terça-feira, 3 de março de 2026

FAZER O QUE ESTÁ CERTO QUE SE FAÇA

Em Dezembro do passado ano, Beatriz Pereira, psicóloga, enviou à Assembleia da República uma petição acompanhada de um dossier com vista à discussão da "proibição de músicas com conteúdo sexualizado em contextos e eventos direcionados a crianças". Com mais de 17 mil assinaturas, a petição foi efectivamente discutida, em Janeiro, na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto.

No dossier, que pode ser encontrado aqui, além do esclarecimento que explica essa proibição, reúnem-se testemunhos, pareceres e exemplos de situações, incluindo situações escolares, em que as crianças são expostas a esse tipo de músicas.
 
Quem se preocupa com a educação dos menores de idade tem o dever de fazer o que estiver ao seu alcance para a manter em níveis de dignidade aceitáveis. O que esta psicóloga fez não foi pouco. A sua coragem, determinação e trabalho só nos pode dar ânimo para o fazer o que é certo que se faça.

3 comentários:

Mário R. Gonçalves disse...

Eu assinava mil vezes.

Anónimo disse...

Fui passear com o meu filho de tenra idade. Vi dois namorados a beijarem-se sofregamente e noutras actividades sexualizadas. Que devo fazer? Fugir com a criança? Ou ralhar aos namorados?
E devo dizer ao meu filho que os bebés vêm de Paris no bico de uma cegonha? Ou digo tudo? Ou só parte?
Mas quando vamos à aldeia ele vê actividades "indecentes" por parte de animais sem vergonha. animais sem vergonha. Já nem sei que fazer.
Pai ignorante

Anónimo disse...

Tenho muita pena de que ninguém me sugira nada.
Continuo ignorante (tal como a mãe).

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