terça-feira, 26 de setembro de 2017

SELOS ASSINALAM 300 ANOS DA BIBLIOTECA JOANINA


http://campeaoprovincias.pt/noticia/selos-dos-ctt-celebram-300-anos-da-biblioteca-joanina

Post "Promessas não cumpridas" entra para o TOP-TEN de sempre

O SANGUE DE BIZÂNCIO: NO RÓMULO, DIA 27 DE SETEMBRO, 18 h


O livro "O Sangue de Bizâncio" - Ascensão e queda do Império Romano do Oriente dirigido prlo historiador João Gouveia Monteiro, professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra,  publicado recentemente pela Imprensa da Universidade de Coimbra, será apresentado, num ambiente de tertúlia pelo director da obra com os seus colaboradores, no Rómulo - Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra, na quarta-feira, dia 27 de Setembro pelas 18h.

Venha conhecer o extraordinário mundo bizantino. A entrada é livre.!



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

NOITE EUROPEIA DOS INVESTIGADORES NO RÓMULO EM COIMBRA 29/11, 21h00


Ciência e Tecnologia: desafios para o futuro
29 | SETEMBRO | 2017

Na próxima sexta-feira, dia 29 de Setembro, vai decorrer por toda a Europa, a Noite Europeia dos Investigadores (NEI). Esta iniciativa aproxima cientistas e público geral num convívio informal, educativo e lúdico. A troca de ideias e experiências que esta iniciativa proporciona contribui para o esclarecimento do que é ser cientista, do que é a Ciência e quais são os principais temas de investigação actuais.

Integrado nesta iniciativa internacional, o RÓMULO – Centro de Ciência Viva da Universidade de Coimbra, moderno centro de recursos de divulgação e educação científica da rede Ciência Viva, organiza um debate sobre cultura científica em mais uma Noite Europeia dos Investigadores – NEI 2017, nas suas instalações no rés-do-chão do Departamento de Física da Universidade de Coimbra, onde vai promover o debate intitulado “Habitação, Ambiente e Saúde”, entre as 21h00 e as 23h00.
O tema justifica-se tendo em conta a evolução tecnológica a que diariamente se assiste e os novos desafios que se nos colocam no âmbito da “Habitação, Ambiente e Saúde”. Não podendo nós prever totalmente o futuro, podemos pelo menos perspectivar cenários e prevenir riscos. O tema deste ano em toda a Europa é precisamente "FORESIGHT - Foreseeing Opportunities, Risks and Emergent Science Issues for the next Generation: Highlighting Trends"O nosso foco será no planeamento, desenvolvimento e sustentabilidade da vida na Terra.
Para este debate, o RÓMULO convidou alguns dos maiores especialistas portugueses nas áreas em causa. Os convidados (por ordem alfabética do primeiro nome) são cientistas bem conhecidos das três principais universidades do país e de várias áreas disiciplinares:
 António José Tadeu (Habitação, Universidade de Coimbra. Dep. Eng. Civil e ITeCons)
- João Relvas (Saúde, Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, Univ. Porto)
-  Pedro Miranda (Ambiente, Instituto Dom Luiz, Universidade de Lisboa)

A moderação será de Carlos Fiolhais, físico e director do RÓMULO. Com entrada livre, a sessão é aberta ao público em geral que estabelecerá diálogo com os convidados num ambiente descontraído de ciência para toda a gente.

Einstein dizia: "Nunca penso no futuro, porque ele chega sempre cedo demais." Ao contrário de Einstein, preocupemo-nos com o futuro, ele vai chegar cedo e é melhor que chegue pelas nossas mãos.
Para mais informações: 
RÓMULO – Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra                       

      Maria Manuela Serra e Silva                    

      Telefone – 239 410 699               E-Mail – ccvromulocarvalho@gmail.com                      


"Aos menos hábeis, as humanidades..."

Arturo Pérez-Reverte foi sobretudo jornalista e agora sobretudo escritor. Pelo que escreve e pelas entrevistas que dá revela-se uma pessoa atenta ao mundo e, de um modo muito particular, à educação escolar. No De Rerum Natura temos deixado apontamentos de declarações suas neste campo (aqui, aqui, aqui).

Ontem foi publicado um depoimento seu de grande interesse sobre o (mau) estado do ensino das humanidades e, especialmente, do ensino da cultura e línguas clássicas em Espanha, que vale a pena ler:

aqui se o leitor preferir o original
aqui se preferir ler a tradução (feita por Isaltina Martins no blogue A cultura e as línguas clássicas).

Eis um extracto especialmente revelador do que se passa também em Portugal:
Numa sociedade resolvida a suicidar-se culturalmente, aconselham-se os jovens brilhantes a estudar só cursos científicos ou de ciências sociais; aos menos hábeis, humanidades... Tal é o triste mapa do nosso futuro. E neste afã disparatado de apagar das aulas todo o inútil, as malfadadas leis e reformas educativas... conseguiram que os alunos que com 16 anos podem optar por Humanidades (...) se encontrem então, pela primeira vez, com o Latim, porém, descafeinado e de uma simplicidade aterradora. Mas essa opção, ainda por cima, está em competição com outras socialmente mais bem vistas: a científico-tecnológica e a profissional, de modo que as suas possibilidades são mínimas.” 

domingo, 24 de setembro de 2017

"Chamavam-me Bispo Vermelho..."


"Chamavam-me Bispo Vermelho porque ocupava espaços de onde a igreja nunca devia ter saído". 

A frase acima foi dita no ano passado, em entrevista da TSF, por D. Manuel Martins, o Bispo de Setúbal, o Bispo Vermelho. Tinha, na altura, oitenta e nove anos de idade.

Não nasceu em Setúbal, mas "nasceu bispo em Setúbal", nem era filiado no partido comunista, mas defendeu princípios que são alocados à esquerda.

Foi naquela cidade, quando percebeu a "fome do povo" e as razões dela, que ganhou a consciência de cidadania ("foi Setúbal que me fez") que se lhe reconhece e que manteve firme até hoje, dia da sua morte.

Quem assume a responsabilidade pela educação de alguém - independentemente de ser religioso, ateu ou agnóstico; de direita, centro ou esquerda - não pode ser indiferente a exemplos como os de D. Manuel Martins. São eles que, afinal, na desorientação em que essa consciência se encontra envolvida, podem indicar o rumo do bem-comum, o rumo verdadeiramente educativo, ou o rumo da liberdade.

Deixo o leitor com breves palavras de alguém que temos por dever moral manter na nossa memória colectiva.
Com a Constituinte, a situação melhorou. Mas, na minha pobre opinião, ainda não nos garantiu nem democracia, nem cidadania. E não por culpa sua. O Bem Comum não faz parte nem das preocupações dos nossos Políticos (honra a tantos que constituem a exceção), nem das Instituições legais criadas para o promoverem. Dói-me muito o mau curso da nossa Governação que (quase) só se preocupa com interesses pessoais, amiguistas ou de Partido. O nosso Parlamento, por vezes, mais me parece um campo de jogo de futebol, ainda por cima mal jogado, do que espaço sério e válido e de confiança onde se procuram as garantias mínimas para que a ninguém falte o pão de cada dia. Sente-se cada um em reflexão diante de um a um dos Direitos Humanos consignados na nossa Constituição (24-79) e ouse depois dizer alto o que pensa. Com humildade o confesso: nem a Igreja o tem feito. Em tempo de tanta injustiça que exige tanta pergunta, vamos, com dor, encontrando uma Igreja calada. Igreja que tem o seu altar no mundo e, como o seu Fundador, deve ser a mais provocadora da História.

sábado, 23 de setembro de 2017

PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS DE MANUEL MACHADO EM COIMBRA


Estamos em campanha eleitoral e é tempo de verificar se foram ou não cumpridas as promessas  dos políticos que se apresentaram há quatro anos e ganharam. O caso de Manuel Machado, actual presidente da Câmara Municipal de Coimbra eleito pelo PS e de novo candidato porque o PS não quis fazer uma avaliação do seu trabalho, é escandaloso. No programa de há quatro anos, que se intitulava "Valorizar Coimbra", um título que ele tem agora de repetir no seu programa  porque não valorizou o concelho (se tem de valorizar é porque não valorizou, ou não valorizou o suficiente), encontram-se, entre várias outras, estas promessas, que não foram cumpridas:

p. 8

Investimento, iParque e comércio tradicional - NÃO CUMPRIU: NÃO HOUVE INVESTIMENTO SIGNIFICATIVO, O IPARQUE ESTÁ ABANDONADO, O COMÉRCIO TRADICIONAL CONTINUA A DEFINHAR

"Exemplificando, falemos de algumas políticas concretas que vão nesse sentido. Em primeiro lugar, em  cooperação com as associações empresariais, vamos contribuir para a criação de uma agência profissional  promotora do investimento e facilitadora da implementação de novas unidades industriais e de  serviços. Em segundo lugar, vamos ajudar na dinamização do iParque, tornando-o facilitador de novos  investimentos e apostando no acolhimento de Laboratórios de I&D e de empresas produtivas, designadamente  no campo das tecnologias da saúde. Em terceiro lugar, apoiaremos o comércio tradicional,  facilitando os processos de licenciamento e criando apoios de gestão profissionalizada. Dentro da  mesma lógica, abriremos um balcão único, dedicado a iniciativas empresariais no concelho, suscetível  de lhes facultar à partida o apoio de um gestor de iniciativa."

p. 9

Rio Mondego - NÃO CUMPRIU: A CIDADE ESTÁ DIVORCIADA DO RIO, O DESASSOREAMENTO NÃO SE FEZ E O PARQUE VERDE ESTÁ SEM VIDA.

"Promoveremos o desassoreamento da Albufeira do Açude-Ponte de  Coimbra e a recuperação das margens do Mondego, entre o Parque Verde e o Açude-Ponte. Lançaremos  ainda um projeto de Hortas Municipais, se possível em articulação com a ESAC, potenciando  assim a utilização de terrenos nas margens do Rio Mondego. Exigiremos do governo e das entidades  responsáveis pelas Matas do Choupal, da Geria, de Vale de Canas e do Paul de Arzila, a sua  rápida requalificação.

p. 9

Baixa e Via Central - NÃO CUMPRIU: A BAIXA CONTINUA EM RUÍNA E A VIA CENTRAL NÂAO FOI FEITA

Em consonância com outros aspetos do nosso programa, vamos valorizar, acompanhar e facilitar as
condições de reabilitação urbana, nomeadamente, ativando a ação da Sociedade de Reabilitação Urbana,  atribuindo à recuperação da Alta e Baixa da cidade um caráter prioritário nas políticas municipais.  Entre as ações específicas prioritárias mencionamos a concretização da Via Central (Av. Sá da Bandeira/  Bota a Baixo)."

CHUC - NÃO CUMPRIU. A CIRCULAÇÃO NOS CHUC CONTINUA MÁ E NÃO HÁ NOVO PARQUE  DE ESTACIONAMENTO

"Paralelamente, reordenaremos as lógicas de circulação e estacionamento nas  instalações do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra"

Metro Mondego  NÃO CUMPRIU: GASTARAM-SE 100 MILHÕES DE EUROS SEM FAZER O METRO. AGORA QUER POR AUTOCARROS EM VEZ DE METRO

"Como questão emblemática e estratégica a resolver, pugnaremos pela conclusão do projeto do Metro
Mondego, incluindo a sua vertente urbana, como meio essencial da mobilidade, quer no concelho de
Coimbra, quer nos da Lousã e de Miranda do Corvo, bem como pela imperiosa resposta a dar às populações  destes concelhos, prejudicadas pela desativação da linha da Lousã."


Estação Coimbra B  - NÃO CUMPRIU: A ESTAÇÃO DE COIMBRA B CONTINUA NA MESMA OU PIOR POR ESTAR MAIS VELHA (OS PASSAGEIROS CONTINUAM A PASSAR POR CIMA DAS LINHAS COM PERIGO DE VIDA)

"Retomaremos o projeto da Nova Estação Central de Coimbra, como espaço de interface entre todos os  meios de transporte, descongestionando a artéria central e organizando, finalmente, todos os transportes  públicos da cidade."

p. 11

Turismo - NÃO CUMPRIU: A SINALÉTICA CONTINUA IGUAL, O SITE DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA DA CÂMARA NÃO TEM TRADUÇÃO E NÃO HÁ NENHUMAS NOVAS TECNOLOGIAS. PIOR: OS TURISTAS SÓ VÃO À UNIVERSIDADE E NÃO À BAIXA.

"Entre as medidas que neste campo nos propomos tomar merecem destaque, não só a melhoria da sinalética  mas também o aperfeiçoamento da pluralidade idiomática da informação turística existente
na cidade, bem como um melhor e mais eficaz uso das novas tecnologias no decorrer das experiências  turísticas dos visitantes."

p. 12

Participação  - NÃO CUMPRIU: OS CIDADÃOS ESTÃO AFASTADOS DA CÂMARA, NÃO HÁ QUAISQUER ORÇAMENTOS PARTICIPATIVOS

"Isto é, fomentaremos a participação efetiva dos cidadãos na gestão municipal,  numa lógica partilhada com a dos orçamentos participativos. Como um dos passos iniciais deste
caminho, criaremos um Gabinete do Munícipe, vocacionado para tornar Coimbra mais permeável ao
protagonismo quotidiano da sua população."

p. 12

Gestão  NÃO CUMPRIU : A GESTÃO CONTINUA CENTRADA NO PRESIDENTE, SENDO COMPLETAMENTE INEFICAZ

"A gestão municipal será mais eficiente, redesenhando a respetiva organização, inovando em métodos e  procedimentos. Serão aplicados novos modelos de gestão autárquica, recorrendo a tecnologias de última  geração, criando processos de atendimento de proximidade e descentralizando o acesso aos serviços  municipais.  Neste contexto, faz sentido promover a realização de um Plano Estratégico inovador, com um horizonte  de médio prazo (2013-2025), com base no qual se possa assumir um compromisso ético com  Coimbra, assente numa governação criativa, com formas ativas de cocriação no desenvolvimento de  ideias e no apoio à criatividade e à invenção."

Freguesias - NÃO CUMPRIU, A CÂMARA DISCRIMINOU NEGATIVAMENTE UMAS FREGUESIAS EM FAVOR DE OUTRAS

"No quadro desse compromisso, será reconhecida a diversidade identitária de Coimbra, olhando-se para  cada freguesia como única, sem deixar de vê-la como igual a todas as outras, de modo a tornar a gestão  de todas elas mais eficiente, garantindo a todas igualdade de tratamento."

Fiscalidade - NÃO CUMPRIU: AS TAXAS DE IMPOSTOS CONTINUAM ELEVADÍSSIMAS, DANDO LUCRO À  CÂMARA (HOUVE UM ENORME SUPERAVIT NÃO APLICADO)

"Na lógica deste tipo de governação autárquica, procuraremos criar um ambiente fiscal propício aos
munícipes. Nesse sentido, serão estudadas as possibilidades de, no contexto de um orçamento municipal  já com grande peso de encargos fixos, baixar os impostos, como o IMI, o IMT e as derramas  camarárias, bem como prescindir de metade da receita do IRS, a que o município por lei tem direito, a  favor dos cidadãos, aumentando desse modo o rendimento disponível das famílias e empresas."

FINALMENTE, TAMBÉM NÃO CUMPRIU:

"Para tornarmos mais fácil um juízo crítico sobre o nosso desempenho político autárquico, promoveremos  a criação de um Índice de Medida do Estado de Governação Autárquica, com indicadores objetivos  dos graus de execução dos compromissos assumidos."

Manuel Machado mandou retirar o link do seu programa de 2013, que esteve aqui

http://manuelmachadocoimbra.com/wp-content/uploads/2013/09/Compromisso-Eleitoral-Valorizar-Coimbra.pdf

Mas há memória: muita gente ficou com  cópia.


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Um livro de poemas fotográficos de uma médica portuguesa em Paris


Mês da Educação e da Ciência da Fundação Francisco Manuel dos Santos

Ciclo de Conferências
Mês da Educação e da Ciência
De 4 de Outubro a 20 de Novembro
Chegou o Mês da Educação da Fundação, este ano uma edição inédita que junta também a Ciência. A agenda inclui um programa de televisão - realizado na véspera do Dia Nacional do Professor, sobre a escola do futuro; um novo site com uma vasta análise à evolução dos resultados dos alunos portugueses nos testes PISA (online a partir de 18 de Outubro) e oito conferências de norte a sul do país. A partir de dia 4 de Outubro, grandes temas vão estar em debate por especialistas nacionais e internacionais: Nuccio Ordine, filósofo italiano, traz-nos uma reflexão sobre a importância dos saberes inúteis na formação dos alunos; Sir Martin Rees fala sobre o papel da Ciência no século XXI e Sarah-Jayne Blakemore desvenda os mistérios do cérebro adolescente. Conheça o programa completo e reserve já o seu lugar! A entrada é gratuita mediante inscrição prévia.
PROGRAMA
4 OUT 22h00 | RTP3
Fronteiras XXI: De que escola precisamos?
Com David Justino, ex-ministro da Educação, Maria Manuel Mota, directora executiva do Instituto de Medicina Molecular (IMM) de Lisboa e Joaquim Sousa, o director que deu a volta à escola básica do Curral das Freiras, uma das zonas mais pobres do país. Moderação de Carlos Daniel.
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL
19 OUT 17h30 | Torre do Tombo, Lisboa
A utilidade dos saberes inúteis
Para que serve ler poesia ou ouvir música? Para que serve admirar uma obra de arte? O filósofo italiano Nuccio Ordine e a professora Regina Gouveia explicam porque a escola e a universidade não devem ser transformados em empresas e os alunos não podem ser considerados clientes se quisermos, enquanto sociedade, educar cidadãos justos, solidários e tolerantes.
Inscreva-se aqui
CONFERÊNCIA
25 OUT 14h30 | Grande Auditório da UAlg
Porque melhoraram os resultados dos alunos portugueses?
Uma análise da evolução do perfil e desempenho dos alunos e das razões do sucesso português: quem são os alunos que fazem o teste PISA? Porque melhoraram os seus resultados? Como se compara Portugal com outros países?
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DEBATE
30 OUT 15h00 | Auditório do Liceu Camões, Lisboa
Exames: como e para quê?
Os exames estão ciclicamente em discussão no nosso país. Mas passar-se-á algo semelhante noutros países? Como são os exames e em que momentos da vida escolar se fazem? Que relevância têm nos vários sistemas de ensino?
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CONFERÊNCIA INTERNACIONAL
3 NOV 16h00 | Auditório do Instituto de Medicina Molecular, Lisboa
O cérebro adolescente
Afinal, como funciona o cérebro adolescente? Serão os adolescentes efectivamente mais impulsivos? Sarah-Jayne Blakemore, neurocientista de renome, desvenda os mistérios do cérebro adolescente com Maria Manuel Mota, cientista portuguesa.
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DEBATE
9 NOV 18h30 | Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa
Ciência em Portugal: um diagnóstico
Quem faz Ciência em Portugal e em que condições? Quais são as principais carências? Quais deviam ser os principais objectivos no futuro a breve e médio prazo? Que obstáculos existem para atingir esse objectivo?
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CONFERÊNCIA
16 NOV 15h00 | Universidade do Minho, Braga
Ensino Superior: estudar compensa?
Em Portugal, houve, nas últimas décadas, uma enorme expansão do ensino superior, quer no número de alunos, quer no número de instituições. Mas será que vale a pena investir – intelectual e financeiramente – num curso superior? E, por outro lado, será que a sociedade rentabiliza o investimento que faz na maioria dos licenciados?
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CONFERÊNCIA INTERNACIONAL
17 NOV 18h00 | Galeria da Biodiversidade, Universidade do Porto
A Ciência no século XXI: oportunidades e ameaças
Que papel vai desempenhar a ciência no futuro? Quais são as principais oportunidades e perigos? Que relações são necessárias entre ciência e sociedade?
Sir Martin Rees, astrofísico e astrónomo Real, conversa com Alexandre Quintanilha e Nuno C. Santos.
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CONFERÊNCIA
20 NOV 15h00 | Observatório Astronómico de Lisboa
Ciência portuguesa pelo mundo
Quantos são e onde estão os cientistas Portugueses espalhados pelo mundo? Quem são e em que áreas de investigação trabalham? O evento assinala o primeiro aniversário da rede GPS-Global Portuguese Scientists e conta com a intervenção do Presidente da República.
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