Participei no último Prós e Contras sobre a crise dos refugiados. Não há nenhuma solução simples. Mas a Europa não pode perder a humanidade entre os nacionalismos e os populismos.
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8 comentários:
A questão é:
Qual a razão por que convidam este tipo de papagaios!?
Em Portugal foi melhor integrado o muçulmano do que o retornado. Em casa de ferreiro, espeto de pau.
Seria desejável alguém intervir em ambientes de pré-guerra antes de se chegar a situações calamitosas onde todos serão obrigados a participar, com ou sem coração.
Talvez a verdadeira humanidade se revele na prevenção e não atrás do prejuízo global.
Policiamento e intervenção precoce em sítios considerados permanentemente perigosos. Mediadores políticos, talvez. Regras globais de civilidade a serem cumpridas custe o que custar.
Atacar na génese do problema, não na consequência.
A solução é tão simples como amarmo-nos uns aos aos outros como Ele nos amou!
Concordo, Anónimo. E dar a outra face quando se leva um bofardo.
Eu peço-a sempre.
Estive a ver tudo até ao fim, com muita, muita atenção. Continuo sem perceber qual é a solução para o conflito, para os refugiados e para os migrantes. Se calhar, terei de retroceder o vídeo e voltar a ver com mais atenção ainda.
Não acredito em integrações.
No fundo, a maioria é migrante por classe, profissão, sexo, religião, diferente personalidade... A integração é um círculo fechado com cadeiras atrás. Parecem fazer parte do cenário maior, mas na realidade são pontos de exclusão. Há uma mesmice inventada como estrutura, à qual se deve ajoelhar sob a ameaça inclinada de uma presencial distância.
Ser global ou universal não passa de um conjunto de fragmentos com pouca relação entre si. A universalidade é espessa e não assimila factualidades concretas. O refugiado, o migrante, o étnico, o pobre, o da profissão que não exige estudos académicos, o feminino, o religioso, o supostamente demente e outras estranhezas, todos deslocalizados da universalidade, quer de forma ostensiva, quer de forma tímida. Estão sem estar ou a estar pouco, nesse timbre roufenho próprio dos guetos da igualdade de direitos e tolerância que é uma palavra marreca, habitante no sótão asfixiante da aceitação, dependendo do tamanho da janela mental da capacidade de ser o Outro. Esse Outro que vive nas costas dos casacos dos bonecos de marca, vomitados a tinta branca pela frase “Não quero saber”, atestada de “diferentes”, cheia até à medula de ser empurrada para o canto do jardim, antigamente, só de narcisos. E que saudade desse jardim limpo, arquitetonicamente ordenado, de paredes claras, portões aristocráticos e instruções cumpridas por todos no sentido de respeito pelo espaço, proibidos de pisar as flores, seguindo carreiros pela direita. Um paraíso artificial, mas paraíso.
O Outro e o Outro - dois becos sem saída condenados à hibridez, à normalidade subversiva, ao cinismo.
Refugiados é só o vértice do icebergue descrito por Robert J. Burrowes em "Humanity’s ‘Dirty Little Secret’: Starving, Enslaving, Raping, Torturing And Killing Our Children":
https://phibetaiota.net/2018/06/robert-j-burrowes-humanitys-dirty-little-secret-starving-enslaving-raping-torturing-and-killing-our-children/
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