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8 comentários:
Dimensões paralelas ? Tempo universal na física quântica, onde o observador influencia as medidas ? Citações Bíblicas? mmmm....
eheheh.... tempo politico?
"A experiência é a mãe de toda a ciência"
Porque não lançar um foguetão para o espaço com um cachorrinho e verificar que os cachorrinhos da mesma ninhada, que ficaram em terra, estão biologicamente mais velhos do que o seu irmãozinho?
Não é detectável, estariam uma fracção infinitésima de nanosegundo mais velhos. Só se detectaria num prazo muito longo e a velocidades próximas da da luz.
A questão do tempo é fascinante. Mas quando nos falam de coisas como “comprimento temporal da trajetória” já entra a simplificação da geometria e da matemática e o fascínio passa a ser de outra ordem.
O comprimento temporal entre dois eventos é máximo quando não há movimento espacial. Se eu permanecer parado não há trajetória, não há velocidade, há tempo máximo entre o ponto em que me encontro A e outro qualquer B. Se o meu irmão se deslocar de A para B, há trajetória, há velocidade e há tempo menor para ele relativamente a A. Isto é perfeitamente compreensível. À componente espacial da trajetória chama-se velocidade. O tempo próprio depende da velocidade.
Se eu abstrair da velocidade, posso falar de um tempo de A e de um tempo de B, e de um espaço de A e de um espaço de B, como grandezas puras, só dependentes do facto de estarem em trajetórias diferentes? Não há como pôr tempos e espaços para A e B “independentemente da velocidade”. É precisamente a velocidade (isto é, a forma da trajetória no espaço‑tempo) que define esses tempos e esses espaços.
O comprimento temporal de uma trajetória só varia porque a trajetória tem uma componente espacial. E essa componente espacial é o que chamamos velocidade.
No exemplo que dei, se o meu irmão viajasse à velocidade máxima possível (próxima da da luz?), o comprimento temporal será mínimo.
Pelas minhas pesquisas de um leigo na matéria, seguindo a teoria, ele envelheceria menos que eu e o relógio que ele levasse, apesar de sincronizado com o meu, apresentaria um atraso possível de calcular de acordo com uma fórmula matemática.
Mas se eu, para tentar confirmar se era verdade, decidisse viajar como ele fez, seguindo a mesma trajetória, à mesma velocidade, ao seu encontro, enquanto ele esperava por mim, parado como eu fiz, enquanto ele viajava, quando eu lá chegasse, ainda segundo a teoria, confirmaria que os nossos relógios marcavam a mesma hora e o nosso envelhecimento seria igual. Mas isto não infirma a teoria do paradoxo dos gémeos. Até pode confirmá-la.
Eu e o meu irmão não teríamos qualquer razão empírica para suspeitar de que a velocidade afeta o tempo próprio.
Aventuro-me a dizer que o tempo próprio não se sente, a dilatação do tempo não se experimenta subjetivamente e que a relatividade não se vive como diferença.
A linguagem engana, porque “dilatação do tempo” parece algo que alguém sente. Mas é apenas geometria.
Tempos há muitos, como dizia o outro! Por mim, lembrei-me de trazer à colação o mau tempo que varre Portugal nestes últimos dias. Eu, sendo da ala do tempo "relativo",parece-me evidente que o tempo em Leiria está pior do que o tempo no Porto, apesar de o Porto e Leiria serem cidades do mesmo país, que se regem pela hora de Lisboa!
Há que dar tempo ao tempo.
A quem sabe esperar, o tempo abre as portas.
O tempo cura todas as feridas.
Cada coisa a seu tempo.
Atrás de tempo, tempo vem.
O tempo é o melhor juiz de todas as coisas.
O tempo perdido nunca se recupera.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado
Janeiro (ou será Inverno?) frio e molhado enche o celeiro e farta o gado... parece-me ser antes assim... ou era... antes do esquentamento global que levará à revisão (ou será eliminação?) de todos os provérbios populares relacionados com o estado do tempo... atmosférico...
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