Em Dezembro do passado ano, Beatriz Pereira, psicóloga, enviou à Assembleia da República uma petição acompanhada de um dossier com vista à discussão da "proibição de músicas com conteúdo sexualizado em contextos e eventos direcionados a crianças". Com mais de 17 mil assinaturas, a petição foi efectivamente discutida, em Janeiro, na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto.
No dossier, que pode ser encontrado aqui, além do esclarecimento que explica essa proibição, reúnem-se testemunhos, pareceres e exemplos de situações, incluindo situações escolares, em que as crianças são expostas a esse tipo de músicas.
No dossier, que pode ser encontrado aqui, além do esclarecimento que explica essa proibição, reúnem-se testemunhos, pareceres e exemplos de situações, incluindo situações escolares, em que as crianças são expostas a esse tipo de músicas.
Quem se preocupa com a educação dos menores de idade tem o dever de fazer o que estiver ao seu alcance para a manter em níveis de dignidade aceitáveis. O que esta psicóloga fez não foi pouco. A sua coragem, determinação e trabalho só nos pode dar ânimo para o fazer o que é certo que se faça.
2 comentários:
Eu assinava mil vezes.
Fui passear com o meu filho de tenra idade. Vi dois namorados a beijarem-se sofregamente e noutras actividades sexualizadas. Que devo fazer? Fugir com a criança? Ou ralhar aos namorados?
E devo dizer ao meu filho que os bebés vêm de Paris no bico de uma cegonha? Ou digo tudo? Ou só parte?
Mas quando vamos à aldeia ele vê actividades "indecentes" por parte de animais sem vergonha. animais sem vergonha. Já nem sei que fazer.
Pai ignorante
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