística, etc.).


    "O Fernando Martins confunde ciência operacional, que trabalha com o observável, o repetível, o mensurável, etc., com a ciência das origens, que é uma reconstituição do passado não observado, não repetível e não passível de reprodução laboratorial."

    Confundo? Um exemplo: um sismo que provoca um levantamento de território em vários metros e que deixa seres vivo aquáticos fora de água é um evento directamente observado (o Darwin fê-lo na sua viagem...)e permite perceber como foram parar ao cimo de montanhas o fósseis. Um sismo que afasta vários metros duas placas tectónicas de uma só vez permite observar directamente o movimento de placas. E os computadores permitem repetir laboratorialmente fenómenos sem termos de mexer com a Terra toda - em Meteorologia ou Tectónica de placas isso é feito com facilidade... O Fernando Martins é muitas coisas mas não é burro e sabe o que vê nas rochas e não o confunde com um mito babilónico sobre a Criação que a Bíblia reproduz.

    "Do mesmo modo, a tectónica de placas também não prova a evolução. Convém não esquecer isso.

    A tectónica de placas é um modelo contestado mesmo por alguns geólogos não criacionistas."

    É claro que não prova, apenas lhe dá alguns contributos importantes (distribuição de faunas e floras do passado geológico). Mas dá-lhe uma coisa que é importante - a indicação de vasto tempo geológico, que Darwin anteviu (e o Lord Kelvin não aceitava, dando uma Terra com poucos milhões de anos, já no final do século XIX...).

    A tectónica de placas é aceite por 99,99 % dos geólogos - há é ideias diferentes sobre o motor das placas litosféricas e sobre outros aspectos menores.


    "Além disso, existem geólogos criacionistas que construiram modelos de tectónicas de placas catastróficas para explicar o dilúvio.

    No entanto, também há outros geólogos criacionistas que duvidam do da plausibilidade do modelo, e propõem a tese das hidroplacas."

    Claro que existem geólogos criacionistas, pois infelizmente algumas pessoas não conseguem separar campos diversos do saber. Mas é bom que se diga que estes são membros de pequenas Igrejas fundamentalistas e fora destas não há geólogos criacionistas (porque será...?).

    A hipótese das "hidroplacas" é no mínimo, ridícula. Os conhecimentos actuais dos materiais terrestre impedem sequer que qualquer manual de Geologia fale delas (mesmo antes de Wegener, nos anos dez e vinte do século XX, seria alvo de risada geral em qualquer reunião com geofísicos...).

    "Em todo o caso, convém lembrar que o dilúvio foi uma ocorrência sem paralelo na história da Terra (com uma forte componente teológica) cuja compreensão só é possível com o recurso a modelos extremamente complexos."

    É preciso recuar ao princípio do século XIX para se ouvir algo semelhante, rapidamente posto de lado pelo avanço da Geologia. Os teorisadores destas hipóteses rapidamente as abandonaram - será que o senhor não percebe que está no século XXI e que a ciência tem história e tem memória...?!?

    E onde estão as provas de um dilúvio - eu sou Geólogo e nunca as vi... A parte de "compreensão só é possível com o recurso a modelos extremamente complexos" é fantástica: o Noé mete a bicharada toda num barco - o que é impossível, mesmo pegando só nos animais terrestres actuais, isto para não falar nos fósseis já conhecidos - vai até ao Monte Ararat, solta a bicharada e esta distribui-se de acordo com as suas características (curiosamente de forma muito estranha...) pela terra. Então e os animais não nadadores como foram parar às ilhas despovoadas? E como foram para a Arca os bichos inicialmente... Esta fábula é engraçada mas, à luz da ciência, apenas uma fábula. Convem recordar que a distribuição de fósseis nas camadas geológicas NUNCA poderia ser explicada por um diluvio - porque raio o mastodonte não fossilizou nunca com os dinossários de igual tamanho e habitat...?


    "A construção de modelos para o dilúvio é uma tarefa interdisciplinar, que tem que fazer uso, para além da geologia, da hidrodinâmica, da termodinâmica, astronomia, vulcanologia, matemática, etc.,etc.,

    Uma coisa é certa. Um modelo do dilúvio global é tudo menos uniformitarista."

    E o senhor pensa que a Geologia, por ser chamada de uniformitarista,não aceita o catastrofismo? Está a pensar que a Geologia ainda está no século XIX?

    E acha que há provas vindas da "geologia, da hidrodinâmica, da termodinâmica, astronomia, vulcanologia, matemática" para um Dilúvio universal? Pode ter a certeza que não há - há provas de eventos de inundação após a última glaciação (10.000 B.P.) locais (USA, Mar Negro, etc.) e de cheias catastróficas na Babilónia, mas nada mais do que isso. Aliás foram a grande cheia materializada apenas na bacia do Tigre e Eufrates que gerou o mito...


    "Ele parte do princípio de que os processos hoje observados estão longe de ser a chave para compreender o passado, ao contrário do que erroneamente pensava Charles Lyell, o pai da geologia moderna."

    Devia ler livros do século XX para perceber que a Geologia actual não renega o uniformitarismo mas incorpora aspectos do catastrofismo - só alguém que não percebe nada de Geologia diria o que o senhor diz...

    "Os criacionistas nada têm contra a ciência."

    Frase espantosa, se fosse verdadeira - os criacionistas nada têm contra a ciência se esta for torcida e moldada para justificar a leitura literal da Bíblia. Os criacionistas da Ciência gostam do que é bom para viverem, da modernidade, mas esquecem que essa modernidade lhes trouxe uma Terra antiga, com 4.600 M.a. e com a Evolução das Espécies marcada em todos os estratos...

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  26. E já agora quer que lhe explique onde colocou a baboseira sobre estalactites e porque motivo esse comentário é uma desonestidade intelectual muito comum nos textos criacionistas...?

    Ou, como dizem na minha terra, "comeu e andou"?

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  27. Uma equipa de investigação ultra-secreta americana já teve grandes sucessos experimentais com as viagens no tempo. Pena é, como de costume, estarem a usar as maravilhas da ciência para fins bélicos como foi o caso da energia nuclear, dos computadores e até mesmo da engenharia aeroespacial.
    No entanto, essas tecnologias até que começaram a ser usados para preservar as estruturas de carbono que são os nossos corpos em vez de destruí-los em massa.

    No entanto, isso é irrelevante, uma vez que esmagar pedras ou corpos humanos é a mesma coisa do ponto de vista científico. O aço que moi granito, também moi corpos humanos de acordo com as leis da física.

    Quando a equipa decidir usar a máquina do tempo sem ser em fins bélicos, pode-se ir ao passado ver quem tem razão: ou uns, ou outros ou até nenhum deles.

    Na minha humilde opinião, ainda hoje existem homens com cabeças grandes e sem pescoços. São homens de Neanderthal apesar de preferir chamá-los de anões.

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  28. Este artigo sobre o neandertal realmente muito bom, é mesmo nesta vertente que assenta o nosso trabalho, que nos propusemos a desenvolver durante este período. Seria possível divulgá-lo no nosso blog, referindo a fonte? Agradecemos imenso a ajuda que nos tem dado e a disposição com que se propôs a ajudar-nos. Ficamos muito gratos pela atenção.É uma ajuda extremamente significante neste nosso projecto.

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  29. Olá Grupo de àrea de projecto:

    Claro que podem utilizar o artigo como quiserem. Podem usar qualquer outro do DRN, citando a bibliografia consultada, claro :-)

    os meus votos para que o vosso projecto seja um sucesso! Bom trabalho

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  30. Peço desculpa pela intromissão, mas abriu recentemente, nas cercanias de Leiria, o Centro de Interpretação do Abrigo do Lagar Velho – Lapedo, com uma sepultura de um possível "mestiço" entre a nossa sub-espécie e um neandertal. Se calhar lá também conseguem alguma informação...

    http://www.cm-leiria.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=807701&id=513

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  31. Caro Fernando Martins: sem querer retirar mérito ao referido Centro de Interpretação, não será um excesso de zelo académico? Afinal, parece-me bem mais fácil encontrar cruzamentos de Neandertal com Sapiens Sapiens nas caixas de comentários dos mais variados blogs...

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  32. Peço desculpa, mas as últimas análises de ADN indicam que já não haverá vestígios de Homo sapiens neandertalensis nos nossos genes (embora, de facto, ao ler certos textos, eu fique com algumas dúvidas).

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  33. Ó Fernando Martins, V. que anda sempre a gabar-se da sua inteligência e a destacar a suposta falta dela nos outros, permita-me que o informe de que não foi muito abençoado nessa área pela Divina Providência, com todo o respeito.
    Quanto à questão Neandertalesca, eu no seu lugar não me punha a troçar de ninguém nessa área. E mais não digo...

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  34. Ó Fernando Martins, V. que anda sempre a gabar-se da sua inteligência e a destacar a suposta falta dela nos outros, permita-me que o informe de que não foi muito abençoado nessa área pela Divina Providência, com todo o respeito.
    Quanto à questão Neandertalesca, eu no seu lugar não me punha a troçar de ninguém nessa área. E mais não digo...

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  35. É uma afirmação de fé cega e sem possibilidade de confirmação, a frase da perspectiva falhada: Se Deus criou o ... então ...
    A seguir a essa frase pode colocar biliões de frases que são todas duvidosas porque começou com um Se... ou simplesmente falsas .
    Exigem um Deus para criar o Universo e esquecem o criador de Deus.
    Sou espinosista, racionalista e tenho muita relutância em 'papar grupos' .
    Se estudasse um pouco mais a bíblia e sobre a bíblia não palpitava sobre a criação do Universo e de tudo o que dele se criou.

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