Contaram-me como sendo verdade, fui verificar, parece ser verdade.
Uma senhora caminhava na rua à noite. Apesar de ir falando ao telemóvel, sentiu-se seguida, virou-se para trás e viu que aquilo que a seguia era uma máquina, um robot humanoide. Como reagiu ela? Eu diria, que reagiu como uma pessoa vulgar numa situação desconcertante, ou seja, de modo muito pouco racional: enfrentou o robot, gritou com ele, perguntou-lhe porque a seguia, e insistiu na pergunta. Não deve ter tido a frieza de espírito para pensar que ali não havia ninguém, logo, aquilo não podia responder ao "porquê?"
Mas o porquê? da senhora deve ficar fixado. Porquê? E não é a resposta do técnico que operava o robot que esclarece esta pergunta. Ela é profunda, fiquemos com ela a latejar na nossa cabeça.
Final da história: a senhora, em virtude do susto, sentiu-se mal e foi levada para o hospital; o robot nada deve ter sentido e foi preso por dois policias que haviam sido chamados ao local.
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