quinta-feira, 24 de julho de 2014

AVALIAÇÃO DE CIÊNCIA

A Nature de hoje tem um suplemento sobre avaliação de ciência acessível em

O pdf pode ser downloaded em

Independentemente do conteúdo desse suplemento, penso que cada país deve ter uma estratégia para a sua política de I&D, que tenha em conta os seus problemas sociais, económicos e culturais, e salvaguarde possíveis conflitos de interesse geoestratégicos, competitividade e preconceitos (e.g., países do sul devem dedicar-se ao turismo, como consta de um relatório da presente avaliação). Aceito a avaliação por pares (meu par=pessoa da mesma área científica que aceitaria ser avaliada por mim), mas repudio a avaliação por avaliadores profissionais (burocratas) como repudio a governação por políticos profissionais.

Se aplicássemos os critérios actuais aos maiores da cultura universal veríamos como estes critérios são ridículos: Einstein A (só publicou 5 artigos no seu melhor ano); Camões L (publicou um poema e uns sonetos); Maxwell JC (4 equações); Schrödinger E (1 equação)! 

Luís Alcácer

1 comentário:

Anónimo disse...

Para não dizerem que esse tipo de comparações são falaciosas recordo que este ano o próprio Higgs afirmou que se lhe tivessem aplicado a ditadura da bibliometria de hoje, ele certamente teria sido destituído da Universidade (nem sequer conseguiria uma bolsa pós-doc - direi eu). Já agora, um investigador ter uma média de um artigo publicado por cada dois meses...desde que nasceu, é simplesmente patético.

AINDA AS TERRAS RARAS

  Por. A. Galopim de Carvalho Em finais do século XVIII, quer para os químicos como para os mineralogistas, os óxidos da maioria dos metais ...