terça-feira, 30 de setembro de 2014

ACÇÃO NO PARLAMENTO RELATIVA À AVALIAÇÃO DA FCT

Informação recebida do grupo parlamentar do PCP sobre a avaliação da FCT/ESF;

Vimos informar da rejeição do Projeto de Resolução 1099/XII/2 : Recomenda ao Governo a anulação dos efeitos do processo de avaliação  das unidades de I&D realizado pela FCT, com os votos do PSD e CDS no  passado dia 26 de setembro.

Informação relativa à discussão, na Comissão de  Educação, Ciência e Cultura, do PJR N.º 1099/XII - RECOMENDA AO  GOVERNO A ANULAÇÃO DOS EFEITOS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DAS UNIDADES  DE I&D REALIZADO PELA FCT [1].

Esta proposta visava:

 1- Anular o processo de avaliação em curso, bem como o contrato com a ESF;

 2- Assegurar um novo processo de avaliação que garanta níveis de  financiamento público pelo menos equivalentes aos do período anterior  e que não tenha qualquer tipo de _numerus clausus_ pré-definidos;

 3- Assumir como objetivo do novo processo de avaliação e  financiamento, a manutenção e aperfeiçoamento da capacidade instalada  e o reforço das unidades de investigação existentes e não a sua
redução, fusão ou extinção;

 4- Assegurar uma estratégia integrada de valorização do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (STCN) através do desenvolvimento da capacidade científica instalada e sua  estabilidade, e da valorização dos trabalhadores destas áreas, desde  logo através da salvaguarda dos seus postos de trabalho, vínculos e direitos e do combate às situações da precariedade que atualmente  existem.

Da parte do PCP, continuaremos a acompanhar a situação destas unidades  e a apresentar propostas alternativas ao desmantelamento do SCTN, com  a profunda convicção que está é simultaneamente uma luta por um futuro  de progresso para o país.

[1]  http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=38623

1 comentário:

  1. Eu também chumbava este projecto de resolução. O problema da avaliação está contemplado no ponto 1 e em parte do ponto 2. Ao invés de se contentarem com isso, não, metem para lá o resto do ponto 2, e os pontos 3 e 4, e assim se transforma uma luta difícil numa luta impossível. Com este tipo de "mentalidade de sindicato", de pedir mundos e fundos, não se vai a lado nenhum. O governo diz 8, o resto diz 80, e não saímos disto.

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