Minha apreesntação em vídeo do livro de Oliver Sacks O Olhar da Mente, saído recentemente na Relógio d' Água: aqui.

Texto recebido do geólogo Prof. Galopim de Carvalho:
"The real problem is that there are too many of us. The need to limit population on a finite planet was explained in 1798 by the Rev. Robert Thomas Malthus in "An Essay on the Principle of Population." Paul Ehrlich’s 1968 best seller, "The Population Bomb," helped motivate the "Green Revolution" and "the Pill." With the famine in Somalia on front pages, the world population reached 7 billion, double that in 1968 when Ehrlich issued his warning. Last week, Science magazine devoted a special section to population. Unfortunately, it treated it as a problem of the developing world. It's a mistake to think of overpopulation just in terms of starving masses. It’s much more: It’s the Hubbert peak, global warming, disappearance of the great ocean fisheries, floating garbage patches in ocean gyres, shortages of fresh water and phosphate rock, perpetual warfare and a faltering green revolution. Every problem the world faces is driven by excess population. Yesterday, The Local Living section of The Washington Post featured a positive article about a married couple and their 11 beautiful, healthy kids. Tax exemptions for dependents subsidize profligate fertility, and should be abolished."
Robert Park
“Nem todos podem tirar um curso superior. Mas todos podem ter respeito, alta escala de valores e as qualidades de espírito que são a verdadeira riqueza de qualquer pessoa” - Alfred Montapert.
A reportagem é da National Geografic de Fevereiro deste ano, onde se refere que:
"No Afeganistão, muitas meninas não recebem qualquer educação. Mesmo as que se matriculam costumam estudar apenas quatro anos. Estas alunas da turma de 2010 da Universidade de Cabul são uma nítida minoria. Usando o hijab sob o barrete de formatura, e sentadas em fileiras separadas dos colegas homens, estão se graduando no departamento de língua e literatura. O Talibã havia banido a educação para mulheres, mas as aulas foram retomadas depois da queda do regime, em 2001. Essa formatura aconteceu sob rígida segurança num hotel em Cabul.
Uma das piores coisas que se está a fazer na Educação é exactamente o facto de retirarem do ensino livros imprescindíveis para a cultura de qualquer pessoa. Estão tirar a literatura quase toda, ficando reduzido à gramática e às coisas frias. E, depois, dizem: «Eles não gostam». Que coisa terrível, porque devemos encontrar maneiras de gostarem.
(…) eles apreciam a leitura, é preciso é saber como se lha dá; como é que se os leva até lá. Quando vou às escolas, há professores que me dizem: «Não lhes damos esse seu livro porque é muito difícil e eles aborrecem-se». Ou seja, antes de se aborrecer, nem lhes dão oportunidade de isso acontecer. Retirar a literatura é um crime terrível.
Na sequência do texto Tem-se descuidado a educação, extracto da entrevista a Alice Vieira da autoria de João Céu e Silva, publicada no Diário de Notícias de dia 8 do corrente mês (página 28). A escritora retoma uma ideia a que já fizémos referência neste blogue : a necessidade do contacto próximo com outrem significativo durante a infância.
O que é que as crianças procuram nos seus livros?
As mais pequenas, parece-me que procuram aconchego; alguém que está ao pé delas, que lhes fala e elas ouvem uma voz. Quando são pequenas, o mais importante é que nos oiçam; haver alguém que lhes conte uma história de príncipes, princesas, cães, bichos, seja o que for, e lhes dê atenção. Que não fale muito alto e dê paz neste tempo perturbado, porque andam muito desamparadas.
Em que sentido estão desamparadas?
Passam a vida inteira na escola, chegam tardíssimo a casa… Não estou a culpar os pais – é muito complicado sê-lo hoje – por não terem tempo e andarem envolvidos na azáfama do dia-a-dia. É que as crianças não têm um momento de pausa, nem de silêncio à sua volta. A televisão está sempre ligada e do que precisavam era de calma e de pessoas junto delas. O que mais me aflige é as crianças só terem à sua volta máquinas, ecrãs, computadores, telemóveis, em vez de pessoas. Falta-lhes o contacto humano, o que é muito mau.
Londres é (ou era) a cidade mais (vídeo)vigiada do mundo. Primeiro, instalaram-se câmaras de filmar nas zonas mais nobres, quer dizer comerciais e turísticas, depois, quando se percebeu que os (potenciais) prevaricadores se deslocavam, em zonas periféricas num raio cada vez mais alargado.
Após ter explorado alguma informação para escrever o texto anterior, que, devo dizer, me impressionou pela linearidade, pela falta de aprofu...