sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Gravidez, Cancro, Tribunais e Terapias Alternativas


Informação recebnida da Fundação Francisco Manuel dos santos (fiz um depoiemento para o livro "Terapias, energias e algumas fantasias"):

A 21 de Fevereiro, a Fundação publica três novos livros na colecção Retratos, que levam aos leitores reportagens sobre três temas que têm marcado a agenda, dando azo a debates e despertando a preocupação dos portugueses.
Nelson Marques assina Filhos da quimio, uma incursão na vida de cinco mulheres que lutavam contra o cancro quando receberam a notícia de que estavam grávidas. João Villalobos mergulhou no universo tantas vezes catalogado de «alternativo» em Terapias, energias e algumas fantasias e leva-nos aos bastidores desse fenómeno crescente, ouvindo defensores acérrimos e detractores convictos.  Daniel Seabra Lopes e Ricardo Gomes Moreira acompanharam o dia a dia de dois tribunais lisboetas e desvendam o quotidiano dos corredores da justiça em Com a devida vénia: diários dos tribunais.

Os Retratos têm sessões de lançamento agendadas para Fevereiro e Março, em Lisboa. . Em Maio serão publicados seis novos títulos das colecções EnsaiosRetratos. Mais novidades muito em breve.

Destaque para este título:

Terapias, energias e algumas fantasias

Nunca as terapias alternativas, que têm por base a energia, estiveram tão em voga. Mas, no lastro do trendy, será que se consegue separar o trigo do joio, quem quer praticar de quem apenas quer lucrar? E como olhar para este universo, com raízes milenares, agora tantas vezes esvaziado e transvestido em folhetos fluorescentes? João Villalobos conduz-nos numa viagem por este universo, escutando opiniões distintas sobre os vários prismas da questão. Nas livrarias a 21 de Fevereiro. 

Lançamento Quinta-feira, 1 de Março, às 19.00, na Sala Beijing do Museu do Oriente, em Lisboa, David Marçal e Pedro Teixeira da Mota apresentarão o livro, numa sessão com a presença do  autor e moderação de Carla Hilário Quevedo.

1 comentário:

  1. Neste artigo, onde se lê, ou lia, "depoiemento" deve ler-se "depoimento".
    A bem da Língua Portuguesa!

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