Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
"A SOLIDÃO DOS PROFESSORES É INFINITA"
Yannick Haenel, agora escritor, entre outras funções ligadas à literatura, foi professor durante 17 anos em escolas francesas onde o traba...
-
A falácia do espantalho , uma das mais utilizadas pelos que que não conseguem sequer compreender os temas em debate, basicamente consiste em...
-
Ludwig Krippahl é professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e membro do centro de investigação em intel...
-
A contribuição do Desidério é importantíssima. É curioso como um dos ramos filosóficos e matemáticos aparentemente mais afastados do dia-a-d...
1 comentário:
Fui professora de matemática durante 40 anos no ensino oficial. Nas minhas aulas, até ao 9º ano nunca entrou uma única máquina de calcular, apenas autorizei o seu uso a partir do 2º período do 10º ano. Verifiquei que o uso da calculadora levou ao esquecimento dos cálculos mais básicos (a prática das tabuadas) e à inexistência de cálculo mental com as operações adição, divisão, multiplicação de números inteiros e também à falta de sentido crítico relativamente aos resultados obtidos. Devia ser proibido o uso de calculadora até ao 10º ano. Quanto a mim, apenas serve para desenvolver a cabeça dos dedos das mãos. Licenciei-me em 1963 em Ciências Matemáticas pela Universidade de Coimbra - nunca trabalhei com máquina de calcular e nunca me senti menos capaz e menos rápida a atingir os resultados comparativamente com outros colegas da disciplina por esse facto.
Maria Fernanda M. C. Nascimento Costa
Enviar um comentário