terça-feira, 14 de março de 2023
SONETO: MODO DE USAR
PENSAMENTO DO DIA (AVISO POR CAUSA DAS COISAS)
segunda-feira, 13 de março de 2023
Com tanta ameaça à poesia
Com tanta ameaça à poesia,
Permanece no chão como pedra.
Do coração, aí se despedaça
Para que olhar nenhum a erga.
domingo, 12 de março de 2023
A MINHA PROFESSORA DE FILOSOFIA
sábado, 11 de março de 2023
PENSAMENTO DO DIA
sexta-feira, 10 de março de 2023
O COMEÇO DA AVENTURA
João Luís Barreto Guimarães, em Coimbra, 11 de Março,, 16 h
João Luís Barreto Guimarães, o mais recente premiado Pessoa, estará amanhã, sábado, 11 de Março, pelas 16h, em Coimbra, na Livraria Almedina Estádio, para assinar o seu último livro «Aberto todos os dias» (Quetzal). A obra será apresentada por Carlos Fiolhais.
quinta-feira, 9 de março de 2023
Encontro na terra o enlevo
Encontro na terra o enlevo.
Me enleva no morro um lírio.
Branco, eu remonto-o ao peito
Para serdes vós a destruí-lo.
quarta-feira, 8 de março de 2023
A ERA DOS “SENSITIVE READERS”
domingo, 5 de março de 2023
UM JOSÉ CRAVEIRINHA CENTENÁRIO BREVE TESTEMUNHO
sábado, 4 de março de 2023
GOSTAR DE SER GATO
Contestações a mais ou soluções a menos?
sexta-feira, 3 de março de 2023
Em defesa da Escola Pública:
Recebido dos professores da Escola Secundária de Rio Maior :
Como professores da Escola Secundária de Rio Maior e tendo participado com dezenas de colegas do município, em momentos de reflexão e de reivindicação, dirigimos-lhe esta missiva na firme esperança de o sensibilizar para o gravíssimo problema que enferma o setor educativo do nosso país.
Há intermináveis anos, sim, parece não terem fim, que os professores se queixam de que o estado da Educação está calamitoso e disruptivo, que se encontram exaustos e que, no que concerne aos governantes, se têm sentido menosprezados pela ausência de interesse e de vontade em resolver os gravíssimos problemas que a Escola Pública atravessa, desde há longa data.
Os professores sentem que o Governo, perante o estado de esgotamento de uma classe, limita-se a burocratizar cada vez mais as escolas e, de uma maneira ofensiva para com as reivindicações dos docentes, apenas tem palavras de intimidação e de privação do seu direito à greve e à manifestação pública do seu descontentamento. A forma particularmente infeliz como a tutela tem gerido esta crise na Educação, espelha a falta de valores, de cultura e de espírito de cidadania que atrofiam a nossa sociedade.
Se os problemas na Educação estão longe de ser um exclusivo português, a forma como são solucionados, digo, ignorados, mostra muito sobre o povo que somos.
Senão, vejamos:
-no presente ano, a vizinha Espanha optou por uma grande reforma orgânica na Educação com a valorização dos seus profissionais;
- a falta de professores, em França, mereceu uma intervenção direta do presidente Macron, que começou por garantir que nenhum professor poderia ganhar menos de 2.000€ e, para atrair jovens para a profissão, melhorou consideravelmente as condições de trabalho da classe docente;
- nos EUA, confrontados com a falta de 100 mil professores, a presidência atribuiu extraordinariamente 9 mil milhões de dólares, apenas para a contratação de mais professores;
- a Finlândia reservou 10 mil milhões de euros para a Educação e 2 mil milhões para atrair mais jovens para a profissão
- a propósito do “equilíbrio das nossas contas públicas", Fernando Medina, em entrevista à TVI, disse recentemente: "O país não tem só professores”. Fernando Medina tem razão. O país não tem só os professores. Tem o escândalo da TAP (3.200 milhões) para pagar, os desmandos dos bancos (22.049 milhões, segundo números recentes do Tribunal de Contas) para amortizar, a Jornada Mundial da Juventude (80 milhões) para organizar, a Brisa (140 milhões) para compensar, a Ucrânia (250 milhões) para ajudar, mais, entre tantas outras “liberalidades”, os politicamente muito convenientes aumentos dos magistrados e juízes, de 2019, e as milionárias e imorais indemnizações de agora e do futuro, para continuar a “honrar”.
Em Portugal, com um investimento na Educação que, em comparação com outros países, envergonha o nosso país, para combater a falta de atratividade da profissão, mantém-se um vencimento de início de carreira pouco superior ao salário mínimo, que é o mesmo que dizer a um jovem esperançoso na profissão escolhida por opção e vocação: Se queres ser professor, pega nas tuas malas e arranja um carro, mete-te à estrada, paga as contas de combustível e de alojamento e desenrasca-te (perdoe-nos o simplismo da expressão).
Depois de uma sucessiva perda do poder de compra, desde 2010, o Estado para a compensar e fazer face a uma inflação exorbitante, que atingiu os 7,9% no ano passado, limitou-se a dar aos professores um aumento miserável, pouco além dos 2%, degradando ainda mais a sua condição salarial.
Já em 2006, quando Maria de Lurdes Rodrigues, orgulhosamente, afirmou "ter perdido os professores, mas ganho a população e os pais", na mesma altura, o presidente francês fazia um comunicado à nação, agradecendo publicamente aos professores o seu contributo pelo progresso que o país tinha alcançado.
Perante esta realidade, perguntamos o que será preciso para se compreender, de uma vez por todas, os motivos de indignação dos professores?
Constituirá algum mistério o facto de o país estar constantemente a ser ultrapassado por outros nos rankings internacionais de desenvolvimento?
Por conseguinte, em rigor, quando o pensamento político para a Educação não vai além de uma legislatura, incapaz de pensar a Educação a médio e longo prazo e de contar com a colaboração dos professores – vistos sempre como uma despesa e como adversários a reprimir – o sistema de ensino no nosso país só pode piorar.
A todo este desprezo, soma-se a passividade de uma sociedade que, após dois meses de um visível sentimento de revolta dos professores, que se têm esforçado por denunciar o estado calamitoso em que se encontra a Escola Pública, ainda não foi capaz de exigir que se faça um debate público alargado acerca dos graves problemas da Educação em Portugal, onde se inclui a preocupante falta de professores e o futuro do país.
Aos detratores dos professores, destes que estiveram abnegadamente com os alunos e com os pais no momento completamente avassalador, que há bem pouco tempo vivemos, àqueles interessa-lhes, apenas, ter uma escola de portas abertas (vulgus, armazém), mesmo sem condições, vocacionada somente para tomar conta dos mais desfavorecidos, acabando esta situação por denunciar a mentalidade limitada, que tomou conta de toda uma sociedade que não luta pelos seus merecidos direitos a serviços públicos de qualidade.
Unidos em Defesa da ESCOLA PÚBLICA
1) A luta dos professores e técnicos superiores da Escola é uma luta genuína, com foco em valores como a justiça, o respeito, a valorização e a dignidade, e sem qualquer interesse sindical ou político.
2)A educação é a base de uma sociedade desenvolvida e a maior promotora de mobilidade social. Uma sociedade que não investe significativamente na educação e no conhecimento compromete o seu futuro.
3) os "professores são os pedreiros do mundo", pois estão na base da conceção da sociedade e de algo fundamental numa sociedade desenvolvida, o "Elevador Social".
4) É urgente o combate à precariedade e instabilidade de alguns professores e técnicos superiores, sistematicamente contratados e deslocados, votados a um baixo rendimento devido aos encargos financeiros acrescidos e não vislumbrando uma merecida estabilidade nas suas vidas.
5) É urgente reduzir o trabalho burocrático, a sobrecarga de trabalho que pouco ou nenhum benefício traz para o processo educativo e que limita o tempo disponível para apostar na qualidade, inovação e humanização da Escola, assim como o tempo pessoal/relacional dos seus profissionais.
6) É urgente um novo modelo de avaliação de desempenho que não defina quotas, que não estrangule e bloqueie a progressão na carreira.
7) É urgente a recuperação do tempo de serviço retirado aos professores (6 anos + 6 meses + 23 dias), ainda que faseada.
8) É urgente a atribuição de remunerações dignas aos profissionais da educação, alinhadas com o seu investimento formativo e as suas responsabilidades.
9) É urgente combater o facilitismo que tem sido introduzido pelos sucessivos governos no sistema educativo, tal como a perda de autoridade dos profissionais de educação.
10) É urgente tornar a profissão de professor uma PROFISSÃO NOBRE, prestigiada e mais atrativa, tanto para os que já a exercem como para os jovens, caso contrário, muitos docentes continuarão a optar por sair do ensino e poucos jovens estarão interessados na carreira de professor, pelo que, tendo em perspetiva o número de aposentações num futuro próximo, não haverá professores suficientes para as necessidades do país.
11) A persistente desvalorização dos profissionais da educação na sociedade portuguesa e a contínua degradação do quotidiano da escola pública têm conduzido a uma crescente insatisfação profissional, tornando-se estes profissionais uma das classes que acusa um maior desgaste e exaustão e apresentando, muitos deles, problemas de saúde mental que importa mitigar e, sobretudo, prevenir.
Por uma ESCOLA PÚBLICA de QUALIDADE
quarta-feira, 1 de março de 2023
POR QUE ESCREVEM OS ESCRITORES? RESPOSTAS PERIGOSAMENTE REVELADORAS
“O aparecimento de um novo livro é uma indicação de que um outro homem descobriu como missão entregar-se ao robusto cumprimento de um dever, accionado pelo mais nobre dos impulsos que podem incentivar a alma de um homem à acção. É a mais orgulhosa vanglória da profissão de literato que nunca homem nenhum publicou um livro por motivos egoístas ou propósitos ignóbeis. Têm-se publicado livros para consolação dos aflitos, para guia dos que andam ao deus dará, para alívio dos destituídos, para esperança dos penitentes, para elevar acima de tristezas e medos as almas sobrecarregadas, para a melhoria geral da condição humana, para o triunfo do certo sobre o errado, do bem contra o mal, para a vitória da verdade. Este livro é publicado para eu ganhar dois dólares por exemplar.”
GATO É SUBSTANTIVO E ADJECTIVO
terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
Livros
Li o primeiro romance durante a passagem pela Escola Secundária, em Cantanhede. Um colega de turma emprestou-me, nessa altura, um romance de Milan Kundera, A Imortalidade. Li e gostei. Depois, em Coimbra, a paixão pelo livro cresceu até aos dias de hoje. Deixo aqui alguns dos livros que mais me marcaram:
John Steinbeck - As vinhas da Ira
William Faulkner - O Som e a
Fúria
- Na minha Morte
Isaac Bashevis Singer - Shosha
Ernest Hemingway- O Adeus às Armas
Leon Tolstói- Guerra e Paz
- A Morte de Ivan Ilitch
Fiódor Dostoiévski - Crime e
Castigo
Chinghiz Aitmatov - Djamila
F. S. Fitzgerald - Terna é a Noite
L. F. Céline – Morte a Crédito
Bruno Schulz – As lojas de Canela
Stephen Crane - Sob a Bandeira da Coragem
James Joyce - Gente de Dublin
Dylan Thomas- Retrato do Artista
quando Jovem Cão
Vítor Hugo – Os Homens do Mar
Sándor Márai- As Velas Ardem até
ao Fim
Manuel Scorza – Rufam Tambores
por Rancas
Tibor Déry - Niki, a História de um Cão
Panait Istrati –
Os Cardos de Baragan
Paul Celan- Poemas
Raul Brandão- Húmus
Ferreira de Castro – A Selva
Fernando Assis Pacheco - A Musa Irregular
Dino Buzzati – O Deserto dos
Tártaros
Luigi Pirandello – Ele foi Mattia
Pascal
Ignazio Silone – A Semente sob a Neve
Alejandra Pizarnik - Poemas
Joseph Roth – Fuga sem Fim
Juan Carlos Onetti – Os Adeuses
- A Vida Breve
G. G. Márquez - Cem Anos de Solidão
Miguel Torga – Poemas
Eugénio de Andrade – Poemas
Boris Pasternak- Doutor Jivago
Thomas Mann – A Montanha Mágica
Heinrich Boll – A Honra Perdida
de Katharina Blum
Camilo José Cela- A Colmeia
Anton Tchekhov - A Gaivota
- As Três Irmãs
George Orwell – O Caminho para
Wigan Pier
Stendhal – A Cartuxa de Parma
Gustave Flaubert – Madame Bovary
Vergílio Ferreira – Para Sempre
Nabokov – Ada ou Ardor
Knut Hamsun- A Fome
Alain Fournier - O Grande Meaulnes
Cesare Pavese – Poemas
Robert Musil – O Homem sem Qualidades
Fel – José Duro
D.H.Lawrence - O Amante de Lady
Chatterley
Virginia Woolf – Mrs. Dalloway
Pablo Neruda – Poemas
Cervantes- Dom Quixote
Henry Miller – Trópico de Câncer
Miklós Radnótti – Poemas
Walt Whitman – As Folhas da Relva
Fernando Pessoa – Poemas
Mikhail Bulgakov- Memórias de um
Jovem Médico
Juan Rámon Jiménez- Poemas
Margaret Mitchell – E Tudo o
Vento Levou
Áttila Josef - Poemas
Italo Svevo – Uma Vida
Bohumil Hrabal – Eu que Servi o
Rei da Inglaterra
Marcel Proust- Em Busca do Tempo
Perdido
Carlos de Oliveira – Finisterra
Yukio Mishima – O Templo Doirado
Joseph Conrad – Lord Jim
Albert Cohen- O Livro de minha Mãe
Samuel Beckett - Teatro
– Molloy
André Gide - Os Moedeiros Falsos
Ivo Andríc - A Ponte sobre o Drina
Franz Kafka- O Castelo
Louis Aragon – O Camponês de
Paris
Saint Exupéry – Voo Nocturno
René Char- Poemas
François Mauriac- Thérèse Desqueyroux
Alphonse Daudet- Cartas do Meu Moinho
Charlotte Bronte – Jane Eyre
Elias Canetti- Língua Exilada
Émile Cioran- Breviário de
Decomposição
Albert Camus – A Peste
Henry James – Daisy Miller
Roger Martin du Gard- Os Thibauht
Jonathan Swift – As Viagens de
Gulliver
Lewis Carroll – Alice no País das
Maravilhas
António Nobre - Só
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023
Um soneto de amor
Um soneto de amor vem, na alva espuma
Ou
num corredor de ecos, num olhar.
Escreve-se
sem pressas, com a pluma
E
o silêncio, e quer ser voz e voar.
Quase
nas trevas, quase sem luz nenhuma,
Entre
paredes se escreve ao luar,
Na
gélida vertente de uma duna,
Onde
já não se ouve o céu nem o mar.
Um
soneto de amor teima em ser voz.
Busca
o ar de um rosto, num corredor,
Enquanto
uma lágrima corre a sós.
Teima
em ser voo, um soneto de amor,
Sobre a alva espuma e sobre o mar atroz,
Quando é tão pouca a terra e tanta a dor.
LINKS DO NOVO PODCAST «MAIS LENTO DO QUE A LUZ»
LINKS DO NOVO PODCAST «MAIS LENTO DO QUE A LUZ» MEU E DO DAVID MARÇAL O PRÓXIMO CONVIDADO SERÁ O FÍSICO MANUEL PAIVA, AUTOR DE «MEMÓRIAS DE UM FÍSICO PORTUGUÊS»
https://spotifyanchor-web.app.link/e/Okmg6YlIsxb
https://podcasts.apple.com/.../mais-lento-do.../id1670165826
https://podcasts.google.com/.../aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vc...
Ep. 1 - Música e Ciência, com João Paulo André
O nosso primeiro convidado é João Paulo André, doutorado na Universidade de Basileia, na Suíça, e professor de Química na Universidade do Minho. Autor do livro “Poções e Paixões – Química e Ópera” (Gradiva), já em 2.ª edição, que a Biblioteca Nacional de Portugal produziu em braille e em versão áudio para invisuais, tem mantido intensa actividade de divulgação da ciência. O seu segundo livro «Irmãs de Prometeu. A Química no Feminino» saiu há pouco (também na Gradiva). Além da sua actividade académica na área da química, destaca-se o seu forte interesse pela música e pela literatura. Tem participado como comentador de ópera na Antena 2.
domingo, 26 de fevereiro de 2023
ALGUMAS NOVIDADES DA GRADIVA
O Espelho Imaginário, Eduardo Lourenço
Eduardo Lourenço aborda a temática da pintura de prismas diversos e analisa a obra de alguns pintores bem conhecidos, onde se incluem Klee, Velázquez, Picasso ou Vieira da Silva. Além de artistas internacionais, são objecto da sua atenção artistas nacionais de décadas relativamente recentes.
Uma obra de elevada riqueza de análise, que ilustra bem porque é que Eduardo Lourenço é considerado um dos grandes pensadores portugueses. Uma edição publicada do âmbito das comemorações do Centenário do nascimento de Eduardo Lourenço que decorrerão em 2023.
"A Física de Partículas em Portugal - Origem e Desenvolvimento", de Gustavo Castelo-Branco, Margarida Nesbitt Rebelo, João Varela.
A adesão de Portugal ao CERN - Laboratório Europeu de Física de Partículas foi um marco na génese da Física de Partículas no nosso país. Os autores desta obra, cuja carreira profissional está ligada ao desenvolvimento da Física de Partículas, esclarecem, com base nas suas experiências pessoais, como se processou a evolução dessa área. Muito se cresceu: se há três ou quatro décadas pouco de falava de investigação científica em Portugal, hoje está longe de ser esse o caso.
Um livro que descreve as experiências dos autores no seu trabalho em Física de Partículas em Portugal desde a génese, mas que vai além disso: contribui com informação rigorosa para uma futura história desta disciplina.
A Teoria de Tudo, Stephen W. Hawking
Grande divulgador de ciência mas também cientista brilhante, Stephen Hawking acredita que os avanços da física teórica devem «poder ser compreendidos pelo grande público, e não apenas por alguns cientistas». Neste livro, propõe-nos a extraordinária aventura da descoberta do cosmos e do nosso lugar nele. Em sete lições, responde à curiosidade de todos aqueles que já olharam fascinados para o firmamento e se perguntaram o que há lá em cima e como foi lá parar.
"Introdução à Álgebra Linear", de Ana Paula Santana, João Filipe Queiró.
Pela mão de dois professores com amplos conhecimentos e experiência na área tratada, um livro pensado para servir de texto de apoio às disciplinas que tratam de Álgebra Linear em cursos de Engenharia, Economia, Ciências e Matemática. Com esse objectivo, a apresentação dos assuntos é feita de forma sistemática e rigorosa, mas modular, com conteúdos dirigidos especificamente aos alunos de cadeiras semestrais ou anuais das áreas referidas.
A EDUCAÇÃO DURANTE O ESTADO NOVO (2)
Segundo texto de uma série de doze, retirados do livro Antes dos Cravos doo Professor António Galopim de Carvalho (em continuação do anter...
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A falácia do espantalho , uma das mais utilizadas pelos que que não conseguem sequer compreender os temas em debate, basicamente consiste em...
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Ludwig Krippahl é professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e membro do centro de investigação em intel...
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A contribuição do Desidério é importantíssima. É curioso como um dos ramos filosóficos e matemáticos aparentemente mais afastados do dia-a-d...

