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3 comentários:
Nesses saudosos anos sessenta do século XX, da chegada de Neil Armstrong à Lua, cá por baixo, no Portugal catolicíssimo de então, a maioria do povo, pobre e atrasado, ainda via nas manchas da Lua um homem com um feixe de silvas às costas, para sempre condenado a essa solidão lunar por ter desrespeitado o preceito da Igreja de ouvir missa inteira ao domingo. Tivesse o desgraçado apanhado uma carraspana na taberna, logo depois de ouvir a missa inteira, e tudo estaria bem! Mas ir roçar mato para fazer a cama aos animais, de onde viria o estrume para adubar as terras, já era pecado punível com guia de marcha para a lua!
Entretanto, de lá para cá, o mundo deu muitas voltas; hoje, tomáramos nós ter metade da gente e o dobro das cabras que, nessa época, cortando, ou comendo, o mato rasteiro, dariam, agora, uma ajuda essencial na prevenção dos fogos florestais que, ano após ano, reduzem a cinzas negras as florestas de Portugal!
"É um físico absolutamente excepcional e um homem muito original" (palavras de Pyotr Kapitsa em reconhecimento pelo seu professor Rutherford)
"A ciência divide-se em duas partes: a Física, e a filatelia"
Ernest Rutherford
As senhoras finas do eduquês deviam deixar a Física, e quem a leciona, em paz!
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