sexta-feira, 10 de maio de 2019

LIVROS DE E SOBRE EINSTEIN NO RÓMULO



Em breve se vão comemorar os 100 anos do eclipse que imortalizou Einstein. Aqui está uma lista bibliográfica para entrar na vida e obra do maior sábio do século XX e um dos maiores de sempre. O RÒÓULO, na Universidae de Coimbra, é, como se pode ver pela amostra, um vasto repositório da cultura científica. A ordem é cronológica dentro de categorias.

Títulos de Einstein disponíveis no RÓMULO- Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra:

Ideas and opinions by Albert Einstein. New York : Crown Publishers, 1956. Cota RC 001(091) EIN

O significado da relatividade com a teoria relativista do campo não simétrico. Trad. Mário Silva. Coimbra : Arménio Amado, 1958. (Studium ; 76). Cota RC 001(091) EIN

com BESSO, Michele - Correspondance 1903-1955. Paris : Hermann, 1972. (Histoire de la pensée). Cota RC 92 EIN

Mein Weltbild. Berlin : Ullstein Materialien, 1980. ISBN 3548350240. Cota RC 001(091) EIN

Notas autobiográficas. Tradução Aulyde Soares Rodrigues. 5ª ed. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1982. Cota RC 92 EIN

The meaning of relativity : [including the relativistic theory of the non-symmetric field]. 5ª ed. Princeton : University Press, 1988. (Princeton Science Library). ISBN 0691023522. Cota RC 001(091) EIN

Física e realidade. Trad. A. M. Nunes dos Santos. 1ª ed. Lisboa : Universidade Nova de Lisboa, 1990. ISBN 9725950755. Cota RC 001(091) EIN

RENN, Jurgen, ed. lit. ; SCHULMANN, Robert, ed. lit. - Albert Einstein-Mileva Maric : cartas de amor. Tradução Thelma Médice Nóbrega. Campinas : Papirus, 1992. ISBN 8530802063. Cota RC 92 EIN

The theory of relativity : (and other essays). New York : Kensington Publishing, 1996. ISBN 0806517654. Cota RC 001(091) EIN

com FREUD, Sigmund  Porquê a guerra? : reflexões sobre o destino do mundo. Trad. Artur Morão. Lisboa : Edições 70, 1997. (Estante. Psicologia ; 6). ISBN 9724409457. Cota RC 35 FRE

com INFELD, Leopold - A evolução da física : o desenvolvimento das ideias desde os primitivos conceitos até à relatividade e aos quanta. Trad. Monteiro Lobato. Lisboa : Livros do Brasil, [19--]. (Colecção Vida e Cultura ; 74). Cota RC 001(091) EIN

A teoria da relatividade especial e geral. Trad. Carlos Almeida Pereira. 2ª reimp. Rio de Janeiro : Contraponto, 2000. ISBN 8585910275. Cota RC 001(091) EIN

O ano miraculoso de Einstein : cinco artigos que mudaram a face da física. Trad. Alexandre Carlos Trot. Rio de Janeiro : Editora UFRJ, 2001. (Clássicos da Ciência). ISBN 85710824313. Cota RC 001(091) EIN

Escritos da maturidade. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, imp. 2003. ISBN 8520905676. Cota RC 001(091) EIN

Notas autobiográficas. Trad. Miguel Paredes. Madrid : Alianza Editorial, 2003. (Historia de la Ciencia). ISBN 842065552X. Cota RC 92 EIN

O significado da relatividade : com a teoria relativista do campo não simétrico. Trad. Mário Silva. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2003. (Ciência Aberta ; 128). ISBN 9726628946. Cota RC 001(091) EIN

STACHEL, John, ed. lit. - O annus mirabilis de Einstein : cinco artigos que revolucionaram a física. Trad. Ana Sampaio. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2005. (Ciência Aberta ; 140). ISBN 9896160414. Cota RC 001(091) EIN

Como vejo a ciência, a religião e o mundo. Trad. José Miguel Silva e Ruth San Payo Araújo. Lisboa : Relógio D'Água Editores, 2005. ISBN 9727088503. Cota RC 001(091) EIN

com BORN, Max The Born-Einstein letters : friendship, politics and physics in uncertain times : correspondence between Albert Einstein and Max and Hedwig Born from 1916 to 1955. 1ª ed. New York : Macmillan, 2005. ISBN 1403944962. Cota RC 001(091) BOR

com LORENTZ, H. A e MINKOWSKI, H. - O princípio da relatividade. Trad. Mário José Saraiva. 6ª ed. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 2014. (Textos Fundamentais da Física Moderna ; 1). ISBN 9789723107234. Cota RC 001(091) LOR


Títulos sobre Einstein 

GARBEDIAN, H. Gordon - Einstein, o criador de universos. Trad. e notas de Júlio Cesar de Mello e Sousa. Rio de Janeiro : Livraria José Olympio Editora, 1942. (O Romance da Vida ; 19). Cota RC 92 GAR

CUNY, Hilaire - Albert Einstein e a relatividade. Trad. Maria Inês Brandão. Lisboa : Editora Ulisseia, 1965. (Documentos do tempo presente ; 27). Cota RC 92 CUN

WICKERT, Johannes Manfred - Albert Einstein in Selbstzeugnissen und bilddokumenten dargestellt. Hamburg : Rowohlt, 1972. (Rororo ; 162). ISBN 3499501627. Cota RC 92 WIC

HOFFMANN, Banesh - Albert Einstein. Herts : Paladin, 1975. ISBN 58608195X. Cota RC 92 HOF

NELKOWSKI, H., ed. lit. [et al.] - Einstein symposium Berlin : 1979. Berlin : Springer, 1979. (Lecture Notes in Physics ; 100). ISBN 354009718X. Cota RC 001(091) EIN

SCHWARTZ, Joseph ; MCGUINESS, Michael - Einstein für Anfänger. Hamburg : Rowohlt, 1979. Cota RC 92 SCH

REICHENBACH, Hans - From Copernicus to Einstein. New York : Dover Publications, 1980. ISBN 0486239403. Cota RC 001(091) REI

SCHWARTZ, Joseph ; MCGUINNESS, Michael - Einstein para principiantes. Trad. Cardigos dos Reis. Lisboa : Dom Quixote, 1980. (Para principiantes). Cota RC 001(091) SCH

HOFFMANN, Banesh, ed. lit. ; DUKAS, Helen, ed. lit. - Albert Einstein : Briefe. Zurique : Diogenes, cop. 1981. ISBN 3257203039. Cota RC 92 EIN

DÜRRENMATT, Friedrich - Albert Einstein. Trad. de Françoise Stokke. Lausanne : Editions de L'Aire, 1982. (Lettres Universelles). Cota RC 001(091) DUR

ROSMORDUC, Jean - De Tales a Einstein : história da física e da química. Trad. de José Carlos Fernandes. Lisboa : Caminho, 1983. (Universitária ; 4). Cota RC 001(091) ROS

CLARET, Martin, ed. lit. - O pensamento vivo de Einstein. Trad. José Geraldo Simões Jr. 5ª ed. ilustrada. São Paulo : Martin Claret Editores, cop. 1986. (O Pensamento Vivo ; 1). Cota RC 001(091) PEN

BALIBAR, Françoise - Einstein : uma leitura de Galileu e Newton : espaço e relatividade. Trad. Arlindo José Castanho. Lisboa : Edições 70, imp. 1988. (O saber da filosofia ; 24). Cota RC 001(091) BAL

SANTOS, A. M. Nunes dos, ed. lit. - Albert Einstein : reflexões e testemunhos científicos. Lisboa : Faculdade de Ciências e Tecnologia, UNL, 1989. ISBN 9725950704. Cota RC 001(091) ALB

SANTOS, A. M. Nunes dos, ed. lit. ; BENTO, Maria Amália C., ed. lit. - Homenagem a Albert Einstein : testemunhos e controvérsia. 1ª ed. Lisboa : Faculdade de Ciências e Tecnologia, UNL, 1989. ISBN 9725950720. Cota RC 001(091) HOM

PARKER, Barry - O sonho de Einstein : a procura de uma teoria unificada do universo. Trad. Carlos Pina e Brito. Lisboa : Edições 70, 1990. (Universo da Ciência ; 8). Cota RC 001(091) PAR

RENN, Jurgen, ed. lit. ; SCHULMANN, Robert, ed. lit. - Albert Einstein-Mileva Maric : cartas de amor. Trad. Thelma Médice Nóbrega. Campinas : Papirus, 1992. ISBN 8530802063. Cota RC 92 EIN

MACDONALD, Fiona - Albert Einstein : o físico excêntrico, cuja teoria da relatividade revolucionou as nossas ideias sobre o Universo. Trad. Ivete Colaço. 1ª ed. Lisboa : Replicação, 1994. (Cientistas que transformaram o mundo). ISBN 972570066X. Cota RC 53 MAC

MOREIRA, Ildeu de Castro, ed. lit. ; VIDEIRA, Antonio Augusto Passos, ed. lit. - Einstein e o Brasil. Rio de Janeiro : UFRJ, 1995. ISBN 8571081425. Cota RC 001(091) EIN

HOLTON, Gerald James - Einstein, history, and other passions : the rebellion against science at the end of the twentieth century. New York : Addison-Wesley, 1996. ISBN 0201407167. Cota RC 001(091) HOL

Einstein : vida e pensamentos : "o universo tem forma cilíndrica, e não esférica". São Paulo : Martin Claret, imp. 1997. (Vida e pensamentos ; 5). ISBN 8572320776. Cota RC 92 EIN

GRIBBIN, John ; GRIBBIN, Mary - Einstein em 90 minutos : 1879-1955. Trad. Maria Fátima Pires Rita Coelho. Mem Martins : Inquérito, 1997. (Em 90 minutos. Cientistas). ISBN 972670295X. Cota RC 92 GRI

MERLEAU-PONTY, Jacques - Einstein. Tradução Fátima Gaspar e Carlos Gaspar. Lisboa : Instituto Piaget, D.L. 1997. (História e biografias ; 7). ISBN 9728329938. Cota RC 92 MER

KUZNETSOV, B. - Albert Einstein. Trad, Frederico Montenegro. Lisboa : Editorial Presença, [19--?]. 2 Vol. (Biografia de Bolso ; 18, 19). Cota RC 92 KUZ
                      
ACZEL, Amir D. - God's equation : Einstein, relativity, and the expanding universe. New York : Dell Publishing, 2000. ISBN 0385334850. Cota RC 53 ACZ

JAMMER, Max - Einstein e a religião : física e teologia. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro : Contraponto, 2000. ISBN 8585910372. Cota RC 2 JAM

OVERBYE, Dennis - Einstein in love : a scientific romance. New York : Penguin Books, 2000. ISBN 0141002212. Cota RC 92 OVE

STERN, Fritz - Einstein's German world. London : Allen Lane, 2000. ISBN 0713994304. Cota RC 92 STE

BALIBAR, Françoise - Einstein : decoding the universe. London : Thames & Hudson, 2001. (New Horizons). ISBN 0500301174. Cota RC 001(091) BAL

CARVALHO, Daniel Duarte de - Albert Einstein e a experiência do conhecimento em física : a religiosidade cósmica como sentimento fundamental do espírito científico. 1ª ed. Porto : Campo das Letras, 2002. (Campo da filosofia.; 15). ISBN 9726106524. Cota RC 92 CAR

HAWKING, Stephen, ed. lit. - On the shoulders of giants : the great works of physics and astronomy. Philadelphia : Running Press, cop. 2002. ISBN 9780762413485.

JEROME, Fred - The Einstein file : J. Edgar Hoover's secret war against the world's most famous scientist. New York : St. Martin's Press, 2002. ISBN 0312288565. Cota RC 32 JER

POWELL, Corey S. - God in the equation : how Einstein became the prophet of the new religious era. New York : Free Press, cop. 2002. ISBN 0684863480. Cota RC 53 POW

ROSENKRANZ, Ze'ev - The Einstein scrapbook. Baltimore : The John Hopkins University Press, 2002. ISBN 0801872030. Cota RC 92 ROS

BREITHAUPT, Jim - Einstein. Trad. Luiza Mascarenhas. Mem Martins : Europa-América, 2003. (Biografias essenciais ; 5). ISBN 972105187X. Cota RC 92 BRE

GALISON, Peter - Einstein's clocks, Poincaré's maps : empires of time. 1ª ed. New York : W.W. Norton & Company, 2003. ISBN 0393020010. Cota RC 001(091) GAL

GREEN, Jim, ed. lit. - Albert Einstein. New York : Ocean Press, cop. 2003. (Rebel lives). ISBN 187617563X. Cota RC 92 ALB

TOLMASQUIM, Alfredo Tiomno - Einstein : o viajante da relatividade na América do Sul. 1ª ed. Rio de Janeiro : Vieira & Lent, 2003. ISBN 8588782111. Cota RC 001(091) TOL

ABRAHAM, Carolyn - Possessing genius : the bizarre odyssey of Einstein's brain. Cambridge : Icon Books, 2004. ISBN 1840465492. Cota RC 61 ABR

BOLLES, Edmund Blair - Einstein defiant : genius versus genius in the quantum revolution. Washington : Joseph Henry Press, 2004. ISBN 0309089980. Cota RC 53 BOL

CLOSETS, François de - Ne dites pas a Dieu ce qu'il doit faire. Paris : Éditions du Seuil, cop. 2004. ISBN 2020638835. Cota RC 92 CLO

GRUNDMANN, Siegfried - Einstein akte : wissenschaft und politik : Einsteins Berliner Zeit. 2ª ed. Berlin : Springer, 2004. (Physics and Astronomy Online Library). ISBN 354020699X. Cota RC 92 GRU

KAKU, Michio - Einstein's cosmos : how Albert Einstein's vision transformed our understanding of space and time. 1ª ed. New York : W. W. Norton & Company, cop. 2004. (Great Discoveries). ISBN 039305165X. Cota RC 53 KAK

PAIS, Abraham - Subtil é o Senhor : vida e pensamento de Albert Einstein. Trad. Fernando Parente e Viriato Esteves. 2ª ed. Lisboa : Gradiva, 2004. (Ciência Aberta ; 59). ISBN 9726622905. Cota RC 92 PAI

PANEK, Richard - The invisible century : Einstein, Freud, and the search for hidden universes. New York : Viking, 2004. ISBN 0670030740. Cota RC 001 PAN

PRIWER, Shana ; PHILLIPS, Cynthia - O livro completo sobre Einstein : da matéria e energia ao espaço e tempo, tudo o que você precisa para entender o homem e suas teorias. Trad. Martha Malvezzi Leal. São Paulo : Madras, 2004. ISBN 8573748427. Cota RC 92 PRI

WHITE, Michael ; GRIBBIN, John - Einstein. Tradução Maria Emília Novo. Mem Martins : Publicações Europa-América, 2004. (Grandes Biografias). ISBN 9721053902. Cota RC 92 WHI

RENN, Jürgen, ed. lit. - Albert Einstein : chief engineer of the universe : one hundred authors for Einstein.  Berlin : Wiley-VCH, 2005. Cota RC 001(091) ALB

ALVES, José Matias, ed. lit. - Querido professor Einstein : correspondência entre Albert Einstein e as crianças. 1ª ed. Porto : Asa, 2005. ISBN 9724143104. Cota RC 92 QUE

BORGEEST, Gunda ; FISCHER, Ernst Peter - Mensch Einstein : ein genie und seine Welt. Berlin : Nicolai, 2005. ISBN 3894792000. Cota RC 92 BOR

CALAPRICE, Alice - The Einstein almanac. Baltimore : The Jonhs Hopkins University Press, 2005. ISBN 0801880211. Cota RC 92 CAL

CALAPRICE, Alice, ed. lit. - The new quotable Einstein. Enlarged commemorative edition published on the 100th anniversary of the special theory of relativity. Princeton : University Press, 2005. ISBN 0691120757. Cota RC 001(091) NEW

DEUS, Jorge Dias de ; PEÑA, Teresa - Einstein... Albert Einstein : homem, cidadão, cientista. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2005. (Ciência Aberta ; 142). ISBN 9896160457. Cota RC 53 DEU

EXPOSIÇÃO "À LUZ DE EINSTEIN, 1905-2005", Lisboa - À luz de Einstein, 1905-2005 : exposição. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 2005. ISBN 9729909822. Cota RC 53 LUZ

FIOLHAIS, Carlos - Einstein e a religião. Coimbra : Estudos, 2005. [Separata]. Cota RC 53 FIO

FIOLHAIS, Carlos, ed. lit. [et. al.] - Einstein entre nós : a recepção de Einstein em Portugal de 1905 a 1955. Coimbra : Imprensa da Universidade, 2005. ISBN 9728704607. Cota RC 001(091) EIN

GALISON, Peter - Os relógios de Einstein e os mapas de Poincaré : impérios do tempo. Tradução Nuno Garrido de Figueiredo. Lisboa : Gradiva, 2005. (Ciência Aberta ; 138). ISBN 9896160147. Cota RC 001(091) GAL

HAGNER, Michael, ed. lit. - Einstein on the beach : der Physiker als Phänomen. Frankfurt : Fisher Taschenbuch, 2005. (Fisher ; 16515). ISBN 3596165156. Cota RC 53 EIN

HAWKING, Stephen - Os gênios da ciência : sobre os ombros de gigantes : as mais importantes ideias e descobertas da física e da astronomia. Trad. Heloísa Beatriz Santos Rocha, Lis Lemos Parreiras Horta Moriconi. Rio de Janeiro : Elsevier, 2005. ISBN 8535212906. Cota RC 001(091) HAW

KAKU, Michio - O cosmos de Einstein : como a visão de Albert Einstein transformou a nossa concepção do espaço e do tempo. Trad. Hermínia Castro. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2005. (Ciência Aberta ; 139). ISBN 9896160295. Cota RC 53 KAK

LEITE, Manuel da Costa - O pedal estelar : Einstein & companhia : notas e crónicas de CTS. Lisboa : Edições Universitárias Lusófonas, 2005. ISBN 9728881177. Cota RC 001 LEI

MCFARLANE, Thomas J., ed. lit. - Einstein e Buda : palavras comuns. Trad. Pedro Serras Pereira. 1ª ed. Cruz Quebrada : Estrela Polar, 2005. ISBN 9728929102. Cota RC 001(091) EIN

PARKER, Barry - Albert Einstein's vision : remarkable discoveries that shaped modern science. New York : Prometheus Books, 2005. ISBN 1591021863. Cota RC 001(091) PAR

RENN, Jürgen, ed. lit. - Albert Einstein : chief engineer of the universe : one hundred authors for Einstein. Weinheim : Wiley-VCH, 2005. ISBN 3527405747. Cota RC 001(091) ALB

RIGDEN, John S. - Einstein 1905 : the standard of greatness. Cambridge : Harvard University Press, 2005. ISBN 0674015444. Cota RC 001(091) REG

SÁNCHEZ RON, José Manuel, ed. lit. ; ROMERO DE PABLOS, Ana, ed. lit. - Einstein en España. [Madrid] : Publicaciones de la Residencia de Estudiantes, 2005. ISBN 8495078341. Cota RC 001(091) EIN

SELLERI, Franco - Lições de relatividade : de Einstein ao éter de Lorentz. Trad. J.R. Croca e Rui Moreira. Lisboa : Edições Duarte Reis, 2005. (Ciência e Vida ; 1). ISBN 9728745117. Cota RC 53 SEL

SMITH, Peter D. - Einstein. Trad. Melissa Silva e Paula Alves. 1ª ed. Porto : Asa Editores, 2005. (Vida & Época). ISBN 972414217X. Cota RC 92 SMI

BROCKMAN, John, ed. lit. - My Einstein : essays by twenty-four of the world's leading thinkers on the man, his work, and his legacy. New York : Vintage Books, 2006. ISBN 9781400079506. Cota RC 92 MY

ROONEY, Anne - Einstein : in his own words. London : Arcturus, 2006. ISBN 0572032242. Cota RC 92 ROO

WAGENSBERG LUBINSKI, Jorge ; LÓPEZ VERDEGUER, Ignasi - Einstein 1905 : cent anys de física. Barcelona : Fundació "la Caixa", D.L. 2006. ISBN 8476648944. RC 001(091) WAG

ISAACSON, Walter - Einstein : his life and universe. New York : Simon & Schuster, 2007. ISBN 9780743264730. Cota RC 92 ISA

KLEIN, Étienne - Einstein + 6 : a revolução. Trad.Tiago Marques. 1ª ed. Casal de Cambra : Caleidoscópio, 2007. ISBN 9789898010933. Cota RC 53 KLE

RIGDEN, John S. - Einstein 1905 : o padrão da grandeza. Tradução Marcelo Félix. Lisboa : Edições 70, 2007. (Universo da ciência ; 31). ISBN 9789724414058. Cota RC 001(091) RIG

CARVALHO, Daniel Duarte de - Einstein e a formação da hipótese em física : a teoria da relatividade como estudo de caso. Porto : Afrontamento, 2010. (Biblioteca de filosofia ; 18). ISBN 9789723610550. Cota RC 53 CAR

ROBINSON, Andrew - Einstein : a hundred years of relativity. Bath : Palazzo, 2010. ISBN 9780955304699. Cota RC 001(091) ROB

SCHWEBER, Silvan S. - Einstein & Oppenheimer : o significado do génio. Tradução Jorge Lima. 1ª ed. Lisboa : Bizâncio, 2010. (Vidas ; 29). ISBN 9789725304273. Cota RC 001(091) SCH

SEKSIK, Laurent - Albert Einstein. Tradução Rejane Janowitzer. Porto Alegre : L&PM, 2010. (Biografias L&PM Pocket ; 891). ISBN 9788525420541. Cota RC 92 SEK

SEKSIK, Laurent - Albert Einstein : biografia. Tradução Ana Godinho. Lisboa : Bertrand, 2010. (Biografias). ISBN 9789722522236. Cota RC 92 SEK

PERCY, Allan - Einstein para despistados : sabedoria atómica para relativizar os problemas de todos os dias. Tradução Rita Custódio e Alex Tarradellas. 1ª ed. Barcarena : Mercador, 2013. ISBN 9789897540288. Cota RC 159.9 PER

LACHIÈZE-REY, Marc - Einstein à la plage : la relativité dans un transat. Paris : Dunod, 2015. ISBN 9782100722235. Cota RC 53 LAC

SMITH, Daniel - Pensar como Einstein : biografia inspiradora do maior génio da ciência : 28 ideias para aprender a ver o mundo de forma diferente. Tradução Rita Canas Mendes. 1ª ed. [Amadora] : Vogais, 2015. ISBN 9789896683320. Cota RC 92 SMI

ÁCIN, Antonio ; ACÍN, Eduardo - Na pista de Einstein : da intuição à descoberta das ondas gravitacionais. Tradução Isabel Mafra. [S.l.] : Cofina Media SA, cop. 2016. (Descobrir a Ciência). ISBN 9789898836748. Cota RC 53 DES

MAIER, Corinne ; SIMON, Anne - Einstein : an illustrated biography. 1ª ed. London : Nobrow, 2017. ISBN 9781910620014. Cota RC 74 MAI



GOMES, A. Dias - A relatividade de Albert Einstein : (ao nível de estudantes e estudiosos). Lisboa : Gomes & Rodrigues, [s.d.]. (Análises. Secção de Ciências ; 2). Cota RC 53 GOM

LIMA, Duarte Pires de - História breve duma teoria : a relatividade : e breve ensaio sobre o modernismo. Porto : Livraria Latina Editora, 1944. (Cadernos Azuis. A evolução da humanidade ; 11). Cota RC 53 LIM

COLEMAN, James A. - Relatividade para todos. Trad. Gustavo de Castro. Lisboa ; Rio de Janeiro : Ulisseia, [1963?]. (Livros pelicano. Ciências Puras ; 12). Cota RC 53 COL

SMILGA, V. - A relatividade e o homem. Trad. Maria de Lourdes Penedo. Lisboa : Editorial Presença, 1966. (Perspectivas ; 16). Cota RC 53 SMI

COUDERC, Paul - A relatividade. Trad. Manuel Duarte. Lisboa : Arcádia, imp. 1967. (Biblioteca Arcádia de Bolso ; 94). Cota RC 53 COU

RUSSELL, Bertrand - ABC da relatividade. Trad. Augusto P. Fernandes. [Lisboa] : Publicações Europa-América, imp. 1969. (Saber. Ciências Puras ; 26). Cota RC 53 RUS

GARDNER, Martin - The relativity explosion. Completely revised, updated ed. New York : Vintage Books, 1976. ISBN 0394721047. Cota RC 53 GAR

BONDI, Hermann - Relativity and common sense : a new approach to Einstein. New York : Dover Publications, 1980. ISBN 0486240215. Cota RC 53 BON

LANDAU, L. ; RUMER, Yu - What is the theory of relativity. Trad. A. Zdornykh. Moscow : Mir Publishers, 1981. Cota RC 53 LAU

SILVESTRINI, Vittorio - Introdução à teoria da relatividade. Trad. José d’Encarnação. Lisboa : Editorial Noticias, [D.L. 1983]. (Biblioteca de Conhecimentos Básicos. O saber ; 17). Cota RC 53 SIL

EPSTEIN, Lewis Carroll - Relativity visualized. San Francisco : Insight Press, 1987. ISBN 093521805X. Cota RC 53 EPS

MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas - A teoria da relatividade : com apêndice sobre a visita de Einstein ao Brasil. Rio de Janeiro : Editora Tecnoprint, cop. 1987. (Explicando ; 11860). ISBN 853011860X. Cota RC 53 MOU

BROTAS, António - O essencial sobre a teoria da relatividade. Lisboa : Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1988. (Essencial ; 37). Cota RC 53 BRO

SCHWARTZ, Jacob T. - Relativity in illustrations. New York : Dover Publications, 1989. (Dover Science Books). ISBN 048625965X. Cota RC 53 SCH

WILL, Clifford M. - Einstein tinha razão? : testando a teoria da relatividade geral. Trad. José Carlos S.P. Fernandes. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 1989. (Ciência Aberta ; 29). Cota RC 53 WIL

GEROCH, Robert - Relatividade geral de A a B. Tradução Maria José Quelhas Dias, José Carlos Almeida. Lisboa : Presença, 1991. 8Limiar do Futuro). ISBN 9722313347. Cota RC 53 GER

Eddington e Einstein : verificação experimental da teoria da relatividade generalizada na Ilha do Príncipe. Introdução, trad. e notas A. M. Nunes dos Santos e Christopher Auretta. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 1992. (Panfletos ; 17). ISBN 9726622522. Cota RC 001(091) EDD

FAROUKI, Nayla - A relatividade. Trad. Joaquim Nogueira Gil. Lisboa : Instituto Piaget, D.L. 1994. (Biblioteca Básica de Ciência e Cultura ; 8). ISBN 9729295875. Cota RC 53 GIU

WEINBERG, Steven - Sonhos de uma teoria final. Tradução Ruy Miguel Ribeiro. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 1996. (Ciência Aberta ; 81). ISBN 9726625009. Cota RC 53 GIU
                                  
FEYNMAN, Richard Phillips - Six not-so-easy pieces : Einstein's relativity, symmetry, and space-time. Massachusetts : Addison-Wesley, cop. 1997. ISBN 0201150255. Cota RC 53 FEY

BARTUSIAK, Marcia - Einstein's unfinished symphony : listening to the sounds of space-time. Washington : Joseph Henry Press, 2000. ISBN 0309069874. Cota RC 53 BAR

PARKER, Barry - A descoberta de Einstein : a relatividade relativamente fácil. Trad.  Alberto Vasconcelos. Lisboa : Edições 70, imp. 2002. ISBN 9724411311. Cota RC 53 PAR

MOORE, Pete - E=mc² : las grandes ideas que formaron nuestro mundo. Traducción Elena Azcoitia Wildpret, Clara Ituero Herrero. [Madrid] : Lisma Ediciones, 2003. ISBN 8495677377. Cota RC 001(091) MOO

WOLFSON, Richard - Simply Einstein : relativity demystified. 1ª ed. New York : W.W. Norton & Company, 2003. ISBN 0393051544. Cota RC 53 WOL

GIULINI, Domenico - Special relativity : a first encounter : 100 years since Einstein. Oxford : University Press, 2005. ISBN 0198567464. Cota RC 53 GIU

KORNELIUS, Martin. Einstein light. München : Deutscher Taschenbuch Verlag, 2005. (DTV ; 34174). ISBN 3423341742. Cota RC 53 KOR

MERMIN, N. David - It's about time : understanding Einstein's relativity. Princeton : University Press, 2005. ISBN 9780691122014. Cota RC 53 MER

MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas - Explicando a teoria da relatividade. 3ª ed. revista e ampliada. Rio de Janeiro : Ediouro, 2005. ISBN 8500017171. Cota RC 53 MOU

RELVAS, Joaquim A. Moura - Relatividade restrita : resumo comemorativo do centenário.
Gaia : Instituto Superior Politécnico Gaya, 2005. ISBN 9892000811. Cota RC 53 REL

ABREU, Rodrigo ; GUERRA, Vasco - Relativity : Einstein's lost frame. [Lisboa] : Extra]muros[, D.L. 2006. ISBN 972956566X. Cota RC 53 ABR

BAIS, Sander - Very special relativity : an illustrated guide. Amsterdam : University Press, 2007. ISBN 9789053569658. Cota RC 53 BAI

GOMES, Agostinho Borges - Uma teoria unificada das teorias da relatividade e quântica. Porto : Papiro Editora, 2008. (Ensaio). ISBN 9789896362119. Cota RC 53 GOM

BROTAS, António - Relatividade e física clássica : continuidade e ruptura. 1ª ed. Lisboa : IST Press, 2009. ISBN 9789728469917. Cota RC 53 BRO

CARVALHO, Daniel Duarte de - Einstein e a formação da hipótese em física : a teoria da relatividade como estudo de caso. Porto : Afrontamento, 2010. (Biblioteca de filosofia ; 18). ISBN 9789723610550. Cota RC 53 CAR

LACHIÈZE-REY, Marc - Einstein à la plage : la relativité dans un transat. Paris : Dunod, 2015. ISBN 9782100722235. Cota RC 53 LAC


LEPSCKY, Ibi - Albert Einstein. Boulevard : Barron's, 1982. ISBN 0812014529. Cota RC 82-93 LEP

PETIT, Jean-Pierre. Einstein e teoria da relatividade. Tradução Isabel St. Aubyn. 1ª ed. Lisboa : Dom Quixote, 1982. ( As Aventuras de Anselmo Curioso ; 4). Cota RC 82-93 AVE

PETIT, Jean-Pierre. Einstein e o buraco negro. Tradução Isabel St. Aubyn. 1ª ed. Lisboa : Dom Quixote, 1982. ( As Aventuras de Anselmo Curioso ; 5). Cota RC 82-93 AVE

STANNARD, Russell - O tempo e o espaço do tio Alberto. Tradução A.M. Nunes dos Santos, Auretta Christopher. Lisboa : Edições 70, imp. 2006. (Tio Alberto). ISBN 9724408302. Cota RC 82-93 TIO

MACDONALD, Fiona - O mundo no tempo de Albert Einstein. Trad. Ana Maria Pinto da Silva. [Lisboa] : Círculo de Leitores, 1999. ISBN 972421964X. Cota RC 82-93 MAC

STANNARD, Russell - Os buracos negros e o tio Alberto. Trad. Ana Isabel Lopes. Lisboa : Edições 70, D.L. 1999. (Tio Alberto). ISBN 9724408515Cota RC 82-93 TIO

STANNARD, Russell - Perguntem ao tio Alberto. Trad. Departamento Editorial de Edições 70. Lisboa : Edições 70, D.L. 1999. (Tio Alberto). ISBN 9724410161. Cota RC 82-93 TIO

GOLDSMITH, Mike - Albert Einstein e o seu universo insuflável. Trad. Maria Emília Novo. Mem Martins : Europa-América, 2003. (Finados famosos). ISBN 9721052752. Cota RC 82-93 FIN

BROWN, Don - Odd boy out : young Albert Einstein. Boston : Houghton Mifflin, 2004. ISBN 0618492984. Cota RC 82-93 BRO

CUGOTA, Lluís - Albert Einstein. Barcelona : Parramón, 2004. (Me llamo...). ISBN 8434226030. Cota RC 82-93 CUG

BOFINGER, Manfred ; TILLE, Peter - Einstein violinistaTrad. Carlos Fiolhais. 1ª ed. Lisboa : Gradiva, 2005. (Gradiva Júnior). ISBN 9896160848. Cota RC 82-93 BOF

BROWN, Don - Um rapaz invulgar : o pequeno Albert Einstein. Trad. Humberto Brito. 1ª ed. Lisboa : Ana Paula Faria - Editora Unipessoal, 2005. ISBN 9728920067. Cota RC 82-93 BRO

CUGOTA, Lluís - Albert Einstein. Trad. Tânia Rocha. 1ª ed. Lisboa : Didáctica Editora, 2005. (Chamo-me...). ISBN 9726506778. Cota RC 82-93 CUG

FIAMI - Les vies d'Einstein : voyage à travers le temps et la physique. [Genève] : Fiami, 2005. ISBN 2970049902. Cota RC 82-93 FIA

NOVELLI, Luca - Einstein e as máquinas do tempo. Trad. Maria Teresa de Barios. 1ª ed. Lisboa : Ana Paula Faria - Editora Unipessoal, 2006. (Ideias luminosas). ISBN 9728920334. Cota RC 82-93 IDE

STANNARD, Russell - O tio Alberto e o mundo dos quanta. Trad. Jorge Manuel Costa Almeida e Pinho. Lisboa : Edições 70, imp. 2006. (Tio Alberto). ISBN 9724413144Cota RC 82-93 TIO

Ficção:

LECAYE, Alexis. Einstein e Sherlock Holmes. Trad. António J. Pinto Ribeiro. Lisboa : Difusão Cultural, imp. 1991. (Série Casos). ISBN 9727090710. Cota RC 82 LEC

LIGHTMAN, Alan - Os sonhos de Einstein. Trad. Ana Maria Chaves. Porto : Asa, 1994. (Pequenos Prazeres). ISBN 9724113809. Cota RC 82 LIG

TEATRO DA TRINDADE, pro. - Os sonhos de Einstein [o musical]. Lisboa : Teatro da Trindade, 2005. Cota RC 79 SON

CARVALHO, José Eduardo - Einstein nunca amou. Lisboa : Clássica Editora, cop. 2010. (Romance). ISBN 9789725613320. Cota RC 82 CAR

*Nota: A presente lista foi elaborada de acordo com a NP 405 e está organizada por ordem cronológica (do mais antigo para o mais recente).


RÓMULO CCVUC
Maria João Oliveira
Maio 2019<

O Benfica e o Porto são superclubes europeus

Texto que nos foi enviado pelo leitor Fernando Tenreiro e que agradecemos.
Estarão os governos a proteger o feito extraordinário da existência de superclubes portugueses ou com a sua ineficácia política estarão a contribuir para a degradação e possíveis fracassos destes expoentes nacionais? A resposta é: Os governos desconhecem a realidade desportiva por estarem despojados de boas instituições desportivas e resta-lhes a vacuidade dos discursos, a nulidade dos actos e a cobertura do imediatismo futebolístico na comunicação social durante legislaturas inteiras. 
Wladimir Andreff e Paul Staudohar, em 2000, constataram a transformação de clubes sem finalidade lucrativa em empresas lucrativas como um racional irreversível. De facto alguns clubes transformam-se em empresas mas o sucesso do futebol profissional não tem de ser feito a partir da captura da riqueza associativa dos clubes que é pertença dos seus associados. O Barcelona é o exemplo da excelência de um clube sem finalidade lucrativa e pertencente exclusivamente aos seus associados para obter vitórias do futebol profissional graças à excelência da gestão de sucessivos dirigentes. Neste movimento europeu de privatização e esbulho dos activos sociais das populações locais, as SAD’s criadas em Portugal são actualmente a forma de todas as aventuras e marginalidades que já levaram à ruína muitos clubes nacionais que eram bandeiras das suas cidades, concelhos e regiões. Tornou-se criminoso que se passem legislaturas sem que nenhum governo mexa nestas matérias cruciais para as populações autarquias e empreendedores locais. 
Mais tarde, em 2015, o investigador de Harvard Matt Andrews procurou compreender a realidade dos maiores clubes europeus que podem ser superiores às maiores empresas de desporto profissionais americanas. Discorreu sobre a relevância dos mecanismos económicos, mais do que os desportivos, para explicar o surgimento dos superclubes à imagem das maiores multinacionais. Apontou duas fases. Na primeira, os clubes tornam-se complexos, altamente criadores de valor de produtos consumidos globalmente. Na segunda, os clubes acumulam novos conhecimentos catalisadores de mecanismos de envolvimento como capital, infraestruturas e liderança adaptativa. A actual filosofia do desporto português sugere que o futebol é um mercado de concorrência perfeita onde o Estado não se deve imiscuir por ser um grande negócio global. 
O futebol necessita que os governos actuem em 3 áreas: Primeiro, Portugal necessita de uma estratégia nacional de promoção do seu futebol para além do que tem feito, nomeadamente na consensualização do que pretende ser e estar no século XXI na produção de futebol nacional e do seu lugar europeu e mundial. No respeitante aos superclubes as políticas deveriam estabelecer objectivos e estratégias nacionais face a parceiros globais que actuam nos maiores países. Segundo, há que desenvolver regulação aplicada a todos os clubes e SAD’s assegurando o cumprimento dos princípios do Fair-Play Financeiro criado pela UEFA e aplicado pela FPF com desenvolvimentos nacionais como os relacionados com a qualificação das unidades locais de produção do futebol. Terceiro, olhar para o todo nacional exige medidas visando o aumento da competitividade dos campeonatos nacionais promovendo condições económicas que permitam aos clubes e aos campeonatos de menor dimensão crescerem desportivamente e aproximar-se dos primeiros. Nas condições actuais o Sporting e o Braga terão uma distância cada vez maior para alcançarem o topo. 
O presidente da UEFA Aleksander Ceferin tem combatido a tendência rentista reafirmando a sua determinação no aprofundamento do Modelo de Desporto Europeu. A defesa dos princípios europeus deveria ser explorada pelos nossos governos. 
Para potenciar os resultados do futebol há que cuidar do todo desportivo. Em primeiro lugar, os governos portugueses deveriam nomear pessoas conhecedoras de desporto e, principalmente, que tivessem “mundo”, o que inexiste! Apenas o político “com mundo” tem a capacidade de liderar a complexidade do desporto. Os nomeados públicos são desconhecidos e estão a destruir a administração pública do desporto. Em segundo lugar, reconceber a totalidade das instituições do desporto foi um fracasso da modernização do Estado e que o desporto mais sofreu às mãos das medidas que sonham com a privatização dos bens públicos e de mérito do desporto. Em terceiro lugar, os governos deveriam promover a competitividade de todos os clubes e federações nacionais e não privilegiar os do costume que oferecem almoços-grátis, dado que a sua posição e a boa política pública vai permitir-lhes beneficiar do investimento feito no associativismo desportivo.
Referências:
• Andreff, W., & Staudohar, P. 2000. The evolving European model of professional sports finance. Journal of Sports Economics, 1, 257–276.
• Andrews, M., 2015, Being Special: The Rise of Super Clubs in European Football, CID Working Paper No. 299, Center for International Development, Harvard University.

Fernando Tenreiro, economista, 02mai2019, fjstenreiro@gmail.com

" 25 de Abril, corte e costura" de João Cerqueira


No próximo dia 14 de Maio, terça-feira, pelas 18 horas, no RÓMULO - Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra, situado no piso 0 do Departamento de Física da FCTUC, o Doutor João Cerqueira, virá falar sobre o seu livro “25 de Abril, corte e costura”. A apresentação estará a cargo de José Manuel Pavão, médico pediatra e cirurgião, que foi director do hospital Maria Pia no Porto e deputado na Assembleia da República. Dará as boas vindas físico Carlos Fiolhais (director do RÓMULO).

A sessão  destina-se ao público em geral, havendo lugar a diálogo com o autor assim como a venda do livro e, no final, a uma sessão de autógrafos.

 Sinopse

Celebram-se os 40 anos da revolução. A Direita propõe uma tourada, a Esquerda um desfile gay. Entretanto, chegam à cidade um antigo inspector da PIDE decidido a acabar com a festa, um toureiro espanhol que sonha com a União Ibérica, um guru tarado sexual e as Brigadas Indignadas com a missão de fazer explodir uma bomba.

 O livro pretende mostrar que os partidos políticos parecem mais interessados em se afrontar do que em resolver os problemas dos cidadãos. Aborda temas actuais como a austeridade, o casamento homossexual, os direitos dos animais, os subsídios à arte, a União Ibérica, as seitas religiosas e o terrorismo. Todos os partidos são parodiados, embora uns sejam mais do que outros. As recentes escaramuças políticas parecem confirmar a mensagem do romance.

 Biografia

 João Cerqueira é doutorado em História da Arte pela Universidade do Porto. É autor de sete livros traduzidos em várias línguas e gosta de provocar os leitores, satirizando o mundo e o comportamento humano. O autor está publicado em Espanha, Itália, Inglaterra, Argentina, Brasil e Estados Unidos, onde venceu três prémios literários.

Obras publicadas:  Arte e literatura na guerra civil de Espanha, em 2004; A culpa é destas liberdades, em 2007;  A Tragédia de Fidel Castro, em 2008 (publicado nos EUA com o título The Tragedy of Fidel Castro); Maria Pia: rainha e mulher, em 2008;  José Guimarães (publicado na China pelo Today Art Museum),  José de Guimarães: Arte Pública, em 2010; As reflexões do Diabo, em 2010; A segunda vinda de Cristo à Terra, em 2015; 25 de Abril, corte e costura, em 2019.

The Tragedy of Fidel Castro venceu USA Best Book Awards 2013, o Beverly Hills Book Awards 2014, o Global Ebook Awards 2014, foi finalista do Montaigne Medal 2014 (Eric Offer Awards), foi finalista do Wishing Shelf Independent Book Awards 2014, e foi considerado pela revista ForewordReviews a terceira melhor tradução publicada nos EUA em 2012. Além dos EUA, está publicado na Itália pela Leone Editore, no Reino Unido pela Freight Books, na Argentina pela Eduvim e em Espanha pela Funambulista. Foi adaptado para o teatro nos Estados Unidos. A segunda vinda de Cristo à Terra venceu a medalha de prata do 2015 Latino Book Award, a medalha de prata no 2016 Hungry Monster Book Awards, foi eleito livro do ano 2016 pelo Latina Book Club e foi considerado um dos melhores livros publicados em 2015 pelo unheard-voice.blogspot. Está publicado nos EUA pela Line by Lion Publications. Em 2017 foi publicado em Espanha pela Funambulista.

 Os seus textos estão publicados na Toad Suck Review, Hypertext Magazine, Cleaver Magazine, Danse Macabre, Contemporary Literary Review India, Open Pen Magazine, The Liberator Magazine, BoldType Magazine, All Right Magazine, South Asia Mail, Linguistic Erosion, Calamites Press, Sundayat6mag e Literary Lunes. 

Citação do autor:

 “Recentemente li uma crítica à obra de Shakespeare onde se dizia que, entre outras qualidades, a sua genialidade consiste na passagem súbita da comédia para a tragédia, apanhando desprevenido o leitor. Ora é isso mesmo que tento fazer… procuro fazer rir … para no fim dar um valente murro no estômago do leitor. Confesso : quero bater nos meus leitores, mas primeiro tento fazê-los rir.”

Para mais informações:

 RÓMULO – Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra Maria Manuela Serra e Silva Telefone – 239 410 699
 E-Mail – ccvromulocarvalho@gmail.com
 Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002912006773

"Somos filhos das estrelas" com Carlos Fiolhais

(Ep. 59) "Médicos, músicos, maçons e óperas"

quarta-feira, 8 de maio de 2019

QUANDO A CIÊNCIA É O ALVO DAS TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO




Na próxima 4ª feira, dia 15 de Maio de 2019, pelas 18h00, vai ocorrer no Rómulo Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra a palestra “Quando a ciência é o alvo das teorias da conspiração”, por João Monteiro, Biológo, co-fundador da Comcept – Comunidade Céptica Portuguesa, co-autor do livro “Não se deixe enganar”.

Esta palestra integra-se no ciclo "Ciência às Seis - Terceira temporada"*

Sinopse da palestra:
Temos assistido a um desenvolvimento acelerado da ciência e da tecnologia nas últimas décadas, o que trouxe melhorias para a vida de todos nós. No entanto, paradoxalmente, têm também aumentado as críticas e os movimentos contra estes avanços científicos. Em grande parte, o que está por detrás deste fenómeno é a desinformação que alimenta receios e teorias da conspiração. Este é o foco desta palestra: quais as teorias da conspiração que afectam a ciência? Quais as consequências? O que se pode fazer? As respostas a estas perguntas irão gerar uma conversa em torno de temas como a genética, a saúde, o ambiente e os ecossistemas.

*Este ciclo de palestras é coordenado por António Piedade, Bioquímico, escritor e Divulgador de Ciência.

ENTRADA LIVRE
Público-Alvo: Público em geral
Link para o evento no facebook

“As (Ir)regularidades da Tabela Periódica”

“O QUE NÃO SABEMOS HOJE, AMANHÃ SABEREMOS”


Meu artigo no jornal I de ontem, que fez dez anos:

O jornal I (muitos parabéns pelo aniversário!) pede-me para antecipar os próximos dez anos. É, genericamente, simples, embora, nos particulares, possa ser complicado. A parte simples consiste em dizer, como Garcia da Orta disse em 1563, que “o que não sabemos hoje, amanhã saberemos.” (no Colóquio dos Simples, recentemente publicado pelo Círculo de Leitores). Esta é uma fórmula feliz de confiança na ciência. Os cientistas são optimistas – e com eles a humanidade bem o pode ser – porque sabem que, amanhã, vão saber mais do que hoje e, sabendo mais, vamos poder viver melhor. Mas, por outro lado, o futuro é uma caixinha de surpresas pelo que não podemos antecipar o que vamos amanhã saber. Toda a história da ciência e da tecnologia ensina que as descobertas são muito caprichosas, surgindo por vezes da maneira mais inesperada.

Do ponto de vista da ciência, este início de século, apesar de alguns marcos importantes – como, na física, as descobertas da partícula de Higgs em 2012  e das ondas gravitacionais em  2015  e, na biomedicina, o da publicação da sequenciação completa do genoma humano em 2003 e a descoberta da técnica da edição genómica CRISPR/Cas9  em 2012 - não está a ser tão fértil como o início do século XX, que viu na física nascer duas teorias radicalmente novas,  a teoria quântica em 1900 e a teoria da relatividade em 1905 e 1915 e, na biologia, a redescoberta em 1900 das leis da hereditariedade de Mendel e a identificação em 1903 dos cromossomas como os portadores da hereditariedade. A minha esperança é que o nosso século acelere na produção de conhecimento nos próximos dez anos, de modo a tornar a primeira metade do século XXI tão cheio de novidades como a correspondente parte do século anterior.

O que é que não sabemos hoje que amanhã saberemos? Na física existem dois grandes enigmas por resolver, que dizem respeito ao universo todo: a matéria negra, matéria não luminosa que preenche as galáxias, e a energia negra, a manifestação de uma força em larga escala que se opõe à gravidade, acelerando a expansão do universo. Talvez uma teoria unificada – Einstein sonhava com uma só força! – que reúna de forma consistente a teoria quântica e a teoria da relatividade geral (que é a teoria da gravidade corrente), possa desfazer este enorme enigma, com duas faces. No domínio da biomedicina novos desenvolvimentos científicos-tecnológicos (por exemplo, a sequenciação do genoma a cem dólares) e a sua aplicação criteriosa, isto é, obedecendo a princípios éticos consensualizados, deverão permitir a continuação do  aumento da longevidade humana, com suficiente qualidade de vida. Claro que há outras grandes questões na ciência, por exemplo na fronteira entre a biologia e a astronomia: haverá vida fora da Terra? E qual é a origem da vida? Ou, no domínio das neurociências: Será possível imitar o cérebro humano? O que é a consciência? Poderemos curar doenças neurodegenerativas como o Alzheimer? Quem me estiver a ler daqui a dez anos, deve-se considerar feliz se souber as respostas a algumas destas questões.

E como será a ciência em Portugal daqui a dez anos? Acompanhará decerto a ciência no mundo, num cenário que será dominado pelos Estados Unidos e pela China, apesar de todos os esforços de seguimento por parte da União Europeia. Mas o meu desejo é que acompanhasse mais do que tem acompanhado. A actual parcela de 1,3% do PIB que é investida em investigação e desenvolvimento é muito “poucochinho”. Se a Europa quer até 2030 investir, em média, 3% do PIB nessa área, a nossa ambição deve ser passar pelo menos para o dobro nessa data e, mesmo assim, ficaríamos abaixo da média. Mas, para isso, era preciso começar já hoje. Infelizmente não se vê maneira, uma vez que o governo da “geringonça” falhou a sua apregoada aposta na ciência.

Voltar a Ler


1.ª viagem aérea em Portugal



COLÓQUIO: A UNIVERSIDADE EM PORTUGAL


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Situação do Acordo Ortográfico passados dez anos da sua aprovação

Num artigo saído no Expresso do passado sábado, as jornalistas Alexandra Carita e Christiana Martins dão conta da recomendação feito pelo grupo de trabalho constituído pelo Parlamento para "estudar a aplicação das novas regras para a Língua Portuguesa" dAcordo Ortográfico, aprovado há dez anos. Essa recomendação, constante num relatório a apresentar na próxima semana, vai no sentido de se procederem a alterações no dito AO. Eis o essencial desse artigo:
"(...) no Brasil, a discussão sobre a revogação do AO está na ordem do dia e em que Cabo Verde está prestes a declarar o crioulo como língua oficial (...). 
Os partidos não são consensuais na análise ao AO e prepara-se um esgrimir de opiniões. PSD, CDS, PCP e Bloco de Esquerda querem alterar ou mesmo revogar o documento. O PS é o único que quer que tudo fique como está. 
A Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) é o mais radical dos documentos a ser alvo de votação em plenário: pretende a “suspensão” por “prazo indeterminado” com vista a serem “elaborados estudos complementares que atestem a sua viabilidade económica, o seu impacto social e a sua adequação ao contexto histórico, nacional e patrimonial em que se insere”. 
As 20 mil assinaturas entregues conseguiram o registo de um projeto de lei e aguarda-se a definição da data da votação no hemiciclo, que deverá ocorrer ainda nesta legislatura. Os signatários exigem a revogação da Resolução da Assembleia da República que aprova o segundo protocolo modificativo do AO, no qual se decidiu que a sua ratificação por apenas três dos então sete países de língua oficial portuguesa (Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, e, mais tarde... Timor-Leste) era o bastante para que o documento entrasse em vigor (...)Mais: o projeto de lei designa ainda a ortografia anterior ao AO, vigente até 31 de dezembro de 2009 e nunca revogada, como aquela a utilizar no presente.
Maria do Carmo Vieira, membro da comissão representativa da ILC, defende que “não se trata de um braço de ferro, mas sim de uma luta pela inteligência, pelo carácter científico e pelo patriotismo”. “Aperfeiçoar o que é medíocre e está errado não me parece válido”, conclui. 
Os deputados terão duas oportunidades para refletir. O relatório conclusivo da “Avaliação do Impacto da Aplicação do Acordo Ortográfico de 1990” será apresentado na Comissão de Cultura nas próximas semanas e a sua votação parece ser mais fácil, bastando a iniciativa legislativa de um deputado ou grupo parlamentar para chegar a plenário (...).
(...) o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, diz que “os sistemas de ensino, editorial, jurídico e científico estão hoje sintonizados e a concertação político-diplomática com os outros países de língua portuguesa nesta matéria é ainda significativa”. Por isso (...) “não se afigura a necessidade ou a oportunidade de, no momento, efetuar uma reversão”. 
(...) feitas as contas, se o PS ficar isolado na votação do relatório conclusivo do grupo de trabalho, o AO será mesmo revisto e discutido com os votos do PSD, CDS, PCP e BE. 
(...) o Presidente da República remete o desafio de alterar a situação para os políticos: “Estive em Moçambique há três anos e dizia-se que ia haver uma posição; em Angola iam tomar uma posição; no Brasil, periodicamente diz-se o mesmo, mas depois não é tomada posição nenhuma. Desde o início do meu mandato que me falam nisso [revogação] e o que tenho visto é que, quer em Portugal quer nos outros países, é uma matéria recorrentemente tratada, mas não há nenhuma iniciativa política. Mesmo no Parlamento não há” (...). Ainda assim, mantém as críticas que fez no passado. Em 2016 (...) referindo-se à não-ratificação do acordo por Angola e Moçambique, abriu a porta a uma revisão da vigência do AO. “Não é claro que o objetivo diplomático esteja a ser atingido e, caso estes países decidam não o adotar, impõe-se uma reflexão sobre a matéria, que é de competência governamental, mas o Presidente não deixará de sublinhar a utilidade e necessidade de reflexão se se verificar que o objetivo primeiro não é atingido.” 
Até hoje, passados três anos, nem Angola nem Moçambique ratificaram o tratado. E agora é o Brasil que ameaça sair. Há uma semana, em Brasília, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento de audiência pública para que seja debatida a revogação do AO (...)
Em Portugal, um dos principais rostos da defesa do Acordo Ortográfico, Carlos Reis, professor da Universidade de Coimbra, diz que não existe uma estratégia para a língua portuguesa em nenhum dos países enquanto “o discurso político se limitar a declarações de circunstância, sem conteúdo nem propósito de continuidade” (...)
Mas, afinal, o que está em cima da mesa? Não é provável que a revogação do acordo aconteça em Portugal. Apesar da frontal discordância perante o AO, o escritor e assessor cultural do Presidente da República, Pedro Mexia, reconhece que seria “problemático” anular o acordo, depois de este ter sido aplicado na Administração Pública e nas escolas — “foi dado um passo maior do que as pernas e até alguns dos maiores defensores estão a assumir que foram feitos erros e disparates”. 
É precisamente para corrigir alguns desses erros que o grupo de trabalho constituído pelo Parlamento propõe o aperfeiçoamento do AO. Na base está o documento “Sugestões para o Aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”, entregue na AR em 2017, pela Academia de Ciências de Lisboa, o órgão consultivo do Governo no que respeita à língua portuguesa. 
Os três pontos-chave que determinam as alterações ao Acordo prendem-se com a acentuação gráfica, as sequências consonânticas e o emprego do hífen. Nada mais nada menos do que as regras que mais confusão têm gerado na escrita pós-AO (...)
Para quem pensa que as alterações poderão ser uma catástrofe para a economia livreira, João Alvim, presidente da APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros), desdramatiza: “O AO tem de evoluir e melhorar, muitas regras têm de ser analisadas, repensadas. Se tivermos de fazer alterações onde é necessário, fá-lo-emos progressivamente”. Mas não deixa de anunciar o pior, caso se tenha que alterar tudo, o que obrigaria a uma revisão completa dos livros técnicos, de ensino, manuais e livros de referência (...).
Tudo começou em janeiro de 1990, quando Pedro Santana Lopes foi nomeado secretário de Estado da Cultura (...) com duas incumbências fundamentais: concluir o Centro Cultural de Belém e fazer o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Em apenas uma semana daquele ano, delegações dos sete Estados — Portugal, Brasil, Cabo Verde, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe — aprovaram os contornos do AO na Academia de Ciências em Lisboa. Em maio de 1991, o tratado foi aprovado pelo Parlamento português, com votos favoráveis do PSD, CDS; o PS dividiu-se e o PCP absteve-se; e o então Presidente, Mário Soares, ratificou a decisão. 
O primeiro protocolo modificativo surgiu em 1998 e o sentido originário do AO começou a ruir, com a supressão da exigência da entrada em vigor simultânea nos sete Estados subscritores. A AR aprovou as alterações e Jorge Sampaio ratificou-as em 2000. Em 2004, os chefes de Estado e de Governo da CPLP decidiram que, passados 24 anos da assinatura formal, o melhor era baixar a fasquia, tendo em conta que o acordo ainda não havia entrado em vigor por não ter sido ratificado por todas as partes contratantes. 
Assim, para vigorar, o AO necessitaria “apenas” que três Estados depositassem a ratificação no Ministério dos Negócios Estrangeiros português. Mas continua por esclarecer se tal critério foi cumprido e, se foi, se não está manchado por alguma ilegalidade processual. A ratificação expressa aconteceu apenas em Portugal e Cabo Verde. São Tomé terá finalizado o processo de ratificação em 2006, mas não é conhecido o depósito da ratificação (...) o MNE português afirma apenas que o AO “encontra-se em vigor em Portugal e também no Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe”. E que “Guiné-Bissau e Timor-Leste terminaram os respetivos processos internos de aprovação, embora ainda não tenham procedido ao depósito”. No Brasil, os problemas vêm de trás. O Congresso aprovou o tratado inicial em 1995, que não foi promulgado pelo então Presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 2008, o “Diário Oficial” — equivalente do “Diário da República” — referia que quaisquer alterações ao AO teriam de ser alvo de intervenção do Congresso, mas o protocolo modificativo de 2004 só terá sido promulgado em 2008 por Lula da Silva sem discussão prévia na Câmara."

O Pacto de Regime do Desporto

Texto que nos foi enviado pelo leitor Fernando Tenreiro e que agradecemos.
Todos os povos do mundo gostam de desporto, pelo prazer de o praticar, de o saber praticar, de o saber apreciar, pelo conforto dos benefícios físicos e psíquicos, pelas relações sociais e culturais aumentadas, pelo reconhecimento do outro e dos benefícios plurais desse todo extraordinário que os entranha e irmana. A Nação e as famílias são as ganhadoras últimas dos benefícios da prática desportiva ao longo da vida. 
A proposta do presidente da República de criação de pactos de regime entre os partidos políticos para os sectores da atividade social e económica com crises profundas deveria ter sido aproveitado pelo desporto. Não foi aproveitado nesta legislatura! A crise é grave e os partidos não a caracterizando destroem princípios e as vidas de quem mais necessita dos seus direitos constitucionais desportivos.
Por si, o desporto nunca fará a reforma nem incentivará novas instituições porque actua no seio de instituições caducas. Apesar dos magros subsídios, a possibilidade de os perder gera o receio da transformação das instituições. 
A deliberação de criar um norte desportivo tem de vir de cima, como faz a Europa. 
O desporto europeu por norma decide a política pública após realizar estudos feitos por especialistas e cientistas. Portugal opta pela ocasião mediática e negocial dos seus grandes clubes e partidos.
Nem sempre foi assim. Fizeram-se reformas que apesar de limitadas no seu alcance com o passar dos anos, deveriam ter dado origem a políticas transformadoras do que tinha corrido mal, porque mais urgia fazer. 
Aconteceu com a criação da Lei de Bases do Sistema Desportivo em 1991 e aconteceu à entrada do século XXI com a organização por Portugal do campeonato europeu de futebol de 2004 o qual deixou a política pública desportiva exangue. Neste segundo exemplo, a decisão de política considerou a perspectiva dos bens transacionáveis, de que o turismo é campeão, e o critério do bom investimento no betão dos estádios. Faltou o critério da produtividade desportiva que ainda hoje perdura pela ausência. Pretendeu-se usar os jogadores da Geração de Ouro criada por Carlos Queiroz para a afirmação da imagem europeia do Portugal “bom aluno”. Os jogadores responderam com o máximo das suas capacidades e a população aderiu entusiasticamente. Passada a competição a Europa teceu loas ao país por ter criado as infraestruturas e organizado o megaevento. Verificou-se que alguns estádios pecavam pelo excesso quando no pós-evento as infraestruturas se tornaram buracos negros financeiros para as autarquias e quando as exigências a países mais ricos, a Áustria e a Suíça, foram aligeiradas na criação do mesmo evento com menos estádio e dinheiro. 
Apesar do investimento desproporcionado e da reforma desportiva inconsequente, os governos deveriam ter olhado para a Europa do desporto e ter-se inspirado no que esta fazia. 
Na volta do século o desporto e o futebol europeu procuravam modelos de governança. A UEFA liderada por Lennard Johansson formalizara a sua Visão que definira como “a direcção e desenvolvimento do futebol europeu para a próxima década”. O ministro do desporto britânico Richard Cabourn levou aos outros responsáveis do desporto da União Europeia as suas preocupações acerca dos excessos da actividade desportiva profissional sobre o qual tinha elaborado relatórios. Os grandes escândalos financeiros na Alemanha, França e Itália, levaram a UE a encarregar José Luís Arnaut a relatar o estado do futebol europeu em parceria com a UEFA. O relatório apresentado em 2006 considerou que, apesar de a análise ser feita sobre o futebol, o modelo de governação proposto visava a preservação do Modelo de Desporto Europeu e aplicava-se a todo o desporto. 
As federações europeias dos restantes desportos consideraram que o Relatório Independente tinha sido feito à imagem apenas de uma modalidade. A União Europeia publicou então o Livro Branco do Desporto, que foi aceite pelas federações e cujos princípios estão hoje em vigor, apesar de transformações dos últimos 12 anos.
Portugal não tem a homogeneidade e a acumulação de capital desportivo da Europa nem de muitos dos seus países e o nosso desporto tem adversidades grandes que necessitam de tempo e de saber, para evitar erros como os surgidos na ausência de consensos e de parceiros leoninos. Existem agentes sedentos de selfies com as vitórias ocasionais dos atletas e de rendas do escasso erário público. Acontece também que benefícios são capturados ao associativismo desportivo e ao voluntarismo dos atletas que tudo por “dez réis de mel coado”. 
Infelizmente as duas últimas legislaturas foram austeras de sentido social, de eficiência económica, de princípios, sendo certo que a maior produtividade desportiva não se encontra nestes territórios distópicos.
A criação do Pacto de Regime do Desporto deveria compreender a metodologia europeia promovendo um horizonte desportivo de objectivos, valores e recursos para o século XXI. 
O governo e os partidos não podem argumentar que a austeridade impede a criação do Pacto de Regime do Desporto. Outrossim haverá que cuidar para que o Pacto de Regime não seja capturado pelos parceiros habituais. 
Na perspectiva do “bom aluno”, não é por demais recordar que aproximando-se a Presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, em 2021, os factos inovadores do Pacto de Regime do Desporto poderiam ser evidenciados como contributos relevantes para o Modelo de Desporto Europeu. 
Fernando Tenreiro, economista, fjstenreiro@gmail.com

"Sem o saber estamos sempre a falar latim"

Notícia saída ontem no jornal Correio da Manhã, da autoria de Fernando Madail. O título, muito sugestivo, é Sem o saber estamos sempre a falar latim; a entrevistada é Isaltina Martins.
'Grosso modo’, as pessoas ouvem falar do ‘deficit’ do Orçamento de Estado (já nem sabem o que é um ‘superavit’) e do rendimento ‘per capita’ de cada país – mas, quase sempre, nada muda o ‘status quo’, ‘vide’ o que sucede em Portugal. As empresas pedem um ‘curriculum vitae’ a quem concorre a um emprego. Às vezes, é só um ‘pro forma’, mas, numa prova de acesso, pode-se ficar classificado ‘ex aequo’. Uma questão de ‘lana caprina’, com um ‘lapsus linguae’, pode transformar-se num ‘quid pro quo’. Por falta de ‘quorum’, uma assembleia é adiada ‘sine die’. 
Quase sem nos apercebermos, estamos frequentemente a falar em latim – que, no nosso tempo, é apenas a língua oficial da Igreja Católica e, obviamente, do Estado do Vaticano. 
Nos tribunais – alguns com a máxima ‘dura lex, sed lex’ inscrita numa parede –, os advogados pedem o ‘habeas corpus’ para os clientes que estão presos, pois quase nenhum assume o ‘mea culpa’. Os médicos só passam a certidão de óbito após confirmarem o ‘rigor mortis’. Os biólogos vão observar ‘in loco’ o ‘habitat’ do lince ibérico, um animal ‘sui generis’. 
Muita gente escreve "RIP" (‘requiescat in pace’) para dar os sentimentos ou acrescenta um ‘Post-Scrimptum’ à carta, ‘idem’ um "N.B." (‘nota-bene’). Alguns automobilistas compram um Audi ("ouve"), enquanto outros optam por um Volvo ("eu guio"). O emblema do Benfica, como sabem adeptos e adversários, tem inscrito o lema ‘E pluribus unum’ ("De muitos, um"). O melhor é mesmo ir passar um fim de semana a um SPA (‘salus per aquam’). 
Numa mesma universidade de prestígio (a sua ‘alma mater’), os alunos de Filosofia estudam Descartes e aprendem o ‘cogito, ergo sum’, os de Literatura o que é o ‘alter ego’ de um autor, os de História quando, ‘in illo tempore’, César disse ‘alea jacta est’ ou ‘veni, vidi, vici’, os de Direito a questionarem ‘quid iuris’, os de História de Arte a conhecer as pinturas de Cristo na posição ‘Ecce Homo’ ou naturezas mortas que são ‘vanitas’, os de Psiquiatria a entenderem o porquê do ‘in vino veritas’, os de Teatro como é o efeito cénico de ‘Deus ex-machina’, os de Música a apreciarem as diferentes versões do ‘Te Deum’, os de cinema a conhecerem o ‘Persona’, de Bergman, e a saberem que a expressão ‘carpe diem’ ("aproveita o dia") ficou famosa devido ao filme ‘O Clube dos Poetas Mortos’ (Peter Weier). 
Um brilhante académico é doutorado ‘honoris causa’, um embaixador considerado ‘persona non grata’, um político argumenta com a ‘vox populi’, um sacerdote proclama ‘deo gratias’, um professor pode ter o hábito de exigir que os alunos escrevam nos exames ‘ipsis verbis’ o que vem no livro. A denominação científica da vulgar flor malmequer-dos-campos é ‘calendula arvensis’ e a do cão doméstico escreve-se ‘canis lupus familiaris’. 
‘A priori’, nos tempos que correm, a questão que se coloca é que vantagens há em aprender esta língua morta? Isaltina F. Martins – coordenadora do atual programa desta disciplina para o Ensino Secundário e que foi presidente da Associação de Professores de Latim e Grego (APLG – com sede na Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra) de 1998 até ao passado mês de fevereiro – sustenta que, para lá de "se conhecerem as raízes do nosso idioma", estudar latim desenvolve "o raciocínio, o espírito crítico e até a criatividade". Por causa da "fama de ser muito difícil" – "a Matemática das Letras" (‘sic’ – ‘sic erat scriptum’, literalmente "assim estava escrito", mas que tem o sentido de "tal e qual") –, a maioria escolhe outras cadeiras de opção, como Geografia ou Matemática Aplicada às Ciências Sociais, e já só 13 escolas secundárias ensinam o clássico idioma. 
No último ano letivo, "apenas 66 alunos fizeram o exame de Latim no [11.º] Ano" – Isaltina F. Martins ‘dixit’. Apesar da fraca afluência de estudantes, desde que deixou de ser disciplina obrigatória, um ‘item’ importante para se perceber a curiosidade existente em relação à forma como comunicavam Virgílio, Cícero e Nero é o facto da recente ‘Nova Gramática do Latim’, de Frederico Lourenço, ter chegado ao 1.º lugar no top de vendas da Livraria Bertrand. 
E se, na linguagem corrente, se ouvem constantemente expressões como ‘lato sensu’, a condição ‘sine qua non’ para se conseguir manter uma conversa contemporânea numa língua morta é a permanente criação de neologismos no latim moderno. O que é feito pela Fundação Latinitas, sediada no Vaticano, que mantém atualizado o ‘Lexicon Recentis Latinitatis’ (um dicionário com mais de 15 mil palavras). 
Desta forma, futebol é ‘follius pedunque ludus’, karaté é ‘oppugnátio inermis Iapónica’, engenheiro é ‘doctor machinárius’, enfermeira é ‘puerorum custos’, jazz é ‘iazensis música’, punk é ‘punkianae catervae ássecla’, snack-bar é ‘thermopólium potórium et gustatórium’, discoteca é ‘taberna discothecária’, gin é ‘pótio iunípera’, whisky é ‘víschium Scóticum’, desodorizante é ‘foetoris delumentum’, depressão é ‘ánimi imminútio’, IVA é ‘fiscale prétii additamentum’, táxi é ‘autocinetum meritórium’, hora de ponta é ‘tempus máximae frequéntiae’ e Internet é ‘interretia’ – ‘etc’ (‘et cetera’ – "e outras coisas mais"). 
E o tabaco, que chegou à Europa cerca de mil anos após a queda de Roma (no ano de 476), não podia ter originado, entre os falantes originais de latim, a expressão ‘non nicotianun fumun sugere" (isto é, "proibido fumar").

" Museus em Portugal: questões actuais e desafios futuros"; António Pimentel no Rómulo


 

Museus em Portugal: questões actuais e desafios futuros

No próximo dia 8 de Maio, quarta-feira, pelas 18 horas, no RÓMULO - Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra, situado no piso 0 do Departamento de Física da FCTUC, o Doutor António Pimentel, Director do Museu Nacional de Arte Antiga, virá falar sobre os “Museus em Portugal: questões actuais e desafios futuros”. 

A sessão, que consistirá numa conversa moderada pelo físico Carlos Fiolhais (director do Centro), é destinada ao público geral, havendo lugar a diálogo com o palestrante. Questões sobre o estado dos nossos museus estarão no centro do diálogo.

Esta sessão integra-se no ciclo “10 anos – 10 figuras”, com a qual o RÓMULO presta homenagem a algumas figuras proeminentes da cultura e da ciência nacionais. O Doutor António Pimentel, professor de História de Arte da Universidade de Coimbra, merece essa homenagem não só pela sua extensa produção científica e cultural mas também pelo extraordinário trabalho que tem frente nos últimos anos à frente de um dos maiores e mais prestigiados  museus nacionais.

Nota biográfica sobre António Pimentel

Desde 2010 director do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, António Pimentel, professor de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, possui experiência de coordenação, gestão e programação correspondente às funções que tem desempenhado. Especialista no património da Universidade de Coimbra foi pró-Reitor de 2007 a 2009 e coordenador científico do dossier da Candidatura UNESCO a Património Mundial, funções que cessou em 2009, quando assumiu a direcção do Museu Grão Vasco, em Viseu. Destacou-se no MNAA por uma gestão a vários títulos inovadora.
Licenciado em História, em variante de História da Arte, pela Universidade de Coimbra, e mestre em História Cultural e Política da Época Moderna, pela mesma universidade, tem ainda um doutoramento em História, na especialidade de História de Arte (2003). Tem sido professor do módulo "Gestão de Museus" no programa Gestão do Património Cultural

Na vertente mais académica do seu percurso, o seu trabalho tem incidido sobre a arte barroca portuguesa. O seu interesse pelos mecanismos de representação do poder levou-o a centrar os seus estudos no âmbito da arquitectura áulica e palaciana. É autor de vários livros, onde se destaca A Morada da Sabedoria. I – O Paço Real de Coimbra: das origens ao estabelecimento da Universidade. Coimbra (Almedina, 2005) e numerosos artigos
Recebeu as seguintes distinções: Luxemburgo: Cavaleiro da Ordem do Mérito (2016). França: Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras (2016).  Itália: Oficial da Ordem da Estrela de Itália (2017).  Em 2016 foi uma das 17 personalidades internacionais da cultura e das artes seleccionadas para um encontro com o Papa Francisco tendo, na ocasião, proferido uma alocução no Senado italiano.

Para mais informações:
RÓMULO – Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra 
                     Maria Manuela Serra e Silva
                     Telefone – 239 410 699
                     E-Mail – ccvromulocarvalho@gmail.com
                     Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002912006773

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Os jovens e o velho continente

Final do meu artigo de opinião no Público de hoje (só para assinantes):

 "O aceno à juventude que PS e PSD fizeram ao escolher alguns candidatos jovens (Sara Cerdas, n.º 6 do PS, e Lídia Pereira, n.º 2 do PSD) parece não chegar para a levar às urnas. O certo é que os jovens se mobilizam por certas causas. Uma sueca de 16 anos, iniciou uma greve às aulas global para chamar a atenção para as alterações climáticas. E um grupo de jovens lusos, de um movimento internacional contra essas alterações, interrompeu Costa com aviões de papel.

 Este país não é para jovens. O Velho Continente também não, pois a participação dos jovens na política deixa a desejar por todo o lado. Se os mais novos não encontrarem respostas às suas preocupações, receio que eles, cedo ou tarde, se venham a revoltar."

Ver o resto em

https://www.publico.pt/2019/05/02/opiniao/opiniao/jovens-velho-continente-1871117


O PROFESSOR E O LOUCO(The Professor and the Madman) TRAILER OFICIAL

“Olhar a China: uma aproximação ao espírito da China”

"Procura de vida em Marte : passado, presente e futuro"

UM CAMINHO CURRICULAR PARA A FORMAÇÃO HUMANISTA?

Entenda-se este texto não como um elogio acrítico a uma nova escola de iniciativa privada, mas como uma reflexão acerca da estrutura curricu...