domingo, 26 de julho de 2015

Luísa, eu estou disponível, se me quiser oferecer a viagem

Resposta ao meu artigo de opinião sobre Licenciaturas em banha da cobra, no Expresso desta semana:

12 comentários:

  1. Quando é que as pessoas vão perceber que histórias não são provas? Qualquer um pode dizer "um amigo meu (etc.)". Esse tipo de coisas tem de ser testado. Por isso, a viagem até é uma boa ideia.

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  2. Quando é que o David Marçal vai perceber que é principalmente o desejo inconfessável dos médicos que desejam recuperar o recurso a essas terapêuticas alternativas?

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    1. Suponho que me possa indicar que médicos. Com certeza que sabe que há muitos mais a dizer que isso são tretas. Mas já agora, fiquei curioso.

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  3. Porque as histórias não resultam em resultados e provas? Essa é a grande questão!!! É uma anomalia.

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    1. Porque os testes a este tipo de histórias têm certas regras para averiguar se de facto o resultado é consequência do que contam. E o mais comum é ver que não é bem assim, porque as histórias têm sempre partes mal contadas ou, pelo menos, omitidas.

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  4. Quem está a par do que se passa na actual regulamentação está a ver o modo como a lei, as portarias e os critérios são produzidos e a quem beneficia. O cientismo das suas afirmações é arrepiante, você escolheu dar-se bem com essa posição, e isso é válido para a sua opção, não pretendo entrar na discussão dessa crença.

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  5. Um dia destes irá ter um supercomputador a decidir o que é melhor para si. Elementar, meu caro Waston.

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  6. Moral da história (ou raciocínio enviesado de certos maniqueístas militantes que aqui vigiam os transgressores):
    Quando um paciente se cura por ter feito, por exemplo, acupunctura, como foi o meu caso, sem qualquer efeito secundário, evitando recorrer apenas a anti-inflamatórios, que era a solução recomendado pelo médico especialista, evitando assim todas os efeitos secundários de tal medicamentação, comprovados cientificamente pelos avisos das próprias bulas, tal cura deveu-se ao acaso ou a outras razões, talvez um milagre de N. S. de Fátima. Quando se cura por ter tomado um medicamento da medicina científica, foi, de certeza, por efeito desse medicamento».
    Para os teimosos, fanáticos fundamentalistas, que, parece, ainda por cima, que comem muito queijo (pois esquecem depressa o que se escreve num comentário e, logo abaixo, deturpam o que se disse acima, como fez um Anónimo comigo há dias noutro post deste blog a propósito deste tema), repito que não comparo a medicina científica às chamadas medicinas alternativas, que jamais faria alguns tratamentos com certas técnicas dessas chamadas medicinas, mas que não tenho a mínimo problema em fazer com outras, como foi o caso da acupuntura, mais do que provado está de que é eficiente em muitos casos (tal como a medicina científica é generalizadamente, mas, apesar de tudo, não cura tudo).

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    1. E isso está mais do provado onde? E antes que diga que estou a deturpar o que você está a dizer, leia bem a sua última frase, não vá o senhor ter comido muito queijo.

      Quando digo provado, não são histórias de "eu fui curado com" ou "o meu amigo foi curado com". São estudos que comparam esse método a outro qualquer, incluindo não fazer mesmo nada. Sabe indicar-me onde estão essas provas? É que para os medicamentos que tanto medo tem de utilizar (você sabe mesmo o que as bulas de facto representam? Quer ver que algumas vacinas causas gravidez, como já vi nalgumas dessas maravilhosas bulas), tiveram de ser feitos testes antes de eles serem disponibilizados. Já pseudociência não é sujeita a testes nenhuns, logo, não há prova da sua eficácia. Espero que por um milagre de N. S. de Fátima perceba este ponto de vista.

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    2. Afinal, o senhor Anónimo das 10:09 é o mesmo Anónimo a quem eu respondi assim num post anterior: «Com pessoas como o senhor não perderei nem mais um segundo.»
      Continuo sem razões para alterar o que disse anteriormente.
      Adoro estes anónimos cobardes, que se acoitam debaixo do anonimato sem, ao menos, terem coragem para se identificar com um nome fictício mas que identifique sem ambiguidades a quem nos estamos a dirigir quando lhes respondemos.

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    3. Adoro que me chame de cobarde e depois fuja completamente do assunto. Enfim, bem me parecia que era demasiado pedir-lhe uma conversa coerente. Já deu para ver que de método científico percebe zero. Continue a fugir da conversa, que vai muito longe. E depois ainda chama cobardes aos outros. Se acha que tem muita coragem, responda mas é! Se bem que duvido que consiga dar provas do que quer que seja. Afinal, não percebe nada disto... Ou percebe? A minha pergunta no comentário anterior foi bastante simples e directa.

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  7. Este David, é o maior, os papás devem estar super orgulhosos do menino, é um cientista do caneco, é um sôr doutor de Coimbra.
    Pena é que quem desdém quer comprar, não demorará até que esteja numa marquesa, a fazer uma sessão de acupunctura ou osteopatia para libertar o tecido conjuntivo de tanta posta de pescada.
    Seja moderado e sensato perante a diferença, não seja um ortodoxo monocromático.
    O seu mestrado é em publicações de denegrir quem não tem a mesma opinião e experiência de vida, não sabe contextualizar o texto de uma senhora que viajou pela Índia, onde o paradigma cultural e existencial não se enquadra com a engrenagem material da nossa civilização ocidental.
    Como diz o povo pela boca morre o peixe!

    Já não suporto este gajo pá!

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