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1 comentário:
O título é muito interessante.
Lembra-me "Conhecimento de Poesia" de Vitorino Nemésio.
Desagradou-me o advérbio "infelizmente", denunciador de uma atitude menos "isenta", que levanta suspeitas, num escritor de filosofia. A mim pareceu-me provocador.
Fiquei, entretanto, a cogitar espontaneamente sobre a inteligência necessária para investigar se os escritores dos livros que compõem a bíblia, e antes deles, em alguns casos, a tradição oral (antes de serem escritos, como sucedeu com a Odisseia, por exemplo, foram sendo transmitidos oralmente, através de gerações), se confrontaram com as questões e os argumentos que ainda hoje se colocam sobre a existência de Deus e se, nos escritos bíblicos, deixam sinais de responderem a tais questões, argumentos.
Estou a pensar na bíblia enquanto "produto" da inteligência humana e em que, provavelmente, a avaliar pelas culturas antigas, nomeadamente grega e egípcia, nenhum dos argumentos do presente terá estado ausente. Seria interessante avaliar se e como responderam. Alguém conhece um livro que possa ajudar-me neste assunto?
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