Um poema do livro Hybris [poesia reunida] (Cosmorama Edições, 2015) de Jorge Melícias:
Um pulmão sulfúrico
extraído à elisão do ar.
Ateado desde o âmnio
como uma degenerescência vital.
Os estames
disseminando-se na refracção,
reduzindo a fluidez
à consumação do atrito.
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