segunda-feira, 24 de maio de 2021

NOVOS CLASSICA DIGITALIA

 Os Classica Digitalia têm o gosto de anunciar 2 novas publicações com chancela editorial da Imprensa da Universidade de Coimbra. Os volumes dos Classica Digitalia são editados em formato tradicional de papel e também na biblioteca digital, em Acesso Aberto.

NOVIDADES EDITORIAIS 

Série “Humanitas - Supplementum” [estudos]

 - Fernando Rodrigues Junior, Breno Battistin Sebastiani & Bárbara da Costa e Silva (coords.), A Poética calimaquiana e sua influência na poesia epigramática (Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2021). 226 p.

DOI: https://doi.org/10.14195/978-989-26-1950-7

[Este livro reúne textos apresentados no evento internacional Quinta Semana de Estudos sobre o Período Helenístico: a Poética Calimaquiana e sua Influência na Poesia Epigramática, realizado na Universidade de São Paulo. Trata-se de uma coleção de artigos que discutem aspectos do programa poético defendido na obra supérstite de Calímaco e a influência que exerceram na criação dos epigramas literários a partir do século III a.C. O livro, portanto, apresenta não somente reflexões voltadas à exposição da discussão metapoética empreendida por Calímaco em seus poemas, de modo a defender um estilo de composição, mas também aborda a recepção desse debate nas gerações de poetas subsequentes, incluindo, entre outros, Mnasalcas, Antípatro de Sídon, Meleagro, Marcial, Horácio e Gregório de Nazianzo.]

Série “Ideia” [estudos]

- Maria Luísa Portocarrero, Testemunho, atestação e conflito: balizas da Antropologia Hermenêutica de Paul Ricœur (Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2021). 434 p.

Link: http://monographs.uc.pt/iuc/catalog/book/133

[Esta obra apresenta uma defesa da unidade interna do pensamento filosófico de Paul Ricœur, muitas vezes encarado como disperso e passando de um tema para outro completamente diferente. Com efeito, a via longa do pensamento filosófico da pessoa, em Ricœur, obriga a diferentes abordagens, uma vez que o filósofo considera que o novo sujeito não se compreende de forma imediata, como acontecia com o ‘cogito’ tradicional. É através das expressões das suas capacidades e vulnerabilidades, das suas obras, ações e decisões históricas que podemos entender o caráter eminentemente ético da pessoa. O percurso necessário para o captar deve passar pelos signos, pelos textos e pela história, o que leva o filósofo a tratar filosoficamente e com detalhe questões como a linguagem, as formas da ação, a historiografia, a memória e as instituições.]

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