quarta-feira, 9 de outubro de 2024

NOVIDADES DA GRADIVA

 

Novidades Gradiva Outubro 2024 | Já disponível: "Os Lusíadas - Edição anotada e comentada por António José Saraiva", de Luís de Camões. De €26,25 por €23,63.

Por ocasião da celebração dos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões, a Gradiva publica uma das mais relevantes edições de Os Lusíadas. 
Clara, didática e distintiva, a edição de uma obra maior da literatura portuguesa explicada por quem a estudou profundamente.

 

Comentada pelo historiador de literatura portuguesa António José Saraiva, uma edição essencial para a compreensão profunda de uma das mais brilhantes epopeias da literatura do Renascimento europeu. 

Com desenhos originais de Pedro Sousa Pereira e prefácio de Isabel Soares:

«Esta edição de Os Lusíadas, com a introdução preciosa de António José Saraiva e com as suas notas explicativas e comentários que acompanham o leitor ao longo de todo o poema, quase como um roteiro, é   fundamental para todos e sobretudo para as novas gerações.»

Já disponível: "D. Sebastião - 1554-1578", de José Maria de Queiroz Velloso. De €24,00 por €21,60.

Fonte de consulta para quem pretende aprofundar o conhecimento da complexa personalidade do décimo sexto monarca português, e do contexto histórico-religioso em que viveu, D. Sebastião | 1554-1578 é indispensável para a compreensão do homem e do mito. Uma imprescindível obra de referência.


Considerada uma das suas biografias mais fiéis, completa e bem documentada, da autoria do historiador português Queiroz Velloso, há muito que merecia estar de novo disponível junto dos leitores.

Escrita originalmente em 1935 e sucessivamente reeditada com edições aumentadas (a terceira data de 1945), surge agora na sua versão integral, revista e com linguagem actualizada, com um ensaio introdutório do historiador Luís Filipe Thomaz.                    

Obra de investigação histórica que escalpeliza o reinado de D. Sebastião - a sua infância e juventude, os casamentos propostos, a preparação da jornada de África, a obsessão pela conquista do Norte de África e a corrida para o abismo e a morte na batalha de Alcácer-Quibir -, a presente edição é acompanhada, tal como na sua versão original, com retratos de época, bem como com a ordem de batalha do exército de D. Sebastião e a planta do campo de batalha de Alcácer-Quibir.

Já disponível: "Contra a Barbárie", de Klaus Mann. De €10,50 por €9,45.

Uma perspectiva histórica que contribui da melhor forma para perceber o presente. Pequena e acessível, uma obra sem rodeios.

 

Klaus Mann assiste à escalada do partido nazi, à ascensão de Adolfo Hitler e ao silenciamento e esmagamento da Alemanha «dos poetas, dos pensadores e dos músicos de génio». Jovem escritor empenhado, multiplica então textos e intervenções para alertar contra a barbárie e a guerra.

Embora forçado a viver no estrangeiro, não deixa de se bater: compreendeu antes de muitos que as manifestações dos jovens nazis não eram uma simples revolta de juventude, nem fruto da humilhação por uma guerra perdida ou do desespero nascido da crise económica; tratava de denunciar uma nova barbárie, que só necessitava da indiferença e da inércia com que foi vista e tolerada para prosperar. Uma barbárie, sobretudo, que ameaçava o mundo inteiro.

Contra a Barbárie dá conta de um combate antigo com ressonâncias preocupantemente contemporâneas. A barbárie nunca está muito longe de nós – é este alerta que nos lega Klaus Mann neste texto de uma actualidade inquietante. 

"Os Portugueses", de Manuel Sobrinho Simões.

Os Portugueses
Manuel Sobrinho Simões

 

€8,00 €7,20

 
Um livro breve que reflecte sobre diversos temas com rigor e eloquência, de um cientista reconhecido nacional e internacionalmente, que dispensa apresentações.
"Central Park", de Guillaume Musso.

Central Park
Guillaume Musso

 

€16,50 €14,85

 
Do autor mais vendido em França, Central Park é um thriller psicológico imprevisível e emocionante que mantém os leitores envolvidos até à inesperada reviravolta final. Duas personagens inesquecíveis, uma leitura intensa, viciante, irresistível.
"O Médio Oriente e o Ocidente", de Bernard Lewis.

O Médio Oriente e o Ocidente
Bernard Lewis

 

€15,50 €13,95

 
«Os livros de Bernard Lewis são, portanto, para quem não teme o rigor das nuances na análise de uma realidade complexa e, por vezes, contraditória. Uma das máximas de Lewis para a escrita da história é a de que nenhuma comunidade humana está isenta de erros e crimes, mas também nenhuma tem o seu monopólio. Se não formos capazes de reconhecer isso, nunca seremos bons historiadores. (…)»

Do prefácio de Bruno Cardoso Reis, historiador
"O Fotógrafo de Mauthausen", de Salva Rubio, Pedro J. Colombo.

O Fotógrafo de Mauthausen
Salva Rubio, Pedro J. Colombo

 

€32,50 €29,25

 
E se o roubo do século tivesse ocorrido num campo de concentração nazi? Em 1941, Francisco Boix, prisioneiro número 5181 do campo de concentração de Mauthausen, e os seus camaradas delinearam um plano para roubar fotografias que testemunhassem os crimes cometidos no campo e incriminassem os mais altos dignitários nazis. Este plano arriscado é apenas o início da sua jornada para revelar a verdade...
"As Lições dos Mestres", de George Steiner.

As Lições dos Mestres
George Steiner

 

€17,00 €15,30

 
O encontro pessoal entre mestre e discípulo é o tema de George Steiner neste livro absolutamente fascinante, uma sólida reflexão sobre a interacção infinitamente complexa e subtil de poder, confiança e paixão que marca as formas mais profundas de pedagogia.

Escrito com erudição e paixão, o presente livro é em si mesmo uma lição magistral sobre a elevada vocação e os sérios riscos que o verdadeiro professor e o verdadeiro aluno assumem e partilham.

NOVOS CLASSICA DIGITALIA

Os Classica Digitalia têm o gosto de anunciar 2 novas publicações com chancela editorial da Imprensa da Universidade de Coimbra. Os volumes dos Classica Digitalia são editados em formato tradicional de papel e também na biblioteca digital, em Acesso Aberto.

NOVIDADES EDITORIAIS

 

Série “Autores Gregos e Latinos” [textos]

 

- Maria de Fátima Silva, Pausânias. Descrição da Grécia. Livro VII. Introdução, tradução do grego e notas (Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2024). 158 p. 

DOI: https://doi.org/10.14195/978-989-26-2635-2

 

- Maria de Fátima Silva, Pausânias. Descrição da Grécia. Livro VIII. Introdução, tradução do grego e notas (Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2024). 245 p.

DOI: https://doi.org/10.14195/978-989-26-2637-6

  

[Pausânias é o nosso único testemunho de literatura periegética e o autor de um relato precioso sobre a Grécia da época de ocupação romana (séc. II d.C.). A sua descrição é a de alguém que viajou e sintetiza o que ‘viu’, com um olhar que não é só o de um turista curioso, mas de um intelectual que dispõe de uma sólida formação cultural e de uma informação ampla, em resultado de uma recolha criteriosa de todo o tipo de fontes, orais e escritas. Para com Pausânias mantemos em aberto uma enorme dívida: a de ter salvado um lastro de monumentos, de acontecimentos históricos, de figuras e de tradições que, sem ele, se teriam em definitivo apagado da memória dos homens.]

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COMEÇAM HOJE AS SESSÔES DA BIBLIOTECA CARLOS FIOLHAIS

 


Hoje. dia 9 de Outubro, 18 h, no Seminário Maior de Coimbra, «Diálogo sobre Religiões: A Guerra e a Paz», com o com o físico Carlos Fiolhais à conversa com o historiador João Gouveia Monteiro e o teólogo P. Nuno dos Santos. Sessão aberta à participação da audiência.  

segunda-feira, 7 de outubro de 2024

"AO ROMPER DA AURORA"

Apresentação do livro Ao Romper da Aurora da autoria do Professor A. Galopim de Carvalho.
 
A sessão, com entrada livre, terá lugar no dia 14 de Outubro (18.30-20.30h) no PAVILHÃO DO CONHECIMENTO - CIÊNCIA VIVA. A apresentada será feita por Júlio Isidro. 
 
Intervenções:
Rosalia Vargas – Ciência Viva
António Baptista Lopes – Âncora Editora
Jorge Relvas – Ciência Viva/Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
 
Boas-vindas e encerramento pelo Grupo Coral e Etnográfico AlCante ao som do Cante Alentejano Encerramento e sessão de autógrafos

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

O TIM VEM ÀS CONVERSAS ALMEDINA


 

NOVIDADES DA GRADIVA DE SETEMBRO

 


O regresso do genial criador de Calvin & Hobbes com uma fábula para adultos que decorre num reino antigo assolado por calamidades inexplicáveis.

Na esperança de pôr fim ao tormento, o rei incumbe os seus cavaleiros de descobrirem o que está na origem daqueles misteriosos acontecimentos. Anos mais tarde, apenas um deles, exausto, regressa…

Bill Watterson e o cartoonista John Kascht trabalharam juntos durante vários anos na criação das ilustrações de Os Mistérios. Abandonando os seus habituais métodos de trabalho, inventaram imagens que jamais conseguiriam antecipar - um processo misterioso por direito próprio que agora chega às mãos dos leitores numa obra-prima.



O ensaio O Que é a Arte? é uma obra intelectualmente provocadora e destemida, só ao alcance de alguém com a coragem, a honestidade e o prestígio intelectual de Tolstói. O seu carácter provocador e as suas reflexões não perderam actualidade, pois o debate permanece aceso: afinal, o que pode ser considerado arte?
 

A obra de Tolstói como autor de romances dispensa apresentações. Porém, o escritor russo foi muito mais do que um grande romancista, dedicando a parte final da sua vida ao ensaísmo filosófico.

O Que é a Arte? é talvez o ponto mais alto da reflexão filosófica de Tolstói, tendo levado cerca de quinze anos a escrever, o que mostra a importância que o próprio autor dava ao tema em causa. Como ele mesmo refere, a arte é uma coisa séria. Não é uma mera questão de beleza e ainda menos de divertimento ou de obtenção de prazer.

 


 

 

«[..] Mas chegaram então os ecrãs e, com estes, a ligação permanente. A luz azulada que nunca se apaga, o brilho que nunca se extingue. Despertos, esgazeados, atónitos, somos irremediavelmente atraídos pela sua luz. Tornámo-nos borboletas. Os nossos olhos já não se fecham. Foram-se as insónias, chegou a vigília, o tempo dos guardas-nocturnos, daqueles para quem a noite já não é mais do que uma sequência hipnótica entre mau sono e má ligação. Sou um deles.»

 

Assim escreve Bruno Patino nas páginas deste livro profético. O peixe vermelho, sobre o qual dissertou no livro A Civilização do Peixe Vermelho já desapareceu, foi engolido por um imparável dilúvio de ícones, textos, imagens, sons.

Habitamos agora numa rede de ilusão de omnipotência. Acreditamos ter acesso a uma escolha ilimitada: músicas, filmes, séries de televisão, livros, notícias e reuniões. Mas o algoritmo comando-nos.  E assim estamos submersos, privados de liberdade, reduzidos aos nossos dados: remetidos para uma existência digital.

Estará tudo escrito? Estaremos perante uma espécie de apocalipse programado por criadores - guionistas, investigadores e empresários? Se o fim dos tempos for produto da nossa imaginação, talvez ainda possamos mudar o seu curso.

Um ensaio brilhante, pessoal e oportuno que desenha uma saída possível.





Aqui Onde Canto e Ardo é uma caixa de oito vozes. Oito sentidos dispersos que tomam um só corpo que arde na escuridão, cantando o absurdo da morte, a fragilidade e o desconcerto dos homens perante a sua condição fatal.

Passado entre Tete, em Moçambique, Lisboa e Serpa, com vagas referências aos períodos pré e pós-colonial, Aqui Onde Canto e Ardo reúne um conjunto de  narrativas que, entrelaçadas, e através de um coro de oito vozes, se unem para contarem a história do absurdo da morte, tanto através da imagística como do quotidiano mais corriqueiro.

Romance vencedor do Prémio revelação Agustina Bessa-Luís de 2023
 

Dos papéis que se encontraram no sótão, conta-se a história de um menino que sonhava ser cornaca, de uma bailarina manca, de um pirata sem pernas, de um preto que queria ser branco, de uma actriz que ficou cega, de um homem que não conseguiu matar-se, de um corpo adiado e de uma mulher que nunca existiu.


"Novas janelas para a filosofia", de Aires Almeida e Desidério Murcho.

Novas Janelas para a Filosofia
Aires Almeida, Desidério Murcho

 

€16,50 €14,85

 
Esgotada há muito a edição de Janelas Para a Filosofia, impunha-se que as janelas voltassem a abrir-se, numa edição substancialmente renovada, com uma organização algo diferente e com novas secções que, neste Novas Janelas Para a Filosofia, ampliam e enriquecem o tratamento dos temas.
"A Matéria de que Somos Feitos", de Kathleen Stock.

A Matéria de que Somos Feitos
Kathleen Stock

 

€21,00 €18,90

 
A Matéria de que Somos Feitos - Sobre sexo e género é um livro assertivo destinado a todos os leitores. Em todo o mundo, começam a ser tomadas decisões de vasto alcance com base na suposição de que a teoria é inquestionável, quando na verdade não o é, como a autora defende neste livro. Ao contrário de muitos outros livros, A Matéria de que Somos Feitos destina-se a todos os que procuram compreender uma questão contemporânea de crucial importância.
"A Civilização do Peixe-Vermelho", de Bruno Patino.

A Civilização do Peixe-Vermelho
Bruno Patino

 

€14,00 €8,40

 
O que são hoje vinte e quatro horas da vida de cada vez mais pessoas?

Cinco horas a olhar para o smartphone. Centenas de mensagens, solicitações, informações, rumores, fotografias, vídeos. O dispositivo chama-nos, alicia-nos, apodera-se de nós. Incapazes de esperar ou de pensar, afogados no oceano das redes sociais e da internet, sob o controlo de algoritmos e de robôs.


Nos 50 Anos do 25 de Abril:

 O livro Nos 50 Anos do 25 de Abril: memórias e reflexões sobre as mudanças da sociedade portuguesa, em que nos deu a honra de participar, foi  publicado pela UMinho Editora. Encontra-se publicamente acessível em formato eletrónico no endereço seguinte: https://ebooks.uminho.pt/index.php/uminho/catalog/book/176

Tenho lá um artigo meu sobre a ciência e o ensino superior em Portugal nos últimos 50 anos. 


José Cadima Ribeiro (coord.)
Universidade do Minho
 https://orcid.org/0000-0002-4434-0766
Manuela Martins (coord.)
Universidade do Minho
 https://orcid.org/0000-0002-9853-518X
Eloy Rodrigues (coord.)
Serviços de Documentação e Bibliotecas da Universidade do Minho
 https://orcid.org/0000-0002-7862-2681

Palavras-chave: 50 anos, 25 de Abril, Democracia

 Sinopse

Se a revolução ocorrida em Portugal a 25 de abril de 1974 foi, para quem a viveu, um processo único, que não esquecerá, fazia todo o sentido que, na comemoração dos 50 anos do evento, se voltasse às memórias de alguns que nela participaram ou foram dela testemunho.  Mais: mantendo presente os objetivos que informaram o Movimento dos Capitães, também pareceu que tinha cabimento que alguma análise de natureza académica fosse feita das transformações que foram ocorrendo na sociedade portuguesa ao longo do período volvido.    

Em razão disso, este livro apresenta-se estruturado em duas partes: a primeira é dedicada à apresentação de testemunhos ou memórias; e a segunda inclui textos de divulgação científica ou ensaios originais, perspetivados a partir do leque de formações e investigação dos autores cujo contributo foi possível assegurar. Foi-se tão longe quanto possível na abrangência temática, assumindo como restrições uma dimensão não excessiva do livro e que pudesse ser tornado público em 2024, isto é, na celebração dos 50 anos da Revolução. Essa análise permitiu inventariar o muito que se atingiu, mas, também, o caminho por fazer.

Conforme se sublinha algures no corpo do livro, a liberdade e a democracia, para se manterem, requerem um contributo essencial da Ciência para formar a população, promover uma cidadania informada e guiar a atuação dos decisores políticos com base em factos ao invés de apenas convicções ou orientações dogmáticas.

Capítulos

ESTE É UM CAMINHO QUE A ESCOLA PÚBLICA NÃO PODE RECUPERAR

Compare-se a letra inequívoca da Lei com a fotografia (muitíssimo perspicaz) de Tiago Miranda. O título da notícia (ver aqui ) alude ao ...