Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
A MORTE EM DIRECTO. — ADENDA
Adenda ao texto . Hoje, em Inglaterra, um homem foi morto por um tigre num parque de vida selvagem. A polícia apelou às pessoas para não p...
-
A falácia do espantalho , uma das mais utilizadas pelos que que não conseguem sequer compreender os temas em debate, basicamente consiste em...
-
A contribuição do Desidério é importantíssima. É curioso como um dos ramos filosóficos e matemáticos aparentemente mais afastados do dia-a-d...
-
Ludwig Krippahl é professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e membro do centro de investigação em intel...
2 comentários:
A antropologia forense deveria ser uma disciplina obrigatória nos cursos científico-humanísticos do ensino secundário, senão muitos dos nossos jovens poderão escolher às cegas, baseados apenas na visualização de séries televisivas fantasistas, profissões que têm tudo a ver com o crime e a morte!
Em Portugal, dada a exiguidade do Estado, que o Doutor Adriano Moreira soube caraterizar como mais ninguém, ideias estapafúrdias como as veiculadas pelo comentário supra não são exequíveis dentro de um horizonte temporal inferior a meia dúzia de décadas bem contadas. Criar uma disciplina de Antropologia Forense nas escolas secundárias é bem mais complexo do que tirar um coelho de uma cartola vazia. Por mim, seria muito mais fácil incluir nos currícula liceais a disciplina Introdução em Cunicultura, bem planificada e melhor lecionada por professores licenciados e educadores de infância credenciados em saberes formais, não formais, informais e folclóricos. Infelizmente, nos fora de ciências da educação, o valor pedagógico associado à atividade económica da criação de coelhos nunca teve a aceitação que merece. Para eles, ensinar a crianças de 12 anos que o BIG-BANG deu origem ao Universo é mais importante!
Enviar um comentário