domingo, 21 de janeiro de 2024

(TRANS)FORMAÇÃO DOS RECURSOS PEDAGÓGICOS: CAMINHO PARA A APRENDIZAGEM?

O Centro de Formação de Professores Francisco de Holanda teve a amabilidade de me convidar, bem como a Cátia Delgado e Isaltina Martins para escrevermos um texto, a integrar na edição comemorativa da 30.ª edição da sua revista ELO subordinada ao título "Dinâmicas de (Trans)Formação".
 
Partimos do actual quadro normativo-legal da educação, no qual se vê reafirmada a necessidade de se procurarem “dinâmicas que transformem a escola”, com vista a “um maior sucesso” de aprendizagem, sendo a formação contínua dos professores uma condição para que tal se concretize. 

Notando que tal transformação revela múltiplas faces, restringimo-nos a uma delas, afirmada como inevitável e prioritária: a digitalização de recursos pedagógicos. Considerando os efeitos contraproducentes que lhe têm sido apontados  questionámos essa face da transformação, ponderando-a em contexto formativo.

Ver páginas 101 e seguintes aqui.

1 comentário:

Anónimo disse...

A questão é simples: a bem do ensino, do professor, e da aprendizagem, do aluno, em contexto de sala de aula, os computadores são instrumentos pedagógicos capazes de substituir, totalmente, os professores, os livros e os cadernos de papel?
Como se aprende a ler, lendo, a escrever, escrevendo, e a contar os números contando, o quadro negro, o papel e as tintas, continuam, conforme nos diz a experiência no terreno, a ser excelentes meios auxiliares de ensino/ aprendizagem nas escolas EB 1,2,3 + S + JI e nas universidades.
Evidentemente, os computadores, que já estão em todo o lado, também têm um papel indispensável nas escolas, desde que permitam que haja mais vida para além dos ecrãs brilhantes.
A inteligência artificial é fria. A escola é para animais de sangue quente, como nós somos.

"A escola como plataforma do comércio"

    Artigo de opinião do Professor Mário Frota, especialista em Direito do Consumo, publicado no jornal As Beiras de hoje, 12 de Maio de 20...