sábado, 18 de fevereiro de 2023

COMO FOMOS, ASSIM ESTAMOS

Em comentário ao texto Miguel Real e o Problema de Portugal, de Carlos Fiolhais, a professora e escritora Maria Luisa Bouza Serrano deixou a referência de um livro que publicou em co-autoria no qual se procura "caracterizar não só a nossa forma de ser ao longo dos séculos, mas também o modo como fomos pelo mundo".

Trata-se de uma colectânea de textos respeitantes à História de Portugal e dos Portugueses, organizados cronologicamente, que procuram responder ao "como fomos". Em sequência, focaliza-se no "assim estamos", indagando "a identidade que consolidámos" 

Na Prefácio diz Maria Flor Pedroso, que "é um livro de História incomum, especial e diferente de todos os outro", materializando-se numa aula de História. "Para não esquecer o que já passou e sobretudo para guardar a memória tentando não cometer os mesmos erros".

3 comentários:

Anónimo disse...

O que mais me chateia é a inveja e a mentira.

Alberto disse...

A mais velha "aliança" do mundo, com a Inglaterra, serviu para nos matarmos a lutar contra a grande Espanha e, por isso, ficamos nas mãos de ingleses, holandeses e franceses que nos roubaram quase tudo. Agora, estamos na cauda da Europa!

Alberto disse...

Por outro lado, sempre fomos vaidosos quando construíamos, por toda a parte, elefantes brancos feitos de pedra importada, como o mamarracho de Mafra, ou de betão armado, como os estádios do Euro. Sem retorno de investimentos colossais, e sem cabedais para as despesas de manutenção daquilo que obramos, estamos agora a fugir para a frente, não investindo na educação e, ao mesmo tempo, diplomando toda a gente com um perfil de cidadão livre, a quem não se exige estudo nem trabalho, cumprida que esteja a formalidade da presença em recinto escolar, até aos dezoito anos de idade!

"A escola como plataforma do comércio"

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