Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
OS OLHOS DE CAMILO
Meu artigo no mais recente As Artes entre as Letras: É bem conhecido que Camilo Castelo Branco (1825-1890), o grande escritor português (mui...

-
Perguntaram-me da revista Visão Júnior: "Porque é que o lume é azul? Gostava mesmo de saber porque, quando a minha mãe está a cozinh...
-
Não Entres Docilmente Nessa Noite Escura de Dylan Thomas (tradução de Fernando Guimarães) Não entres docilmente nessa noite seren...
-
Por A. Galopim de Carvalho Como no tempo da lenda, todas as primaveras, o amendoal alentejano cobre-se de fores branca como se de neve se ...
1 comentário:
O padre Anselmo contornou o cerne das questões com a sabida e enfática retórica. Evitou, com astúcia, as questões da (in)verdade das religiões.
Mas é isso que é preciso, enfrentar as religiões como pseudociências de Deus.
Falou do sagrado, da religiosidade, do mistério, do sentido, da busca da felicidade, mas esqueceu-se de Deus, embora tenha referido Jesus Cristo, muito de passagem.
Como é que alguém que tem a noção desta realidade, de que as religiões, sobretudo as religiões do Livro, da Bíblia e do Corão, são narrativas de relações do Homem com Deus, ou com divindades, não aborda sequer esta questão em nome da ciência?
Enviar um comentário