O governo em fim de mandato não enjeita fazer campanha eleitoral. É o caso óbvio do financiamento de grandes centros de investigação no interior do país. Não há avaliação nenhuma desta vez nem estudos sérios. O reitor da Covilhã fez bem em não aceitar.
1 comentário:
Homem de antes quebrar que torcer?
Assim, há poucos!
Enviar um comentário