A Federação Nacional dos Professores realizou em Janeiro passado um encontro sobre “Os desafios da IA no Ensino Superior e na Ciência”. A questão de base era: que transformações introduz nestes dois sectores e quais as consequências para o ensino e para a aprendizagem, bem como para a investigação?
A abertura foi feita por Francisco Gonçalves, secretário-geral da federação, apresentaram comunicações Cláudia Figueiredo (Universidade de
Aveiro), Maria João Rendas (Instituto Superior Técnico), Paulo Brazão
(Universidade da Madeira) e Pedro Vasconcelos (Universidade do Porto).
Acabei de ver hoje as apresentações e os documentos disponibilizados (ver aqui). Muito do que foi dito pode e deve ser transposto para outros níveis do sistema educativo e para outros sectores da sociedade.
Tendo em conta as áreas em que trabalho, prestei especial atenção às comunicações de Maria João Rendas por fazer um enquadramento reflexivo muito completo da IA nos dois mencionados sectores e de Pedro Vasconcelos por ter ido buscar o que se sabe sobre a aprendizagem para dissertar sobre a relevância da IA (ou a falta dela).
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