Livro que publiquei recentemente, em acesso livre, com dois colegas.
Eis o seu resumo:
"Os atuais contextos globais indagam-nos sobre a formação do ser humano para agir em defesa dos modos de vida democráticos e de salvaguarda da justiça. Logo, apontam um desafio aos educadores: encontrar um sentido e reunir condições para promover a justiça e a democracia.
Se o nosso objetivo for preparar as futuras gerações para o exercício do bem-viver, do bem-comum teremos de pugnar para que a liberdade, a igualdade e a fraternidade, cimento da democracia, não sejam uma miragem. Esta declaração, que se quer real, conduz forçosamente ao compromisso ético, do que devemos – e podemos – fazer para conseguirmos maior aproximação àquilo que designamos por humanismo.
O sentido do presente livro é este mesmo: assumido a responsabilidade que nos cabe como educadores, nas escolhas que fazemos não podemos perder de vista a democracia e a justiça como modus vivendi na polis.
Os oito textos que o compõem, assinados por investigadores de diversos países – Brasil, Portugal, Espanha, Austrália e Reino Unido – oferecem uma variedade de pontos de vista, ora mais conceptuais, ora cruzando teses com aspetos concretos da escola contemporânea. De um modo ou de outro, assinalam a necessidade de assumirmos um compromisso com a educação, que será também um compromisso civilizacional".
Referência: Farinon, M.J; Damião, M.H. & Umbelino, L. A. (Coord.) (2026). Educação, justiça e democracia. A responsabilidade da educação escolar. Imprensa da Universidade de Coimbra. (ISBN: 978-989-26-2896-7; ISBN DIGITAL: 978-989-26-2897-4) (DOI: https://doi.org/10.14195/978-989-26-2897-4
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