Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
E SE VOLTÁSSEMOS À DOCIMOLOGIA, OU SEJA, À CIÊNCIA DOS EXAMES?
Em texto que antes publiquei sobre a infindável tragicomédia em que se tornou a classificação dos exames nacionais, disse que ela não se d...
-
A falácia do espantalho , uma das mais utilizadas pelos que que não conseguem sequer compreender os temas em debate, basicamente consiste em...
-
Na Antiguidade, entre os Gregos e os Romanos, as máscaras eram utilizadas no teatro e serviam para caracterizar a personagem que ali se que...
-
Perguntaram-me da revista Visão Júnior: "Porque é que o lume é azul? Gostava mesmo de saber porque, quando a minha mãe está a cozinh...


1 comentário:
Em princípio, não sou pela pena de morte, por respeito à vida! (Embora quem governa e deixa o seu povo passar fome e morrer pela guerra e pela doença, não merecerá a pena de morte, já que permite a morte dos outros?! Quem viola e mata o seu semelhante não merecerá morrer já que tirou o direito de viver ao outro?! Enfim...) Mas cadeias como as actuais, nunca! Os prevaricadores das leis devem colaborar e ressarcir a comunidade que prejudicaram, trabalhando, fazendo serviços públicos pesados, saindo de manhã das cadeias com um farnel, bem enquadrados por capatazes competentes, e voltar à noite! Sem tempo para televisão, leituras ou outras benesses, como desporto, etc. Trabalho comunitário, se necessário, com grilhetas nos pés! Obviamente, como condenados! Sobretudo os condenados a prisão perpétua. Seria muito mais humano, porque eles próprios se sentiriam de algum modo realizados no trabalho, seria mais educativo e... muito mais barato para o Estado, do que o sistema actual!
Enviar um comentário